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Estratégia como padrão – Realizada

Por:   •  10/9/2019  •  Trabalho acadêmico  •  3.898 Palavras (16 Páginas)  •  8 Visualizações

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Estratégia I

Estratégia como plano – Pretendida

Estratégia como padrão – Realizada

Um dos primeiros estudos a contribuir parar a inserção da estratégia na prática gerencial foi a de Albert Chandler. Chandler concluiu que a estratégia define a estrutura organizacional.

Ansoff apontou para a necessidade de uma definição clara do escopo e da direção do crescimento da firma, o que o conduziu a uma visão de estratégia como sendo a conceituação do negócio da empresa e seu posicionamento em termos de produto/mercado.

Para Christensen a estratégia deveria ser resultado das adequações. Capacidade da Empresa X Oportunidades orientadas pelo ambiente

Segundo Porter, a estratégia deve ser claramente deliberada e colocar a empresa em posição de obter vantagem competitiva, o que significa desenvolver um conjunto de atividades especificas que tornem a empresa diferente dos concorrentes.

Estratégia Pretendida:

Planos e intenções da alta administração

Estratégia Realizada:

O que havia necessariamente feito

Estratégia Deliberada:

Foram cumpridas conforme seu planejamento

Estratégia emergentes:

Padrões ou consistências realizadas na ausência ou a despeito da existência destes padrões

[pic 1]

Pontos de concordância:

Inseparabilidade entre ambiente e organização.

As decisões estratégicas afetam o “bem-estar” geral e impactam o futuro da organização.

As estratégias podem ser implícitas ou explicitas.

A essência da estratégia é complexa.

Lidar com a competição é questão central no desenvolvimento de estratégias.

A estratégicas envolve questões tanto de conteúdo quanto de processo.

As estratégias não são puramente deliberadas e nem sempre estratégias são realizadas conforme planejadas.

As estratégias existem em níveis diferentes.

A estratégia envolve vários processos de pensamento.

Cinco P’s para Estratégia

Plano: Uma direção; um guia para o futuro

Padrão: Consistência de comportamento ao longo do tempo; estratégias emergentes geralmente seguem um padrão

Pretexto: Uma espécie de ardil ou manobra, através da qual uma organização pode efetivar a finalidade de ludibriar seus competidores atuais e potenciais

Posição: Visam direcionar a organização no sentido da busca por uma fixação de posição em relação aos ambientes (interno e externo) nos quais ela está inserida e, com os quais mantém relações simbióticas de sobrevivência. Baseia-se na lógica da competitividade.

Perspectiva: A maneira fundamental da empresa fazer as coisas que guia suas ações ao longo do tempo. As decisões estratégicas baseiam-se princípios, valores e percepções que o estrategista tem do ambiente.

Estratégias Prescritivas: Design, Planejamento, Posicionamento.

Preocupam-se com a questão de como as estratégias devem ser formuladas e baseiam-se em estratégias deliberadas.

            Escola do Design: propõe um modelo de formulação de estratégia que busca atingir uma adequação entre as capacidades internas e as possibilidades externas.

Sobre a avaliação externa, o modelo dá ênfase às avaliações das ameaças e oportunidades, versando sobre os aspectos tecnológicos, econômicos, sociais e políticos do ambiente de uma empresa e uma breve consideração das questões de previsão e mapeamento.

Sobre avaliação interna, aponta os pontos fortes e fracos da organização, e Andrews reconhece a “dificuldade para as organizações, bem como para os indivíduos, de conhecerem a si mesmos”, e a ideia de que “lampejo de força individuais e sem suporte não são tão confiáveis quanto os frutos da experiência gradualmente acumulados, relativos a produto e mercado”.

Dois fatores considerados importantes na formulação da estratégia:

  1. Valores gerenciais: as crenças e preferências daqueles que lideram formalmente a organização
  2. Responsabilidades sociais: especificamente a ética da sociedade onde a organização opera, ao menos como ela é interpretada por seus executivos.

  • Deliberada/consciente/racional
  • Concepção
  • Arquiteto da estratégia (gestor/estrategista)
  • Perspectiva (básica)
  • Única (ilimitadas)
  • Competências internas <-> Possibilidades externas

Premissas da Escola do Design:

  1. A formulação da estratégia deve ser um processo deliberado de pensamento consciente. A ação deve fluir da razão.
  2. A responsabilidade por esse controle e essa percepção devem ser do executivo principal: essa pessoa é o estrategista.
  3. O modelo da formulação de estratégia deve ser mantido simples e informal.
  4. As estratégias devem ser únicas: as melhores resultam de um processo de design individual. A escola do design pouco diz a respeito do conteúdo das estratégias em si, mas concentra-se no processo pelo qual elas devem ser desenvolvidas.
  5. O processo de design está completo quando as estratégias parecem plenamente formuladas como perspectiva. Esta escola oferece pouco espaço para visões incrementalistas ou estratégias emergentes. A estratégia aqui é a grande concepção, a escolha suprema.
  6. Essas estratégias devem ser explicitas; assim, precisam ser mantidas simples.
  7. Finalmente, só depois que essas estratégias únicas, desenvolvidas, explicitas e simples são totalmente formuladas é que elas podem ser implementadas. A escola do design faz uma separação entre o pensamento e ação; a formulação das estratégias fica de um lado e sua implementação do outro.

Crítica da Escola do Design:

[pic 2]A promoção que esta escola faz do pensamento independente da ação, de a formulação da estratégia ser, acima de tudo, um processo de concepção, em vez de aprendizado.

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