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Psicologia E Servico Social

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Por:   •  3/6/2014  •  2.607 Palavras (11 Páginas)  •  242 Visualizações

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O filme tropa de elite, é considerado uma manifestação de qualidade inerente sobre o aumento das drogas, nas periferias, e também a corrupção dos policiais.

Apontam os cotidianos das pessoas que sobrevivem diariamente no meio dos conflitos, nos morros, devido a uma expansão de tráfico de drogas, e aumento das violências urbanas.

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2- ANALISE DO FILME TROPA DE ELITE

A primeira parte do filme, é uma crítica da realidade vivenciada dentro do batalhão de operações especiais da polícia do BOPE no Rio de Janeiro.

Em 1997 o papa João Paulo II visitou a cidade do Rio de Janeiro, então o batalhão especial do BOPE, foi convocado pelo governo a fazer sua segurança, porque a polícia convencional não estava conseguindo combater o crime.

Quem foi designado a comandar o BOPE, foi o capitão Nascimento, ele era um homem honesto, seu treinamento era muito agressivo e violento. Ele achava que nas lutas, os aspirantes teriam que enfrentar tudo. Ele tentava superar as situações de stress, mas cumpria suas obrigações diante da sua função, com segurança e confiança naquilo que faz.

Ele ia deixar o BOPE, então estava procurando um profissional a sua altura, para substituí-lo.

Em sua residência, ele era muito temperamental, estressado e usava palavras obscenas para agredir sua esposa, que estava grávida.

Os policiais do BOPE tiveram que enfrentar vários obstáculos, no Rio de Janeiro os locais eram comportados por aglomerados de favelas, com carência do poder público, este poder tinha inexistência de propor ajuda aos moradores.

Estes moradores vivem em situações precárias, as favelas e os traficantes criam suas próprias leis, com isso, existem confrontos entre traficantes policiais e moradores da favela.

Os traficantes eram considerados inimigos, nasceram e cresceram naquela comunidade, eram pessoas pobres, escolheram o tráfico para sustentar seus familiares.

Há um descaso por parte do governo para com os policiais, eles recebiam salários

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inferiores a sua função, tem que subir morros atrás dos traficantes, arriscando sua própria vida.

Várias pessoas eram executadas e torturadas, tanto do lado dos policias quanto do lado dos traficantes considerando um grande número de homicídio.

Os estudantes universitários não apoiavam as atitudes de policias, quando estes assuntos eram abordados em sala de aula, eles participavam da ONG na favela, com o propósito de se aproximarem do tráfico, para consumirem e revenderem drogas na faculdade.

A segunda parte do filme, questiona várias torturas e corrupções por partes dos policiais e de hierarquia, sem terem apoio por parte do governo, muitos policiais, não aceitando os salários baixos recorriam há outros recursos para complementar sua renda .

Com isso, cobravam por fora para atuarem nas ruas, pegando dinheiro de traficantes, de jogo do bicho, e também dos comércios e faziam vários acordos com os traficantes do morro.

As culturas do batalhão do BOPE do Rio de Janeiro, estão relacionadas nos seus comportamentos, suas atitudes, suas formações intelectuais, em tudo que esta equipe adquire e transmite por meio de suas linguagens.

Suas manifestações culturais estão ligadas nas suas identidades humanas, seus direitos internos, elaborando assim suas próprias leis.

O autor do filme José Padilha, nos relatou as violências dentro do batalhão de policia do BOPE. Os policiais se comunicavam com símbolos e linguagem própria.

3- OS DOIS PRINCIPAIS CONFLITOS DO FILME

No filme houve dois conflitos que se destacaram, e um deles era o tráfico de drogas nas periferias do Rio de Janeiro, no morro dos prazeres.

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Baiano, era um dos personagens do filme, que se destacava como vilão, ele era o chefe do trafico, e muito violento com sua equipe, no morro havia uma ONG instalada que era subalternos as ordens dos traficantes, na última parte do filme baiano mata o administrador da ONG queimado dentro do pneu. Após este episódio, ele foi morto por um dos homens do batalhão do BOPE chamado Mathias.

O outro conflito do filme foi á corrupção dos policiais no meio das corporações, que agiam com desonestidades, um deles era o capitão Oliveira, que era considerado o queridinho do coronel, sempre estava envolvido em todo o esquema de corrupção. O capitão Fabio era outro corrupto, sempre se envolvia com pessoas indignas e prostitutas, ele faziam segurança nas portas de padarias, e cobrava este serviço por fora.

4- AS AÇÕES QUE O PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL PODERÁ FAZER PARA AJUDAR A COMBATER ESTES CONFLITOS

O profissional do serviço social tem que procurar entender, e ter percepção de analisar, o que levou o indivíduo a entrar neste caminho das drogas. Suas atitudes estão interligadas em seus fatos ocorridos anteriormente em sua vida, resgatando o seu passado.

Este profissional tem que trabalhar a questão social do indivíduo, de forma técnica, sendo assim, garantindo seus direito, e tornar-se proporcional sua qualidade de vida.

Por isso, que o profissional do serviço social, tem que ter uma visão ampla, ter um conhecimento especulativo sobre substâncias psicoativas, ter contatos diretos com municípios que ativa com ações e projetos, para com isso, buscar um mecanismo na inclusão social.

5- ABAIXO ESTÃO ALGUMAS INSTITUIÇÕES QUE TRATAM DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

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