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UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ-UFOPA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA/MATUTINO

Por:   •  23/11/2021  •  Resenha  •  853 Palavras (4 Páginas)  •  9 Visualizações

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ-UFOPA

INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA/MATUTINO - 2019

Discente: Francielto Serra Lima

Docente: Edna Marzzitelli

No dia 13 de novembro de 2019, houve a aula da disciplina de Sociologia da Educação, ministrada pela prof. Dra. Edna Marzzitelli, a qual chegou cedo, não me recordo o horário correto, mas chegou cedo. Toda empolgada com os relatórios foi logo pedindo aos escolhidos que lessem, e depois, a grande surpresa, dividiram em grupos para que um membro de cada explicasse, mas claro, o sorteio ocorreu logo após.

No desenvolver dos trabalhos que ficaram expostos por um a dois representantes de cada equipe foi identificado a história por trás da escola moderna e a sua relação com as classes mais detentora do capital econômico que são os “podres de rico”.

A educação escolar no ocidente começou se inspirando na sociedade greco-romana. Nela existiam governantes que se preocupavam no falar e no pensar as ações que eles iam fazer e como que iriam transmitir a seus subordinados, e para os governados repassavam tarefas e diziam como teriam que agir. E aos que não se encaixavam nem como governante e nem como governados eram tratados como excluídos e viviam subordinados a classes superiores e a cultura deles. Nessa época, o tipo de escola que ficou chamada de clássica foi consequentemente de forma gradual desaparecendo e assim surgindo a   escola cristã. Em questão a esta, a igreja obteve poder sobre ela, mas também era uma educação muito rígida baseada na religião imposta por ela, e foi, no entanto, a época em que a educação era muito disciplinar e rígida e que discriminava quem não obedecesse às regras da igreja. Esta escola teve uma mentalidade de ideal pedagógico muito baseada na educação letrada e cultural daquela época.

Na idade média existiam escolas destinada a elite que era mais para formar os cavalheiros com uma formação mais militar, e o clero que era para forma padres, porém, classes mais pobres continuavam sem conseguir frequentá-las. Já com o desenvolvimento da economia mercantil, começou a surgir a necessidade de formar outras pessoas, e assim criou-se o propósito de escolas com o intuito de formar para o trabalho e o surgimento de universidades. A partir da revolução francesa houve um começar de novo, daí a escola tomou um outro caminho que era um ensino de caráter moralista e cívico. E assim, começou uma disputa entre o império e a igreja.

A burguesia não aceitava o modelo de educação da escola estatal (que significa: do estado), então por obter conhecimento e dinheiro, alienou o povo e consequentemente foi colocada democraticamente por eles no poder, na qual fez um outro modelo de escola, e a classe trabalhadora como já detento alguns saberes, foi reivindicar seus direitos juntamente com a igreja e assim recriaram um modelo de escola que foi feito pela burguesia, e a burguesia deu a ideia de que houvesse para um status maior mas a igreja não aceitou o modelo que a burguesia queria. O Estado tinha que servir ao público, independente se fosse rico ou pobre, mas a classe dominante não queria sair perdendo nessa história, e foi aí que a igreja preferiu sair, o Estado voltou a dominar, porém se camuflando um pouco. Hoje em dia temos uma educação, mas ela é limitada pela burguesia, e quando a igreja se desmembrou ela mesma criou seu próprio modelo de educação, porque se o pobre chegar ao mesmo patamar, a classe dominante poderá se sentir ameaçada.

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