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Artigo de Marketing voltado para projetos

Por:   •  13/6/2015  •  Artigo  •  2.788 Palavras (12 Páginas)  •  240 Visualizações

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HABITOS DE CONSUMO ALIMENTARES DA PERIFERIA DE SÃO PAULO

Barbara Braga                         RA 2978563039         Gestão Marketing         2º Sem

José Carlos Queiroz de Souza        RA 8828419394         Gestão Marketing         2º Sem

Jaqueline Ribeiro                 RA 9895555410         Gestão Marketing         2º Sem

Kamila Martins                        RA 9911174507         Gestão Marketing        2º Sem

Laís Queiroz                         RA 1299103841         Gestão Marketing         2º Sem

Marseu Carvalho                 RA 2953588910         Gestão Marketing         2º Sem

Introdução

Quais os principais hábitos de consumo alimentares do público da periferia de São Paulo, e qual a sua visão em relação a uma gastronomia mais elaborada? Este trabalho tem como objetivo pesquisar e identificar os hábitos alimentares do público da periferia de São Paulo, e saber qual a visão deles em relação a uma gastronomia mais elaborada.

Tendo em conta o crescimento exponencial da nova classe média no Brasil, suas novas possibilidades financeiras, e sabendo que as periferias não contam com a presença de estabelecimentos que ofereçam sofisticação e pratos mais elaborados que tal público está agora disposto a pagar, surgiu a idealização dessa pesquisa que mostrará o perfil do público da periferia, seus principais hábitos de consumo alimentares, e sua visão referente à sofisticação e a uma gastronomia mais elaborada a um preço acessível.

Essa pesquisa fará com que o mercado um pouco mais sofisticado tenha mais um material de estudo acerca do comportamento consumidor da nova classe média, e saber quais suas tendências e crenças no que tange a hábitos alimentares.

Tal estudo será complementado por meio de referencial teórico, de CHIRCHIL, Gilbert. Marketing, Criando valor para o cliente, 2001, ROCHA, Ângela e SILVA, Jorge.  Consumo a Base Da Pirâmide, estudos Brasileiros, 2013.


  1. Gastronomia

Segundo Ribeiro, (2006 p.41) é possível localizar a origem da palavra gastronomia em 1801. O termo foi utilizado por Joseph Berchoux. Não por acaso, dá-se o surgimento dessa palavra nos primeiros anos do século XIX, pois nesse momento há uma crescente parcela da sociedade, tomando consciência das potencialidades desse patrimônio cultural. Originalmente, ela se constitui na difusão a um público cada vez mais amplo, de uma arte de bem viver à mesa. Representa um requinte que teve diferentes formas nos diversos povos, nas várias fases da história, somente possível com o aumento de riqueza e determinadas condições de cultura.

O site Dilicios (2013) na publicação de Dilu aborda que termo Baixa Gastronomia emana uma exclamação de viva! Viva o tira-gosto! Viva o petisco! Viva a cozinha de boteco, pois dela saem essas pequenas porções (ou bálsamos?) carregadas de aromas e sabores, e que Alta Gastronomia, nada mais é do que um privilegiado financeiramente ou faz um esforço tremendo. Segundo Tullio Pillo, “Gastar muito, se sentir num TRONO, e depois MIAR pra pagar.” É claro que paga-se, muito, para viver um ritual elegante em restaurantes que propiciem momentos extremamente agradáveis, em experiências excepcionais que englobam comida, atendimento, atmosfera, glamour. Ao passo que Leonardo (2011) define a alta gastronomia é por definição uma cozinha de preparações e apresentações elaboradas, servida geralmente em pequenas e variadas porções utilizando tanto técnicas tradicionais como contemporâneas. É impossível falar da alta gastronomia sem antes mencionarmos a cozinha clássica e a Nouvelle Cuisine.

  1. Onde Nasce A Preocupação Com O Consumidor

Segundo Rocha e Silva (2005, p.37) em meados da década de 1990, os estudiosos já sinalizavam que uma força vinda do consumidor estava dando início à era do cliente. Bretzke (1992) apud Rocha e Silva (2005, p.37), escreveu que na era do cliente os consumidores querem voltar a serem clientes para serem tratados como indivíduos, com suas necessidades entendidas e atendidas individualmente. Era o período de transição do marketing tradicional para o marketing de relacionamento, que exigiu e exige um conhecimento muito mais profundo e detalhado dos determinantes do comportamento do cliente e de processo decisório de compra. Em 1999, Kotler Eshet, Mital e Newman, em suas duas mais recentes publicações sobre marketing e comportamento do cliente utilizam, respetivamente, o termo cliente em vez de consumidor.

  1. Comportamento consumidor

Hábitos de consumo ou comportamento consumidor é basicamente a maneira pela qual o consumidor pensa, sente, e age mediante a aquisição de certos produtos bem como o que influencia a variação nas suas práticas. Segundo o site Carta Capital (2012), hoje no Brasil em cada 10 pessoas apenas 3 fazem suas refeições em casa, mais da metade da população faz suas refeições na rua, e estima-se que grande parte desse público pertence às classes com menor poder aquisitivo, C, D, etc.

Para Churchill, (2001, pág. 146): comportamento consumidor são pensamentos, sentimentos e ações dos consumidores e as influências sobre eles.

O processo pelo qual consumidores compram produtos e serviços começam com reconhecimento de uma necessidade. Esse reconhecimento pode vir de uma sensação interna como fome, cansaço ou desejo de impressionar o namorado (a) (CHURCHIL 2001, p.146).

[pic 1] 

Figura 1: Modelo do Processo de compra do consumidor

Todo esse processo antecipa uma necessidade e Churchil, (2001, p.147) destaca uma hierarquia nas necessidades humanas criada pelo psicólogo Abraham Maslow, ele, afirma que o que motiva o ser humano são necessidades não atendidas, e que as pessoas satisfazem certas necessidades básicas antes de se sentirem altamente necessitadas a satisfazer outras, como mostra a figura 2.

[pic 2]

Figura 2: Pirâmide das Necessidades de Maslow

Carlos Alberto de Faria, no site Merkatus (2004), destaca que Maslow agrupou as necessidades humanas em cinco níveis:

1º.  Necessidades fisiológicas: Estas são as necessidades mais básicas, mais físicas (água, comida, ar, sexo, etc.). Quando não temos estas necessidades satisfeitas ficamos mal, com desconforto, irritação, medo, doentes. Estes sentimentos e emoções nos conduzem à ação na tentativa de diminuí-las ou aliviá-las rapidamente para estabelecer o nosso equilíbrio interno. Uma vez satisfeitas estas necessidades nós abandonamos estas preocupações e passamos a nos preocupar com outras coisas.

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