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O USO DE DROGAS E ALCOOLISMO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Por:   •  4/4/2021  •  Trabalho acadêmico  •  4.259 Palavras (18 Páginas)  •  14 Visualizações

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UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

Graduação em Farmácia

Beatriz Caroline Oliveira Bruna Martins Carneiro Fernanda Oliveira Pessoa Felipe Vitoriano de Lima Laís Mika Yuta

Valentine Teixeira Kim Victória Camargo Luna

Victória Helena Santiago Moreira

O USO DE DROGAS E ALCOOLISMO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

São Paulo 2020

Beatriz Caroline Oliveira- N628618 Bruna Martins Carneiro- F3124I1 Fernanda Oliveira Pessoa- N5888D4 Felipe Vitoriano de Lima- F2884I3 Laís Mika Yuta- N637650

Valentine Teixeira Kim- N658622 Victória Camargo Luna- N643617

Victória Helena Santiago Moreira- N658460

O USO DE DROGAS E ALCOOLISMO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Trabalho semestral para conclusão da matéria “Práticas Educativas em Saúde” - Atividade Prática Supervisionada da Universidade Paulista: Instituto de Ciências da Saúde, Graduação em Farmácia.

Orientador: André Schmidt Suaiden

São Paulo 2020

Sumário

  1. INTRODUÇÃO        4
  2. JUSTIFICATIVA        6
  3. OBJETIVOS        7
  1. Objetivo geral        7
  2. Objetivos específicos        7
  1. REFERENCIAL TEÓRICO        8
  1. Drogas: conceito        8
  2. Adolescência: definição e características        8
  3. Dados epidemiológicos: contextualização        8
  4. Principais fatores para o uso        9
  5. Sinais e consequências do uso        10
  6. Prevenção e redução de danos        11
  7. Diferenças entre uso e dependência        12
  8. Recuperação e tratamento        12
  1. METODOLOGIA        14
  1. Tipo de estudo        14
  2. Delimitação do período de estudo        14
  3. Bases de dados selecionadas e estratégias de busca        14
  4. Critérios de inclusão e exclusão        14

5.5. Tomada de apontamentos e escolha das informações        14

  1. CONCLUSÃO        15

REFERÊNCIAS        17

  1. INTRODUÇÃO

Visto que o abuso de drogas e álcool constitui um dos problemas sociais e de saúde de magnitude, é possível compreender que o consumo de drogas lícitas se torna cada vez mais precoce, sendo os jovens o público mais vulnerável. Tendo em vista que o consumo de bebida alcoólica faz parte da cultura da humanidade associada aos rituais de celebração e estando presente na maioria das ocasiões sociais, pesquisas apontam que o álcool é a substância psicoativa mais consumida pelos jovens. Normalmente, o primeiro contato que a maioria dos adolescentes tem com o álcool acontece em ambientes familiares, como por exemplo: brindar o ano novo.

Atualmente, o álcool é a droga mais consumida em todo o mundo. O uso abusivo dessa substância acarreta riscos e consequências negativas para seus usuários. Acredita-se que adolescentes, em geral, entram no mundo das drogas devido ao raciocínio moral, ou seja, modelos sócio capitalistas, pela construção da moralidade prejudicada por essa sociedade. A adolescência também é responsável por influenciar facilmente, pois o adolescente anseia por experimentar coisas novas, sendo assim, a família e a adolescência são os principais fatores para a realidade atual.

Vale destacar que o crescente número de jovens usuários de drogas lícitas e ilícitas vem sendo evidenciado em vários países. Em escala global, essas substâncias passaram a representar uma das questões que mais aflige a sociedade contemporânea, agravando problemas sociais e de saúde. O processo de educação em saúde é uma das estratégias usadas pela promoção de saúde, e dentre os seus objetivos é válido destacar a relevância de tornar o usuário capaz de construir um pensamento crítico, e não apenas seguir normas orientadas, oferecendo auxílio para obtenção de novos hábitos e condutas de saúde. De acordo com pesquisas, os conflitos internos e com a família acabam por aumentar a vulnerabilidade dos jovens ao uso de drogas e comportamento delinquente, assim como a proximidade com pessoas que utilizam dessas substâncias pode servir como influência, providenciar acesso e encorajar este indivíduo ao uso delas.

A publicidade influencia no consumo de álcool, pois nos comerciais são usados diversos tipos de apelo psicológico, incentivando o consumo. Uma prova de como a

publicidade afeta os consumidores é o cigarro, que teve as propagandas banidas das mídias e consumo diminuiu consequentemente.

Em comparação a filhos de alcoolista e não alcoolistas existem muitas divergências no quesito relacionamento dentro da sala de aula. Meninos filhos de alcoolistas têm muitos problemas no comportamento e na autoestima, apresentando mais agressividade física, hiperatividade e são mais ansiosos comparados a meninas. Esses comportamentos surgem muito cedo, começando entre seis a doze anos e persistem por mais tempo, não tendo uma especificação de gênero. Crianças com famílias com alto risco começam a beber cedo e abusam na dependência do álcool, comparado a família com baixo risco. Esses estudos sugerem que nem todos sofrem uma consequência negativa em relação ao alcoolismo parental. As disfunções familiares estão associadas a famílias com alto risco de alcoolismo e tornando crianças e adolescentes mais vulneráveis, porém depende das características pessoais.

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