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Estudos baseados em informações sobre crescimento econômico e desenvolvimento do Brasil com análise de dívida estadual, interna e externa, reservas monetárias, inflação, aldeias e interesse

Por:   •  20/5/2014  •  Trabalho acadêmico  •  949 Palavras (4 Páginas)  •  154 Visualizações

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 4

1 CRESCIMENTO ECONOMICO 5

1.1 DIVIDA PÚBLICA 5

1.2 DIVIDA INTERNA 5

1.2.1 DADOS DA DIVIDA INTERNA 6

1.2.2 DIVIDA EXTERNA 7

1.3 RESERVAS MONETÁRIAS INTERNACIONAIS.......................................................7

1.3.1 INFLAÇÃO, SELIC E JUROS .................................................................................8

2 DESENVOLVIMENTO ECONOMICO 6

2.1 CIÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA 6

2.1.1 Somos sujeitos ativos na construção da história 7

CONCLUSÃO OU CONSIDERAÇÕES FINAIS 8

REFERÊNCIAS 9

INTRODUÇÃO

Nesse trabalho será apresentado estudos e pesquisas baseadas em informações sobre o Crescimento e Desenvolvimento Econômico do Brasil, com análise das Dividas Pùblicas, Internas e Externas, Reservas Monetárias, Inflação, Selic e Juros.

CRESCIMENTO ECONOMICO.

O Crescimento Econômico do Brasil teve diversas variáveis. No período de 1930 à 1981, esse crescimento foi em médio de 65 ano. Já de 1981 à 2009, a economia sofreu grande queda, chegando seu nível de crescimento à uma margem de 2,7% ao ano.

Uma das grandes conseqüências dessa queda, foi a diminuição do PIB Mundial, que passou a ser de 3,9% para 2,7%. Porém, podemos notar que houve grande mudança nesse índice, onde em 2010 foi registrado um índice de crescimento superior a 7% ao ano.

As expectativas internacionais relacionadas a economia brasileira, aumentaram devido ao governo conservador do então presidente Lula, porém somente com visão à longo prazo.

O mercado baixou novamente, na última

semana, a sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, que passou de 4,03% para 4%. Foi a quinta queda consecutiva. Para 2012, a previsão do mercado de crescimento da economia brasileira recuou de 4,40% para 4,30%.

1.1 DIVIDA PÚBLICA

Em 2005, o governo havia estabelecido um acordo com FMI, onde a meta era de um superávit primário de 4,25 % ao ano, onde o Brasil fechou com 6,3% ao ano. Com esse índice, foi possível quitação da dívida que era em torno de US$ 15,5 bilhões, não sendo mais necessário a continuação com o acordo. .

1.2 DIVIDA INTERNA

O crescimento da dívida interna aumentou no último ano, chegando a 1,67 trilhão. A divida interna baseia-se na soma dos gastos do Estados, Municípios, Empresas Estatais da União-federal.

A dívida pública interna possui três causas: o financiamento de novas despesas públicas em bens e serviços (educação, construção de novas obras etc.), os gastos com juros sobre as dívidas contraídas no período anterior e, quanto ao governo central, a política monetária e cambial adotada.

Não podemos deixar de citar que o atual governo mantém um controle, visando o equilíbrio entre inflação, contas fiscais e contas externas, além da redução da relação dívida / PIB, devido à forte redução da parcela corrigida pelo câmbio.

1.2.1 DADOS DA DIVIDA INTERNA.

|DIVIDA INTERNA DO BRASIL |

|PERÍODO: 1994 A 2010. |

|ANO |VALOR EM BILHÕES |

|1994

|153 |

|1995 |208 |

|1996 |269 |

|1997 |308 |

|1998 |386 |

|1999 |517 |

|2000 |563 |

|2001 |661 |

|2002 |881 |

|2003 |913 |

|2004 |957 |

|2005 |979,7 |

|2006 |1.093 |

|2007 |1.224,00 |

|2008 |1.250,00 |

|2009 |1.398,00 |

|2010 |1.550,00 |

Baseados

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