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PSICOLOGIA GERAL

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Por:   •  30/10/2014  •  Projeto de pesquisa  •  2.791 Palavras (12 Páginas)  •  208 Visualizações

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

CENTRO DE ENSINO À DISTÂNCIA

O Estudante:

Nome: JAFETI JÚLIO CIPRIANO Matrícula: 1º Ano

Especialização: LICENCIATURA EM ENSINO DE INFORMÁTICA Turma: ONLINE

O trabalho

Trabalho de: PSICOLOGIA GERAL (TRABALHO PRATICO ) Código do Trabalho:

CIS 105

Dirigido ao Docente: Matateu Salvador Número de páginas: 10

Confirmação de

Recepção: Data limite de entrega: 29/10/2014

A correcção:

Registo pelo CED:

Corrigido por: Data de correcção:

Resultado (0 – 20):

Observações do docente:

Trabalho:

1 – Os Laços entre a Psicologia e Biologia não são recentes, desde o surgimento da Psicologia a Biologia Exerceu forte influencia a Psicologia. Explique a relação mente/corpo.

As existentes analisam a relação mente-corpo em suas perspectivas ontológica e epistemológica. O foco da análise se situa no tratamento de questões associadas às equivalentes noções de sensação, consciência, experiência consciente ou simplesmente experiência. Assim, partindo da concepção de que a relação mente-corpo se coloca enquanto problema filosófico, sobretudo a partir do contexto da filosofia cartesiana, investiga-se o modo como tal problema é abordado sob as perspectivas materialistas e funcionalistas desenvolvidas na filosofia da mente. As abordagens materialistas escolhidas seriam a teoria da identidade mente-cérebro, tal como Smart (1970) a propõe, e o eliminativismo formulado por P. M. Churchland (2004). No que diz respeito à abordagem funcionalista da mente, ênfase é conferida à possibilidade de se definir funcionalmente os aspectos qualitativos da experiência, especialmente, no que diz respeito à perspectiva funcionalista delineada por Shoemaker (1980). Após tais análises, indica-se um desestimulante ceticismo, tendo em vista a opinião de que tanto as abordagens materialistas investigadas quanto a perspectiva funcionalista escolhida falham, a rigor, em dirimir o problema mente-corpo, bem como explicar a experiência consciente. Porém, para evitar um ceticismo em relação a tais problemas, propõe-se, ao final do trabalho, o resgate dos estudos de Ryle, em que a relação mente-corpo e a questão epistemológica da experiência consciente podem ser mais bem compreendidas tendo em vista uma perspectiva que denominamos de relacional. De acordo com essa perspectiva e a mente é concebida não mais como coisa (res), localizada num recipiente de acesso privilegiado, mas como uma propriedade disposicional, de múltiplas vias, expressa no comportamento e na história vivida de cada sistema.

A ciência reconhece que o cérebro e todas as suas estruturas são a base de todo processamento de sensações, cognições, sentimentos e movimentos. Este processamento é feito, na maioria dos casos, sem qualquer interferência do ser humano. No entanto, em certas situações, tais como a aceleração do bater do coração, o aumento da humidade nas mãos ou testa, o enrijamento dos músculos, o elevado estado de concentração, as reações do sistema fisiológico são tão flagrantes que ficamos conscientes de que o nosso corpo está a reagir ao que está acontecer à nossa volta ou ao que estamos a pensar. A maneira como estas reações fisiológicas são feitas é comum em todos os seres humanos, o que é diferente é a forma como são activados. Esta, na maioria dos casos, é dependente do modo como interpretamos tudo aquilo que apercebemos à nossa volta ou o que nos vai na alma. É esta individualização do modo como processamos informação que faz com que o estudo dos processos psicofisiológicos é difícil de analisar pois o que pode parecer tenebroso para alguns para outros é engraçado ou satisfatório. A questão que então se põem é saber se a actividade, mental ou comportamental, é aceitável à sociedade onde esse indivíduo vive, pois só assim o psicofisiologista pode saber o que fazer caso a maneira como a pessoa reagem poder ser considerada disfuncional ou não.

É sabido que o corpo humano é composto de diversos sistemas: nervoso, gastrointestinal, circulatório, respiratório, tegumentário, muscular, urinário, endócrino, imune, esquelético, reprodutor e outros. Mas aquele que tem por função a coordenação de quase todos os outros é o sistema nervoso, pois se o corpo sai fora do seu estado homeostático, ele é, por norma, o primeiro a tentar corrigir o que está errado pois este pode desenvolver problemas difíceis de concertar particularmente se o problema envolve o cérebro. Como foi apontado por Clarke e Sokoloff (1994) o cérebro é um dos primeiros órgãos que pode ser deteriorado quando existe uma perca acentuada de oxigénio ou glucose, um aumento grande de calor ou de um desequilíbrio do nível pH. Portanto o cérebro é não só o controlador do bom funcionamento do corpo como também depende deste para o ser humano poder funcionar tanto quanto se pode desejar. Isto implica que os processos cognitivos e os do corpo interactuam directamente pois uma condição física anormal pode alterar significativamente o que pensamos, o que fazemos ou o que podemos fazer. A Psicofisiologia permite por assim dizer compreender o entendimento entre o cérebro e o corpo humano, usando processos cognitivos como mecanismos para identificar a relação entre estas duas partes.

2 – “Nem tudo que é inato é hereditário, mas tudo que é hereditário é inato”comente a afirmação, nao se esqueça de apresentar exemplos vividos.

Para os ambientalistas, o mais importante são os fatores exógenos, aquilo que está fora do indivíduo. A criança nasce sem características psicológicas, seria como uma massa a ser modelada, estimulada e corrigida pelo meio em que vive.O papel da escola seria o de estimular a criança com novas aprendizagens. Para os ambientalistas, a criança não sabe, é uma folha em branco. O saber está com o(a) professor(a) e, portanto, ele(a) precisa transmitir o conhecimento para a criança, que o recebe de forma passiva. Dentro da concepção ambientalista, a educação é centrada no(a) professor(a) que, como adulto, é visto como o(a)

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