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ATPS: Aplicação de métodos de análise financeira e econômica para desenvolver uma opinião sobre o patrimônio em saúde da empresa analisada

Por:   •  5/4/2015  •  Seminário  •  3.824 Palavras (16 Páginas)  •  70 Visualizações

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO___________________________________________________________03

ETAPA 01: ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL___________________________03

ETAPA 02: FUNÇÃO DOS ÍNDICES ECONÔMICOS E FINANCEIROS__________07

ETAPA 03: VIABILIDADE ECONÔMICA E FALÊNCIA DA EMPRESA_________12

ETAPA 04: CICLO OPERACIONAL E CICLO DE CAIXA________________________16

CONSIDERAÇÕES FINAIS_________________________________________________17

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS_________________________________________17

INTRODUÇÃO

Nosso objetivo ao apresentarmos esta atividade complementar (ATPS), consistira à aplicação das técnicas de análise financeiro-econômica para a elaboração de um parecer sobre a saúde patrimonial da empresa analisada.

Desta forma cada etapa desenvolvida proporcionará os instrumentos necessários para atingirmos o objetivo proposto. Na primeira etapa, apresentaremos a necessidade da Análise Vertical e da Análise Horizontal como auxílio na tomada de decisão, bem como interpretaremos as variações ocorridas apuradas nesta elaboração. Na segunda etapa, demonstraremos a necessidade e a função dos índices econômicos e financeiros para obtermos uma visão transparente da empresa estudada. Nesta terceira etapa, utilizaremos o método DUPONT e o termômetro de insolvência para a elaboração de projeto de viabilidade econômica para a empresa em foco, bem como prever possível falência ou tendência para a mesma. Na última etapa, serão utilizados os conceitos básicos da preparação do Fluxo de Caixa e as tendências gerenciais do demonstrativo, na empresa analisada.

ETAPA 01: ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

Tanto a Análise Vertical quanto a Análise Horizontal se fundamentam no estudo de tendências. A Análise Vertical mostra a importância de cada conta dentro da demonstração financeira e através de comparações é possível inferir se ela está dentro ou fora dos padrões usuais. Já a Análise Horizontal mede a evolução de uma conta ao longo de dois ou mais exercícios, o que permite uma ideia de tendências futuras. Vejamos as tabelas:

Tabela 01: Análise Vertical da DRE das Indústrias Romi S. A.

[pic 1]

 Fonte- O autor

              Tabela 02: Análise Horizontal da DRE das Indústrias Romi S. A

[pic 2]

Fonte: O Autor

Tabela 03: Análise Vertical do Balanço Patrimonial das Indústrias Romi S.A.

[pic 3]

Fonte: O Autor

[pic 4]

Fonte: O Autor

Tabela 04: Análise Horizontal do Balanço Patrimonial das Indústrias Romi S.A.

[pic 5]

Fonte: O Autor

[pic 6]

Fonte: O Autor

Observando as tabelas acima apresentadas sobre as Demonstrações Financeiras da Indústria Romi S.A., podemos fazer as seguintes considerações:

Em 2007 a receita de vendas da referida empresa era de R$ 761.156.000,00, em 2008 esse total passou para R$ 836.625.000,00, gerando um aumento significativo de 9,92%. Ao mesmo tempo, o custo com as vendas aumentou em 15,74% em comparação ao exercício anterior, representando 49,79% do total das receitas. Esse aumentou gerou um impacto negativo na margem bruta que diminuiu sua representação em relação ao montante da receita de vendas em 2,33%. Ou seja, embora o lucro bruto tenha se elevado monetariamente (passando de R$ 272.085.000,00 para R$ 279.574.000,00), quando comparado à receita, apresenta uma redução na sua participação proporcional (35,75% para 33,42%).

Podemos inferir, ainda, que embora as vendas da empresa tenham aumentado, o lucro líquido diminuiu praticamente na mesma proporção, 9,07%, passando a representar apenas 13,5% dos 16,32% que representava em 2007. E isso se explica pelo aumento significativo do gasto com as despesas operacionais que comparada ao exercício anterior aumentaram 15,64%.

Em relação ao Balanço Patrimonial, quando analisamos o grupo do Ativo Circulante observamos que apesar da participação deste ter caído de 58,64% para 53,33% (pela análise vertical) o seu valor absoluto cresceu em 12,71% (pela análise horizontal).

Outro ponto interessante da análise é que dentro do grupo dos ativos circulantes o maior acréscimo está na conta Outros com 108,31%, mas ela se torna inexpressiva quando, através da análise vertical, vemos que a conta representa apenas 0,44% do total do ativo.

Observamos ainda, que a maior parte dos recursos da empresa provém de financiamentos (principalmente do Finame fabricante em longo prazo – 27,26%) enquanto que a maior aplicação está nos valores a receber a longo e em curto prazo (18,45% e 28,83%, respectivamente), seguido pela conta estoques (17,16%).

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