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Trabalho Governança Corporativa

Por:   •  15/5/2017  •  Trabalho acadêmico  •  1.135 Palavras (5 Páginas)  •  232 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

Governança Corporativa e Excelência Empresarial

Cabo Frio - RJ

2014

Claudia Pessanha da Silva

201407211382

Governança Corporativa e Excelência Empresarial

Trabalho acadêmico apresentado à disciplina de Governança Corporativa e Excelência Empresarial para obtenção de avaliação.

Cabo Frio - RJ

2014

Sumário

  1. Introdução .....................................................................................................................4
  2. Administração da Crise.................................................................................................4
  1. Considerações Finais ....................................................................................................5
  2. Referências ....................................................................................................................6


  1. Introdução

Em 2007 começou a ser observado uma mudança negativa no mercado e em 2008 o mundo foi surpreendido com a declaração que estávamos enfrentando uma crise financeira, nomeada como subprime.

Essa crise desencadeou nos EUA, onde financeiras americanas apostaram em financiamentos e linhas de crédito em cliente que não possuíam bom histórico de pagamento. Esses clientes colocaram suas casas como garantia de pagamento, porém o mercado imobiliário entrou em crise, reduzindo muito valor dos imóveis, e com isto as garantias de empréstimos perderam valor. Com este cenário, os bancos dificultaram novos empréstimos e esta ação reduziu o número de compradores, o que agravou ainda mais a crise. Os bancos venderam estes empréstimos hipotecários a outras instituições, como uma maneira de amenizar suas perdas e as instituições que compraram não conseguiram receber seus valores.

No 4º trimestre de 2008, os maiores bancos dos EUA, anunciaram seus prejuízos que giraram em torno de US$ 10 bilhões, entre eles estão o Citigroup e o Merril Lynch. E foi neste momento, que a globalização teve seu papel negativo. Como os EUA são uma potência mundial, esta crise afetou todo mercado global. As bolsas mundiais em apenas 3 meses sofreram perdas consideráveis trazendo impactos não somente financeiros, mas também sociais.

  1. Administração da Crise

Realizar uma aposta de risco, pode trazer um retorno financeiro, mas também pode levar a grandes prejuízos e manchar a administração da empresa para sempre. Decisões bem fundamentadas, são essenciais para a sustentabilidade no mercado. A ganância por lucros, pode levar a extinção de uma empresa, por isso o conselho de administração deve de fato, colocar em prática todas as ações de uma boa governança.

A estratégia correta é o ponto de partida para o sucesso. O conselho tem um papel vital na supervisão do desenvolvimento da estratégia e na sua implementação por parte da administração. Os conselheiros devem ter um entendimento amplo da sociedade, do segmento, das tendências emergentes e dos riscos, bem como das premissas estabelecidas pela administração. O conselho deve entender os principais riscos que a empresa pode estar exposta e atuar de forma eficiente a minimizá-los e até mesmo erradicá-los. A redução do risco também gera melhor precificação das ações, o que, por sua vez, incentiva novas aberturas de capital, fortalecendo o mercado acionário como alternativa de financiamento às empresas.

Ter a certeza de que os riscos estejam sendo tratados adequadamente é um desafio, mas também é um dever para os conselhos de administração.

  1. Considerações Finais

A crise iniciada no mercado imobiliário americano e agravada pelo mercado de derivativos conseguiu atingir praticamente todas as economias do mundo e este desastre foi potencializado por vários erros de regulamentação do governo e má administração das empresas. A falta de cautela em conceder empréstimos hipotecários e apostas arriscadas foi um erro grave cometido, gerado, na minha opinião principalmente pela ganância das instituições. Essa ganância cegou as administrações, em seus conceitos básicos: Valorizar e proteger o patrimônio das empresas, estabelecer as estratégias da companhia e avaliar se estão sendo adequadamente executadas, realizando a gestão de riscos e aumentando lucros, solidificando as empresas no mercado.

Os resultados destes atos negligentes eram óbvios e pessoas tão por dentro do assunto se deixaram levar em apostas vagas sem segurança apenas por um retorno monetário sem alicerce. Atém uma pessoa, como eu, sem um conhecimento aprofundado no assunto, consigo perceber o quão arriscado foi esta aposta. Sendo o papel dos administradores atuar com estratégias seguras nas empresas, isso foi totalmente descartado em sua atuação. Não basta uma empresa declarar que pratica bons princípios de governança, é preciso implementá-los de verdade. E o papel do conselho de administração é justamente esse, para minimizar ou até mesmo evitar as consequências da crise, gerir a atitude de seus executivos não os deixando extrapolar em suas decisões. Exercer a transparência em todas as ações e tomadas de decisões nas empresas e de fato viver e praticar tudo que está nos planos de ação, tudo o que está no papel. 

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