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RELATÓRIO DAS EXPERIENCIAS VIVIDAS NOS ESPAÇOS DA FACULDADE SANTA MARIA NO DIA DA VIVÊNCIA SOBRE ACESSIBILIDADE

Por:   •  18/4/2020  •  Dissertação  •  805 Palavras (4 Páginas)  •  31 Visualizações

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Faculdade Santa Maria -FSM

Curso Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo Ergonomia e Acessibilidade

MISRAEL JOSÉ DE OLIVEIRA

RELATÓRIO DAS EXPERIENCIAS VIVIDAS NOS ESPAÇOS DA FACULDADE SANTA MARIA NO DIA DA VIVÊNCIA SOBRE ACESSIBILIDADE

CAJAZEIRAS/PB 2019

MISRAEL JOSÉ DE OLIVEIRA

RELATÓRIO DAS EXPERIENCIAS VIVIDAS NOS ESPAÇOS DA FACULDADE SANTA MARIA NO DIA DA VIVÊNCIA SOBRE ACESSIBILIDADE

Relatório apresentado para obter nota parcial da disciplina de Ergonomia e Acessibilidade do 6º período no curso Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, da instituição Faculdade Santa Maria.

CAJAZEIRAS/PB 2019

Sumário

RESUMO        4

OBJETIVOS        5

OBJETIVO GERAL        5

OBJETIVO ESPECÍFICOS        5

DESENVOLVIMENTO        6

RESUMO

Os processos de aprendizagem sobre acessibilidade de forma teórica não são o suficiente para se obter uma real empatia pelas pessoas que passam por isso todos os dias, apenas conhecer em teoria não nos permite identificar as dificuldades reais e as suas barreiras para os indivíduos que tem que enfrenta-las. Pensando nisso essa experiencia de vivência é o modelo, mas adequado para que se entre na “pele” e se pode identificar os reais problemas (mesmo que parciais, já que não temos como realmente ter total experiencia igual as pessoas que passam por tal dificuldade). Identificar, avaliar e solucionar são algumas das palavras principais que vem bem depois de empatia sobre essas pessoas.

OBJETIVOS OBJETIVO GERAL

  • Relatar como foi a experiencia vivida no dia do experimento;

OBJETIVO ESPECÍFICOS

  • Avaliar, pensar e tentar encontrar uma maneira de diminuir as barreiras e dificuldades;

DESENVOLVIMENTO

Durante o dia da vivência fiquei junto do grupo numero 2, no nosso caso seriamos os “acidentados”, teríamos que simular que uma das pernas estava quebradas (deixando- a imóvel) nos locomovendo de muletas durante um percurso sinuoso e com varias dificuldades. Durante esse percurso sentir a dificuldade de me locomover em segurança, parecia que estava me desequilibrando no piso, não me sentia confiável ao me apoiar nas muletas pois o piso não estava em nível e sentia como se fosse escorregar a todo momento, nesse sentido o piso não era acessível de acordo com a NBR 9050/2015 – 3.1.32 – rotas acessíveis “ trajeto continuo, desobstruído e sinalizado...”, apesar de ter um piso tátil que ao meu ver atrapalhava a fixação das muletas onde eu me sentia inseguro em colocar a muleta ali em cima.

Se tratando de rampas sentir que estavam inadequadas e o esforço era muito maior para se locomover ao ponto de se machucar nas axilas e costas forçando para subir as mesmas, isso quando o piso não era liso ou áspero de mais para se sentir preso ao mesmo. Segundo a norma 9050/2015 – 3.1.30 – “Inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento, com declividade igual ou superior a 5%”, as rampas estavam fora deste padrão. Quanto as soluções deste caso, como me senti inseguro o tempo inteiro e vê colegas quase escorregarem, acho que pisos mais adequados e rampas com uma inclinação não tão íngreme podem ajudar a diminuir os obstáculos, desde que se tenha um melhor direcionamento das rotas e tente se facilitar o acesso de qualquer pessoa.

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