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PSICOLOGIA GERAL, ANTROPOLOGIA, FORMAÇÃO SOCIAL, POLÍTICA E ECONÔMICA DO BRASIL, FHTM DO SERVIÇO SOCIAL I.

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Por:   •  16/5/2014  •  1.373 Palavras (6 Páginas)  •  481 Visualizações

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO .............................................................................................4

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS .....................................................................................6

4 REFERÊNCIAS ........................................................................................................8

1 INTRODUÇÃO

O sistemático aumento na oferta de crédito nos últimos anos, aliado ao crescimento real da renda, principalmente nas classes de menor poder aquisitivo, torna essa avaliação essencial para se obter a realidade da evolução do nível de endividamento e solvência das famílias.

A proposta deste trabalho é traçar um cenário dos principais indicadores mensais de taxa de endividamento, número de famílias com dívidas.

A porcentagem de famílias brasileiras endividadas subiu para 57,3% em junho, ante 55,9% no mês anterior, quebrando um movimento de queda iniciado no mês de junho de 2011.Sendo que o motivo que as tem levado ;a se endividarem tanto são as facilidades de crediário oferecidos.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada ontem.

O levantamento da CNC define endividamento como a existência de um compromisso futuro de um pagamento, que não precisa estar necessariamente atrasado.

Recentemente uma medida incentivada pelo governo, a de reduzir os juros bancários, sinalizou também, além de menos sufoco para os cidadãos, a possibilidade de diminuição da inadimplência, pois quanto menores os juros, maiores as condições de serem honradas as dividas. No entanto, acreditamos numa medida simples e que pode ser exercitada por qualquer cidadão ou família, pode ajudar em muito na redução do endividamento. Trata-se de um bem elaborado orçamento domestico, com clara descrição do quadro de renda.

2 DESENVOLVIMENTO

No Brasil o endividamento é um reflexo da sociedade que tem como habito cultural o consumismo que é caracterizado como um problema de ordem social e não individual, o qual vem afetando milhares de consumidores e fornecedores especialmente os comerciantes,devido as altas taxas de inadimplência que posteriormente é repassada ao consumidor em exceção para que assim possa diluir os autos índices de inadimplência,devido a isso estão sujeitos as duras regras de mercado, os consumidores se tornam indefesos diante de um sistema complexo que os envolve na hora de adquirir produtos e serviços.

O endividamento por tanto pode se dizer que é uma doença de consumo e que tem como causa o complexo sistema mercadológico das atuais sociedades, o consumo deve ser visto sob perspectivas distintas que juntas podem inspirar o conceito mais adequado, dentre elas estão as faces; econômicas, culturais e estruturais.

Por fim há o contexto individual, entre eles destaca-se o dos prazeres emocionais do consumo; o chamado “comprar por comprar” tão somente para que sejam realizados desejos e prazeres a fim de proporcionar o que se chama; satisfações do ego.

A sociedade contemporânea tem como principal característica a

cultura de consumo, a partir da qual as pessoas associam felicidade e status

com o ato de adquirir bens ou serviços .

E vem crescendo a cada dia mais conforme a facilidade que a sociedade oferece, ou seja, lojas, mercados e prestadora de serviço com tudo isso o consumidor tem portas abertas para comprar sem se dar conta que muitas vezes está comprando produtos sem necessidade como roupas da moda ou produtos de ultima geração. O aumento na oferta de crédito concedido pelo governo nos últimos anos, aliado ao crescimento da renda, principalmente nas classes de menor poder aquisitivo, vieram para suprir um déficit gigantesco de desejos e de consumo da população, que por conseqüência tornaram-se fatores que colaboraram para o crescimento do endividamento das famílias brasileiras.

É notado atualmente um padrão de comportamento financeiro se repetir: gastar mais do que se ganha. O consumismo pelo simples fato de atender um prazer, desejo sem ter a consciência que aquilo é realmente necessário. Hoje bancos e lojas oferecem credito de maneira simples e pratica, mas crédito fácil não é sinônimo de crédito barato. A utilização equivocada do limite no banco, do cartão de crédito e do cheque especial como parte da renda, algumas pessoas simplesmente agregam aquele valor ao da sua renda. E a necessidade de demonstrar status, que querer provar algo e com isto comprometer boa parte ou quase toda a renda, sem equilibrar as finanças. O brasileiro está endividado – e fazendo novas dívidas – porque, nos últimos anos, descobriu o crédito. E, ganhando um pouco mais, acreditou em uma vida melhor. A geração de emprego e renda são realidades modernas e despertaram o poder de compra da população. Este poder legitimado pelo mercado, entretanto, não é tão grande quanto estamos acostumados a acreditar, Estão comprando mais, comendo melhor e satisfazendo suas necessidades e vontades. O problema é que assim o fazem confortados em projeções, num dinheiro que ainda não existe. O endividamento das famílias, e que acaba gerando a inadimplência não é somente prejudicial a quem deve. O crescimento da inadimplência prejudica a expansão do crédito, pois o risco de quem concede o crédito, seja lojista ou instituição bancária, aumenta e, naturalmente, são tomadas medidas cada vez mais severas para evitar o “calote” dos devedores, restringindo-se e limitando-se a concessão de crédito. Para se acabar com tanta divida teria que se fazer uma conscientização em massa, para que a sociedade faça um planejamento de seus gastos.

Em entrevista afirmaram que no trabalho tem observado que as pessoas têm ficado endividadas devido ao custo de vida mais alto, as rendas obtidas pelas pessoas estão sendo insuficiente o que leva a procura por crédito e financiamentos, assim, estabelece um ciclo vicioso e a cada

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