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Resenha do livro “Raízes da Psicologia - Parte II O Desabrochar da Psicologia Científica”

Por:   •  8/6/2015  •  Resenha  •  1.013 Palavras (5 Páginas)  •  881 Visualizações

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Resenha do livro “Raízes da Psicologia - Parte II O Desabrochar da Psicologia Científica”. Freire, Izabel Ribeiro.

A segunda parte “O desabrochar da Psicologia Científica” do livro “Raízes da Psicologia”, de Izabel Ribeiro Freire, descreve o momento mágico da emancipação da psicologia, tornando-se ciência autônoma. Uma vez estruturada a psicologia floresce formando uma copa, onde nós leitores nos defrontamos com as correntes psicológicas do século XX: estruturalismo, funcionalismo, behaviorismo, gestalt, psicanálise e as grandes tendências da psicologia atual.

A psicologia tem como “pai” Fechner e Wundt, que acabam entrando em uma disputa por esse cargo, onde Fechner se relaciona com a publicação de sua obra “Elementos da Psicologia” publicada em 1860, que mostra que há uma ligação entre mente x corpo, físico x psíquico, sendo uma ligação matemática, quantitativa. Fechner tinha preocupação com Deus e a Alma, e Wundt com a publicação de seu livro “Elementos da Psicologia Fisiológica” em 1864 e a criação do primeiro Laboratório, em Leipzig, tinha preocupação de mostrar qual a relação e se existe essa tal relação entre mente x corpo, físico x psíquico. Wundt afirmou a psicologia como ciência autônoma e experimental, dando à ele a paternidade da psicologia.

Ao florescer, em meio à tanta novidades no meio científico, a psicologia se desabrocha como ciência. Wundt se alia as outras correntes isoladas e se vê surgindo diversas e novas ramificações. Tendo como resultado formação de cinco escolas psicológicas que caraterizam a psicologia no início do século XX. Cada uma dessas escolas psicológicas procuram relatar pontos e características diferentes, mas se relacionando uma com as outras, trazendo pontos comuns e divergentes entre elas. Em meio à tantas discussões, o behaviorismo e a psicanálise foram as escolas que permaneceram por mais tempo.

Estruturalismo vs. Funcionalismo

Titchener, como aluno de Wundt, apoiava fortemente o estruturalismo em EUA, mas sofria com a escola de pensamento do funcionalismo, que por sua parte era um forte opositor para

Titchener. Liderado por James e Dewey o funcionalismo, queriam mostrar para que servia a consciência, e os estruturalistas queriam determinar o que era a consciência. Ambos debateram para saber qual seria melhor para a psicologia, cada qual com sua linha de pensamento, com isso levaram a psicologia a uma rápida divulgação nos EUA.

Com a abertura do primeiro laboratório de psicologia nos EUA, por G. Stanley Hall, em 1883, na Universidade de Jhon’s Hopkins, os dois movimentos ficaram em segundo plano, sendo substituídos por sequência das escolas psicológicas. Hoje os psicólogos estudam ambos, a estrutura e a função do consciente.

Behaviorismo

A escola psicológica Behaviorismo é tratada como a ciência do comportamento observável. Seu termo “bahavior” em inglês, se refere à comportamento. A teoria também é conhecida por comportamentalismo ou análise do comportamento. O behaviorismo era visto como uma proposta para a psicologia, onde o seu objetivo de estudo seria o comportamento, onde seria a designação das observações das reações visíveis do organismo, sem nenhuma consideração por fatores que pertencem à alma ou psicológico. Teve como líder Watson onde se baseou no estudo da psicologia objetiva.

Sendo assim, aqueles que sucederam Watson nessa análise, como os Reflexologistas Russos: Ivan M. Sechenov, Vladimir Bechterev e Ivan P. Pavlov, onde o reflexo condicionado foi a grande descoberta de Pavlov. E também os neobehavioristas que se baseavam no princípio de estímulo-resposta (S-R), que foram: Skinner e Robert M. Gagné.

O behaviorismo começa a sair de cena no final da década de 30, mas até atualmente é utilizada não com tanta frequência, mas utilizada, nas áreas: Educação, indústria, comércio, etc…

Gestalt ou Psicologia da Forma

A escola psicológica gestalt ou psicologia da forma é uma maneira de organizar os elementos constitutivos, que tem uma finalidade de estimular,

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