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Visita ao Museu de Hamamatsu

Por:   •  31/3/2015  •  Artigo  •  446 Palavras (2 Páginas)  •  717 Visualizações

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Museu Municipal de Arte de Hamamatsu

O museu fica localizado no centro da cidade no parque do Castelo de Hamamatsu, onde fica localizado também a prefeitura do municipio. Como o parque tem muito verde, o prédio do museu parece estar meio que camuflado numa floresta da região. Tem o formato retangular, com apenas dois pavimentos que parecem ser um salão de festas que ocupam o andar inteiro e que são separadas com divisórias provisórias para formar ambientes para exposições.

A entrada fica num canto do retângulo, e precisa-se estar atento para perceber que não é uma entrada de serviços e sim, a entrada principal do museu. Logo a frente, depois de passar a porta automática de vidro, tem uma escultura enorme de uma moto explodida. Toda em aço inoxidável e da marca Yamaha, o que nos faz lembrar que a cidade é a origem da maioria das fabricantes de motos do Japão.

Logo depois à esquerda tem um balcãozinho que parece ser de informações, mas é onde se deve comprar o bilhete para entrar no museu. Esquisito porque já estamos dentro e imaginamos que bilheteria precisa ter aquela janelinha de vidro. Pagando recebe-se um bilhete, mas que não precisa ser entregue a ninguém, o bilhete é apenas um recibo.

Neste dia da visita, a exposição era do Hiroshi Nakamura. Pintor surrealista não muito conhecido, mesmo aqui no Japão, e que provavelmente a razão da mostra é porque o pintor é conterrâneo da província. A exposição começa no térreo, com as primeiras pinturas do Hiroshi, e também algumas esculturas. O visitante não se perde porque é discretamente orientado a seguir um fluxo por plaquinhas com setas indicando salão I, II, III,... Mesmo desconhecendo a língua japonesa nao tem como perder o fio da meada. O segundo andar, que é um clone do primeiro, deve-se subir de elevador e do segundo desce-se por uma escadaria, que dá para um hall onde tem bugigangas para se comprar, naturalmente de tema arte.

Sobre o pintor, mesmo não entendendo de arte percebe-se que ele é um surrealista com tara por garotas estudantes com uniforme de marinheiro e trens. Assuntos muito comum entre os "otakus" japoneses.

Resumindo, a visita foi meio sem graça. Não que as pinturas sejam desinteressantes, mas como tudo tem as legendas somente na lingua japonesa ficamos sem saber da história toda. E, dentro do museu não é permitido o uso de celulares, assim só fiquei sabendo quem é o Hiroshi depois que saí do museu pesquisando na internet.

Portanto a lição é: antes de ir ao Museu Municipal de Arte de Hamamatsu, pesquise primeiro o que você vai ver ou aprenda a língua japonesa.

Bibliografia:

Reportagem sobre Hiroshi Nakamura no Japan Times. http://www.japantimes.co.jp/culture/2007/02/15/arts/a-cockeyed-view-of-reality/#.VPGZTfmUeSo

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