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PROJETO INTERDISCIPLINAR APLICADO A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS II

Por:   •  4/5/2015  •  Relatório de pesquisa  •  2.093 Palavras (9 Páginas)  •  548 Visualizações

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Universidade Anhanguera – Joinville Unidade 1

Centro de Educação a Distância

PROINTER

PROJETO INTERDISCIPLINAR APLICADO A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS II

Tutora a distância Profª. Esp. Mônica R. de Moraes

Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Pricila Bittencourt de Oliveira – 8739879975 – Gestão em Recursos Humanos

JOINVILLE / SC

2014

INTRODUÇÃO

As empresas são as principais agentes do desenvolvimento econômico de um país, onde os avanços tecnológicos  e a grande capacidade de geração de recursos fazem com que cada vez mais se faça necessária ações cooperativas e integradas que possam desenvolver processos com objetivos à Gestão Ambiental e a Responsabilidade Social.

Adotar uma postura ética, onde o respeito da comunidade passa a ser um grande aliado, ao mesmo tempo em que o reconhecimento desses fatores pelos consumidores e apoio dos seus colaboradores, faz com que se crie vantagens e por ser assim é que se atingem maiores níveis de sucesso e aceitabilidade, é de suma importância para o ambiente organizacional, bem como a organização em geral.

As responsabilidades Organizacionais em relação ao meio ambiente é focada na análise de como as empresas lidam com o meio em que estão inseridas e praticam suas atividades, sendo assim, uma empresa que possua um modelo de Gestão Ambiental já está relacionada à Responsabilidade Social.

Pode-se dizer então, que a Gestão Ambiental e a Responsabilidade Social são nos dias de hoje impulsionadas pela pressão para a regulamentação, bem como melhor prestígio perante a sociedade, que por sua vez está reconhecendo a responsabilidade social e ambiental como valores duradouros que muitas vezes indicam uma forma de avaliação para investidores e consumidores.

Perante tal situação, esse estímulo faz a sociedade compreender que os efeitos da produção, que antes era tido como um discurso evolucionista, desencadeia a preocupante condição de haver maior fiscalização e controle de qualidade rigorosos em virtude dos impactos ambientais que são causados pelos processos evolutivos.

Segundo Montibeller (2004, p. 4) ”na medida em que não se restringe o desgaste do meio, delimita-se o real valor futuro para as próximas gerações do bem ambiental.”

ETAPA 1: RELATÓRIO PARCIAL

Muitos questionamentos sobre as formas de atuação da humanidade sobre a natureza e a tradução das reflexões sobre as configurações de produção do espaço promovidas pela sociedade, impulsionaram uma crise que hoje desconforta a humanidade.

Lima e Pozzobon (2005) colaboram com esta reflexão lembrando que a sociedade ocidental, no decorrer dos anos 90, firmou o uso de um novo referencial científico para refletir a relação entre as populações humanas e o meio ambiente. Tais mudanças de atitudes são responsáveis por provocar uma participação mais atuante da sociedade na discussão e escolha do seu futuro, sendo também um modo de detectar problemas, objetivos e soluções por parte de todo um conjunto social.

Jacobi (2003) nos diz que a falta de informação, de consciência ambiental e uma ausência de práticas comunitárias fundamentadas na inclusão e comprometimento dos cidadãos, promovem juntas uma postura de desresponsabilizarão e cômoda espera da sociedade por iniciativas governamentais. É necessário transformar esta realidade e propor uma nova cultura de direitos e deveres, apoiada na motivação e participação ativa de todos os setores na gestão e cuidados ambientais. No mundo globalizado em que vivemos, a relação entre empresas e a sociedade cada vez mais se estreita para haver uma relação de troca, onde ambas possam interagir entre diversos aspectos organizacionais e sócio-econômicos.

Neste sentido, Donaire (1999) diz que o retorno do investimento, antes, entendido simplesmente como lucro e enriquecimento de seus acionistas, ora em diante, passa, fundamentalmente, pela contribuição e criação de um mundo sustentável.

Ainda no pensamento de Donaire  (1999, p.15)  "No principio as organizações precisavam preocupar-se apenas com a eficiência dos sistemas produtivos", gerar um lucro cada vez maior, padronizar cada dia mais o desempenho dos funcionários, essa visão industrial que as organizações idealizavam, foi tornando-se, ao longo dos anos, cada vez mais enfraquecida.

Para a conquista e manutenção de clientes e para a identificação de novos nichos de mercados as empresas atualmente buscam novas estratégias mercadológicas. A Responsabilidade Social e a Gestão Ambiental entram nesse contexto como aspectos que promovem oportunidades de negócio e não somente para efeito de cumprimento da legislação.

Vive-se num novo tempo onde ser uma empresa responsável torna-se vital para a sobrevivência organizacional. Empresas que não se adequam a tal realidade terão desvantagens competitivas.

Segundo Kinlaw (1998, p.22)

O termo "desempenho sustentável" descreve como as organizações devem conduzir seus negócios para continuar conduzindo os mesmos negócios futuro adentro. Se o objetivo primeiro das organizações é permanecer vivas, então o desempenho sustentável descreve o que é necessário para permanecer vivas na nova era ambiental. Seu desempenho de qualidade tornou-se o lema desta década, desempenho sustentável (ou algo similar) irá se tornar o lema da próxima década.

Se tratando disso é necessário, que empresas experientes identifiquem resultados econômicos e resultados estratégicos do engajamento da organização na causa ambiental. Identificando-os esses resultados não se viabilizam de imediato, há necessidade de que sejam corretamente planejados e organizados todos os passos para a interiorização da variável ambiental na organização para que ela possa atingir o conceito de excelência ambiental, trazendo com isso vantagem competitiva.

Sendo assim, segundo Elkington & Burke, apud Donaire (1999), Os dez passos necessários para a excelência ambiental são os seguintes:

1 - Desenvolva e publique uma política ambiental.

2 - Estabeleça metas e continue a avaliar os ganhos.

3 - Defina claramente as responsabilidades ambientais de cada uma das áreas e do pessoal administrativo (linha de assessoria).

4 - Divulgue interna e externamente a política, os objetivos e metas e as responsabilidades.

5 - Obtenha recursos adequados.

6 - Eduque e treine seu pessoal e informe os consumidores e a comunidade.

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