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Analise Ergonômica do Trabalho de Operador de Caixa Sem Adequação da NR17

Por:   •  9/1/2019  •  Projeto de pesquisa  •  4.280 Palavras (18 Páginas)  •  10 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ERGONOMIA

ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

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BELO HORIZONTE - MG 2014


ANÁLISE ERGÔNOMICA DO TRABALHO

Trabalho de Conclusão de curso apresentado como requisito para certificação no curso de pós-graduação em Ergonomia, da Estácio de Sá.

BELO HORIZONTE - MG 2014


SUMÁRIO

  1. - Introdução        04
  2. - Objetivo        05
  3. - Demanda        05
  4. - Dados da Empresa        06
  5. - Analise Global        07
  6. - Metodologias        07
  7. - Análise Ergonômica das Atividades        09
  8. - Ferramentas de Avaliação e Check list        13
  1. - Método Rula        13
  2. - Método OWAS        17
  3. - Check list NR 17        18
  4. - Check list Couto        20
  5. - Índice de Moore e Garg        21
  1. - Condições Ambientais        22
  2. - Conclusão        23
  3. - Plano de Ação        24
  4. - Referências        25
  5. - Anexos        26

ANEXOS

Anexo 01 – Certificado de Calibração do Dosimetro        26


  1. INTRODUÇÃO

A ergonomia é uma das mais importantes vertentes da saúde ocupacional e vem ganhando cada vez mais terreno nos últimos anos. Sua aplicação prática, além de responder a demanda do M.T.E. da segurança e medicina do trabalho, do sindicato dos empregados, das certificações de qualidade e espontânea para melhorar os postos de trabalho, contribui para o incremento da produtividade e da melhoria da saúde dos empregados, permitindo estabelecer as possibilidades e limites para intervenções.

O maior atributo ao processo de análise ergonômica, sem sombra de dúvidas é o operador do trabalho que em razão da evolução da máquina, tem que evoluir em conhecimento, automação e aperfeiçoamento do modus operandi.

Para que haja a interface necessária à produtividade entre empresa, máquina e empregado se fazem necessária a busca de gestões que capacitem os operadores, visando adequação do ambiente de trabalho e integração das equipes.

Todos esses caracteres são fundamentais para que a organização do trabalho gere lucro com o mínimo de perdas possíveis, levando a empresa aos patamares exigidos no mercado moderno e sem fronteiras.

A implantação da Ergonomia nos diversos tratados de organização do trabalho é reconhecida cientificamente, sendo imprescindível na evolução do processo produtivo, na redução dos acidentes de trabalho e no surgimento de doenças osteomusculares.


A partir da não observância das regras mínimas de conforto e bem estar do ambiente de trabalho, conforme pré-estabelecido pela NR 17 do M.T.E. A NR 17, como todas as normas, não aponta soluções para todas as situações precisas encontradas na prática. A solução dos problemas só é possível pelo esforço conjunto de todos os interessados. É imprescindível também o acompanhamento das pesquisas que têm sido feitas mais recentemente e a consulta a manuais especializados e normas de outros países. Inicia-se um ciclo vicioso, gerando custos não somente para a empresa como também para o país.

  1. OBJETIVO

Esta analise visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente, as condições de trabalho que incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

  1. DEMANDA

Essa Análise Ergonômica tem por objetivo identificar as condições de riscos ergonômicos a que os empregados estão expostos, para que possam ser eliminados e/ou minimizados, a fim de adequar as condições de trabalho, de forma que os mesmos exerçam suas atividades com o maior conforto, eficiência e segurança, atendendo as características psicofisiológicas de acordo com a exigência da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, mais especificamente Norma Regulamentadora 17.

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