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ESTUDO DIRIGIDO – ATIVIDADES COMPLEMENTARES III

Por:   •  27/3/2016  •  Trabalho acadêmico  •  5.144 Palavras (21 Páginas)  •  440 Visualizações

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ESTUDO DIRIGIDO  – ATIVIDADES COMPLEMENTARES III

OBJETIVOS

INSTRUÇÕES GERAIS

  • Estimular a leitura do material didático;
  • Fixação e reforço do conteúdo didático pedagógico ministrado;
  • Estimular a pesquisa;
  • Incentivar a leitura de textos complementares a cerca dos conteúdos;
  • Permitir a formação generalista requerida pelas diretrizes curriculares do curso de Educação Física. 
  • Individual
  • Entrega: DE MARÇO PARA O PROFESSOR (A) RESPONSÁVEL DO PI – EM MÃOS PARA CORREÇÃO ENTRE OS DIAS 7 A 11 D EMARÇO.
  •  RETIRAR A CORREÇÃO (DEVOLUTIVA) COM O PROFESSOR DO PI NO DIA 17 A 23 DE MARÇO.
  •  POSTAGEM FINAL: 26/03 (sábado) Deve ser feita através do sistema de Atividades Complementares (Portal Universitário) e para alunos da matriz 2010 enviar por e-mail – morgana.silva@grupointegrado.br - até às 23h do dia 26/03.
  • Horas a serem convalidadas:
  • BACHAREL: 20 horas
  • Digitado: contendo capa, com identificação acadêmica (nome e RA), Título do trabalho, Nome da faculdade, cidade e ano da entrega.
  • Ação sugerida: prestar atenção nas reportagens sobre a Exposição em redes sociais.
  • OBS: trabalhos idênticos terão nota atribuída = zero para ambos os acadêmicos envolvidos.

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TEMA CENTRAL DO ESTUDO DIRIGIDO - INSTITUCIONAL: DESASTRES E DESEQUILIBRIOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELA AÇÃO DO HOMEM

TEMA DO TRABALHO DO PROJETO INTEGRADOR DA DISCIPLINA “ATIVIDADES COMPLEMENTARES” REFERENTE AO ESTUDO DIRIGIDO: REFLEXÃO SOBRE A AÇÃO DO DESQUILIBRIO AMBIENTAL APÓS AO DESASTRE DE MARIANA.

REPORTAGEM 1: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/01/desastre-de-mariana-mg-faz-dois-meses-e-populacao-espera-solucoes.html 

Edição do dia 09/01/2016

Desastre de Mariana (MG) faz dois meses e população espera soluções

Moradores se queixam de prejuízos em suas atividades. A economia e os serviços essenciais estão ameaçados na região.

O maior desastre ambiental do país completou dois meses esta semana. E os moradores de várias regiões atingidas pela lama da barragem da Samarco em Minas estão à espera de soluções. Além da economia, serviços essenciais estão ameaçados.

O Rio Piranga tem a água um pouco marrom, mas é limpa. O sítio, às margens do rio, usa a água do Piranga pra irrigar o viveiro de mudas de árvores frutíferas. "A lama não atingiu nós aqui porque nós estamos acima do Rio do Carmo, porque se a gente estivesse onde o pessoal está morando lá embaixo, teria sido muito afetado”, diz o encarregado de serviços Dalci Antônio da Silva.

É que o Rio do Carmo, que fica do outro lado, trouxe a lama das barragens com tanta força que os rejeitos venceram a correnteza do Rio Piranga por vários metros. Os dois rios se encontram em um determinando ponto e é possível ver claramente a diferença na tonalidade. De um lado, a água mais turva, com rejeitos de mineração. Desse encontro, surge o Rio Doce, que segue o curso até o mar.

Desse ponto em diante, muda a cor e a vida no rio. O gado tenta beber a água com lama de rejeitos de minério. Nelson extraia areia no rio. Imagens que ele fez mostram como era o lugar antes do rompimento.

E veja na reportagem, logo depois que a lama chegou, levando tudo. Todo o equipamento de extração de areia se perdeu. “É muito prejuízo, né? Nós não recebemos benefício nenhum, de nada, até agora. Por enquanto está isso aí que vocês estão vendo. Os canos 'tudo' soterrado. Eles vêm, conversam, falam que vão resolver, alguém vai procurar e até hoje, nada", afirma Nelson Coelho, empresário.

Outro empresário, Ricardo de Freitas, também reclama de prejuízos. Ele diz que a extração de areia e de ouro no Rio Doce, com o uso de mergulhadores, era a única fonte de renda dele. "Nessa situação não tem como trabalhar devido à lama, cada vez descendo mais rejeito e eu não sei o que eu vou fazer pra sobreviver e sustentar minha família", diz.

A usina de Candonga parou de gerar energia quando a lama chegou ao reservatório. Boa parte da arrecadação dos municípios de Rio Doce e de Santa Cruz do Escalvado vem da venda da energia produzida na região. “É um recuso vital para o funcionamento dos municípios. No caso de Rio Doce, a gente faz a utilização desses recursos para pagamento de combustível da área de saúde e da área de educação, transporte escolar, além de pagamento de bolsa de estudo, um programa municipal que a gente concede a todo estudante", explica Silvério da Luz, prefeito de Rio Doce.

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