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Por:   •  22/10/2016  •  Trabalho acadêmico  •  1.555 Palavras (7 Páginas)  •  239 Visualizações

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NOME DO ALUNO: Daniele Rasch de Souza                                           POLO: Resende

  1. TÍTULO:

O PAPEL DO GESTOR NO MERCADO DE TRABALHO CORPORATIVO

  1. REVISÃO DA LITERATURA:

Esta seção se subdivide em duas partes, onde a primeira aborda o conceito das mudanças no mercado de trabalho, o que a gestão deve ter como premissa para oferecer o melhor ambiente possível e a segunda desenvolve uma reflexão das condições de trabalho, terceirização nas empresas.

2.1.Mudanças no mercado de trabalho

O papel do gestor no passado enquadrava-se dentro de um cenário em que não havia mudanças, era estável. Hoje, há a ruptura desse passado. Precisamos olhar para os dias de hoje e para o futuro.

“A gestão de pessoas vem passando por amplo processo de transformação, na medida em que os sistemas tradicionalmente utilizados como referencial - centrados em cargos - vêm demonstrando fragilidades diante do ambiente turbulento e mutável pelo qual vêm passando as organizações, especialmente aquelas insertas em setores de vanguarda. ”

Nos dias de hoje as mudanças são muito rápidas, há uma turbulência de informações a todo instante. Para tal, esse gestor mudou, houve mudança de postura.

“O atual contexto social e econômico caracteriza-se por demandar de grande parte das empresas uma crescente atenção com seus ativos intangíveis. Há algumas décadas, a competitividade de várias organizações estava ligada ao tamanho e complexidade de sua estrutura física. Hoje, aspectos como o conhecimento nelas desenvolvido e mantido, sua marca e valorização no mercado, e as pessoas que nelas trabalham podem se tornar diferenciais competitivos mais importantes do que os aspectos tangíveis. Nesta sociedade que Drucker (2000) chama de “Sociedade do Conhecimento”, a internacionalização dos mercados e as pressões por produtividade e capacidade competitiva que as empresas vêm sofrendo, tornam cada vez maiores as demandas de produtividade, iniciativa, conhecimento e inovação sobre as pessoas. Estas sentem cada vez mais os efeitos de um novo ambiente de trabalho, onde se exige muito dos profissionais. ”

Estamos à frente de novas tecnologias, mudanças no âmbito social, empresarial, econômico, setor político - século XXI, Era da Informação, conhecimento.

Dentre as competências do gestor contemporâneo, podemos evidenciar:

  • Refletir e atuar de maneira crítica
  • Pensar de maneira estratégica
  • Raciocínio rápido, gerenciamento
  • Iniciativa
  • Determinação
  • Criatividade
  • Não desempenhar papel autoritário, ouvir sempre, liderança participativa
  • Trabalhar em equipe, motivando-a
  • Julgamento (capacidade de obter resultado, capacidade de chegar a conclusões lógicas)
  • Planejamento e organização das atividades que desempenha e de equipe (metas mensuráveis)
  • Conhecimento das etapas organizacionais, das adversidades do cenário atual
  • Liderança
  • Adaptabilidade
  • Otimizar o tempo (disciplina nas ações, atividade, estabelecer prioridades, evitar acúmulo de funções)

         “A avaliação dos resultados de Gestão de Pessoas tem um papel importante em ambientes empresariais competitivos, pois instrumentaliza os gestores de negócios e profissionais da área a monitorar as práticas de gestão de maneira a propiciar e monitorar a realização dos objetivos da empresa. ”

O gestor deve atuar de forma a delegar funções. Com o advento da Era Digital o gestor deve utilizar os recursos para reduzir ou eliminar totalmente os entraves do negócio.

Benefícios:

  • Globalização
  • Produtos e serviços digitais
  • Sistemas que aproximam o cliente do prestador de serviços

O gestor deve atuar fomentando o coletivo de trabalho. Fornecendo autonomia, ouvindo opiniões, considerações. Criar um espaço de discussão.

“A base da motivação está no relacionamento e na comunicação entre a liderança e seus liderados, e é justamente aí que os problemas são mais recorrentes, devido a uma série de fatores, tais como: comunicação agressiva, relacionamento distante, falta de objetivos claros, ausência de feed back, broncas inúteis e depreciativas. Manter uma equipe motivada exige da liderança atitudes que estejam alinhadas com os anseios dos liderados e que os façam sentir respeitados e valorizados”.

Dessa forma, é importante trocar experiências, resultados, adaptando as situações de acordo com a realidade da empresa.

“Quando o tema liderança e inteligência interpessoal entre os gerentes e líderes nas organizações se fazem presente, muitos desafios surgem para que os mesmos encontrem soluções. Não é de hoje, que estes desafios são enfrentados pelas empresas, mas historicamente percebe-se que nos últimos vinte anos o assunto vem ganhando destaque e fazendo com que empregadores e empregados passem pela necessidade de se conhecer melhor, ou a se relacionar melhor.

A mudança de comportamento e consciência de que liderar também é servir mostra-se serem os valores do bom líder; que deve saber agregar pessoas e multiplicar resultados. Pedir não é uma técnica, é ter consciência de estar lidando com pessoas, e essas para gerar resultados precisam de segurança e liberdade”.

2.2.Melhores condições de trabalho

Com o estabelecimento de metas, busca de alcançar um resultado a qualquer custo, nos deparamos com um mercado de trabalho em que muitas pessoas mencionam serem estressantes. Cabe uma reflexão: Seria, um ambiente como esse, eficaz, produtivo para a empresa?

Segundo a Organização Internacional do Trabalho, alguns pilares devem ser verificados para obter um ambiente de trabalho decente. Dentre eles verificamos:

  • Gerar mais e melhores empregos (Igualdade de oportunidade e tratamento)
  • Fortalecer a governabilidade democrática (diálogo social)

O assédio moral contra os terceirizados é resultante do modelo econômico neoliberal, que impõe as empresas a alcançar determinadas metas, diminuindo os postos de trabalho de cargo efetivo, abrindo-se a possibilidade de o terceirizado sempre ser visto, em meio aos de cargo efetivo, como um trabalhador que não é parte da organização. Sua condição de fragilidade impõe-lhe medo e submissão, já que este pode ser desvinculado da instituição a qualquer momento.

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