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A Vivência Estética

Por:   •  12/11/2019  •  Trabalho acadêmico  •  2.597 Palavras (11 Páginas)  •  9 Visualizações

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Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Escola de Artes e Arquitetura

Ana Luiza Lemos

Rafaella Marçal

Vivência Estética de um Monumento

de Goiânia:

Monumento à Goiânia

Goiânia, 2018

Sumário:

Introdução .................................................................................................................... 02

Capítulo 1: Sobre o belo, a arte e a estética ................................................................. 03

Capítulo 2: Sobre a obra ............................................................................................... 05

Autor e contexto de criação ................................................................................ 05

Significado social da obra .................................................................................... 06

Capítulo 3: Vivência Estética ......................................................................................... 09

Conclusão ...................................................................................................................... 10

Referências ................................................................................................................... 11

Tabela de imagens ........................................................................................................ 11

Ana Luiza Lemos

Rafaella Marçal

Vivência Estética de um Monumento em Goiânia: Monumento à Goiânia

Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Goiânia, 2018

Introdução:

        Baseando nos estudos sobre arte e beleza e a proposta de uma vivência estética diante de uma obra a ser definida, foi escolhido o monumento das "Três raças" que se encontra na praça cívica para desenvolver tal atividade.  

        A obra é um ponto nodal e marca o centro de todo o tecido urbano da cidade, que por si só já possui relevância para uma vivência mais afundo. O motivo da escolha se resume, portanto, à proximidade da obra com a rotina cotidiana das integrantes do grupo, visto que apesar de ter sido vista inúmeras vezes, nunca tinha sido de fato observada, além da sua relevância visual na paisagem da cidade.

Capítulo 1: Sobre a arte, o belo e a estética

Foi durante o Renascimento que surgiu a união teórica do Belo com a Arte, consumada com a ideia de que a natureza era a fonte do belo, e que a arte deveria se sujeitar à beleza natural, para assim, gerar a beleza artística. A princípio, a arte se baseava em mimese, em que tudo o que era produzido era a partir de coisas reais, presentes na natureza, o que foi criticado por Platão, em sua obra “A República”, por categorizar tal fato como mentira, uma vez que se tratava da “reprodução criativa da realidade”.

A arte está diretamente relacionada com a totalidade da existência humana, mantendo conexões com sua história, religião, moral e a sociedade num geral. Segundo Aristóteles, a arte depende da atividade humana para existir, tendo como fim a realização de uma obra, ou seja, reproduzir de modo artificial os aspectos da beleza universal da natureza. Nesta visão a arte fica oposta a ideia de natureza.

A partir desta perspectiva de Aristóteles, se constrói um conceito de arte operativa e beleza contemplativa. Sendo que é na mentalidade Renascentista, que a arte ganha função espiritual ao unir a operação com a essência contemplativa de sua beleza.

Em termos de beleza, pode-se dizer que o belo se trata do objeto de contemplação pura na filosofia platônica. O que Kant acaba por concordar, uma vez que para ele o belo é também um ato contemplativo com caráter desprovido de interesse, apenas com uma finalidade intrínseca, a sua experiencia estética.

O belo está presente nas coisas que geram deleite ao espírito, manifestado através da visão e da audição, sendo a arte uma destas coisas. O belo é espiritual e sua produção depende da sensibilidade, estando diretamente relacionada com o domínio da imaginação, dos sentimentos e da percepção.

Em um sentido estético, o Belo é a qualidade de certos elementos que possuem características agradáveis e uma relação harmoniosa. O Belo estético apresenta, também, uma antecipação das qualidades morais que servem de modelo para o homem. Como na mentalidade de Sócrates, o belo é indissociável do bem, e tudo o que é bom é útil. E assim como para Aristóteles, o belo não está no exterior dos objetos, mas no seu correto funcionamento e na sua maneira de representar a coisa ou a ação, sendo a beleza uma propriedade intrínseca a obra de arte.

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