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Algumas ferramentas de PPCP, que ajudam no dia a dia para a melhoria continua do processo

Pesquisas Acadêmicas: Algumas ferramentas de PPCP, que ajudam no dia a dia para a melhoria continua do processo. Pesquise 798.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  4/11/2013  •  Pesquisas Acadêmicas  •  6.809 Palavras (28 Páginas)  •  349 Visualizações

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Introdução

Ao longo dos anos, a concorrência mais acirrada, as novas tecnologias e a disposição e aumento da demanda de produtos com melhor qualidade obrigou as empresas a passarem por um processo de reestruturação em seus processos produtivos. Para que essa adequação seja feita da melhor forma possível, é imprescindível que seja utilizado como ferramenta de trabalho o PCP – Programação e Controle da Produção, que deve ser utilizada independentemente do tamanho da empresa, uma vez que as pequenas empresas de hoje serão as grandes empresas de amanhã. Iremos ao longo desse trabalha procurar mostrar algumas ferramentas de PPCP que ajudam no dia a dia para a melhoria continua do processo.

Etapa 1

Passo 1

Os diversos tipos de sistemas produtivos impõe a definição do PCP a ser utilizado na empresa, ou seja, o PCP deverá ser específico para cada indústria. Entre os tipos de sistemas produtivos, destacam-se os seguintes:

• Indústria de Produção Contínua - Conforme ZACCARELLI (1987), as indústrias do tipo contínuo são aquelas que realizam as mesmas operações, com poucas interrupções, produzindo grandes lotes de produtos e, consequentemente, possuindo grande rigidez no processo. Classificam-se

• Indústrias de Produção Intermitente - As indústrias de produção intermitente podem ser de dois tipos:

1) Produção sob encomenda: Segundo RUSSOMANO (1979), as indústrias de produção sob encomenda são aquelas em que o tempo de preparação é grande em relação ao tempo de operação, produzindo pequenos lotes de uma grande variedade de artigos.

2) Produção repetitiva dos mesmos lotes de produtos: Este tipo de indústria, de acordo com RUSSSOMANO (1979) e ZACCARELLI (1987), possui as mesmas características da indústria de produção sob encomenda, com algumas simplificações devido à repetitividade dos lotes. Incluise nesse tipo as indústrias de móveis, eletrodomésticos etc.

No nível estratégico, são definidas as políticas estratégicas de longo prazo da empresa. Neste nível o PCP participa da formulação do Planejamento Estratégico da Produção, gerando um Plano de Produção. No nível tático são estabelecidos os planos de médio prazo para a produção, o PCP desenvolve o Planejamento-Mestre da Produção, obtendo o Plano-Mestre da Produção (PMP). No nível operacional são preparados os programas de curto prazo de produção e realizado o acompanhamento dos mesmos. O PCP então, prepara a programação da produção administrando estoques, sequenciando, emitindo e liberando as ordens de compras, fabricação e montagem, bem como executa o acompanhamento e controle da produção.

Portanto, em termos simples, o PCP determina o que vai ser produzido, quanto vai ser produzido, como vai ser produzido, onde vai ser produzido, quem vai produzir e quando vai ser produzido.

Iniciada a produção, a fase do controle trata de acompanhá-la em todo os seus aspectos para que os planos sejam executados, ou devidamente modificados, quando surjam imprevistos que impossibilitem sua realização.

Acompanhamento são os controles que obrigam os eventos a seguir aquilo que foi definido nos planos, ordens ou "planos diários". O Controle de Estoques é usado para assegurar que o nível dos estoques se mantenha dentro dos limites razoáveis. Portanto, o controle da produção deve ser administrado de tal forma que faça com que o investimento ou estoque seja mantido em um nível ótimo e o controle de O objetivo principal do controle da produção é atingir a meta definida pelo marketing no plano de vendas. Dentro dessas limitações, o objetivo secundário é conseguir a melhor integração possível entre o uso ótimo da mão-de-obra, dos equipamentos e do capital.

Ficou constatado, na pesquisa realizada, que a empresa não tem um setor específico de Planejamento e Controle de Produção - PCP, sendo considerado pelos administradores como algo muito complexo e desnecessário. Logo, as atividades de planejamento e controle da produção não obedecem às características de um PCP formal, ou seja, não é realizado de acordo com a abordagem convencional anteriormente descrita. A empresa trabalha com uma programação de curto prazo, evitando a formação de estoques e atingindo um maior nível de flexibilidade para atender às necessidades do mercado.

O estudo possibilitou a identificação das seguintes fases do PCP:

Programação da Produção

A programação da produção é realizada com base na carteira de pedidos e eventualmente leva-se em consideração o histórico de vendas, produzindo para estoque de curto prazo. Para atender a demanda dos produtos, a empresa estabelece um programa de produção por lotes divididos por: dimensões, cores e designer.

Na empresa esta fase é auxiliada por um sistema, desenvolvido internamente, que emite o relatório de programação da produção, contendo as quantidades e produtos a serem produzidos.

Bibliografia:

PLT: Planejamento, Programação e Controle de Produção.

http://www.google.com.br/search?safe=strict&hl=pt-BR&q=revista.inf.br

acessado em 12/04/2013

Etapa 2

Passo 1

A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) é parte integrante das demonstrações financeiras e vem substituir a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR). Seu objetivo é o de fornecer informações relevantes sobre os pagamentos e recebimentos, em dinheiro, de uma empresa, ocorridos em um determinado período de tempo.

Alguns países através de seus órgãos reguladores para assuntos contábeis determinaram a criação da DFC como ilustrado a seguir:

Financial Accounting Standard Board ( FASB)

O FASB é o principal órgão responsável pela criação dos princípios de contabilidade, os US GAAP. A orientação e apresentação da DFC está definida no Statement of Financial Accounting Standards (SFAS 95), obrigatório a partir de 1988. O SFAS é a mais importante publicação de padrões contábeis emitidos pelo FASB.

O alto grau de competitividade entre empresas vem se acirrando e levando milhares de empresas a investirem em novas tecnologias e formação continuada de seus profissionais. Esses investimentos têm se tornado o diferencial no âmbito empresarial,

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