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Mito da caverna

Por:   •  25/12/2015  •  Resenha  •  400 Palavras (2 Páginas)  •  426 Visualizações

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“O MITO DA CAVERNA”

Foi através de tal obra que Platão de modo metafórico revela o papel do conhecimento, cuja sua busca ocorre através da filosofia. Ele usa a alegoria de uma caverna subterrânea, onde lá dentro se encontra homens presos desde sua infância, onde elesacreditam que a única realidade são as sombras projetadas nas paredes da caverna, Platão nos mostra dois personagens em um dialogo Sócrates e Glauco, seu discípulo, que passa a imaginar as abstrações sugeridas por Sócrates.

Imagine uma caverna subterrânea, dentro dela existem homens presos desde sua infância, onde permanecem olhandoapenas para as sobras projetadas na caverna levemente iluminada por uma clareira, por sua vez do lado de fora da caverna existem pessoas que manipulam objetos variados onde suas sobras são projetadas nas paredes das cavernas, sombras de bonecos de homens, figuras de animais  entre outros dos mais variados, ao longo da vida dos prisioneiros suas experiências eram limitadas as sobras projetadas nas paredes da caverna e as vozes emitidas de fora da caverna dos homens que conversavam entre si.

A metáfora de Platão nos mostra que quando somos cerceados do conhecimento nos tornamos “prisioneiros” das verdades imputadas a nós, onde a verdade distorcida da realidade é absorvida pelos nossos sentidos como verdade absoluta.

A separação do homem em relação ao mundo real representa para Max a “alienação social”, um mundo de estranhamento entre os homens e as coisas, através da representação da realidade prevalece sobre a verdadeira realidade, diante disso refletimos sobre os que vivem das representações sociais, são indivíduos que são prisioneiros de uma classe manipuladora que projeta “imagens” que atendam aos seus interesses.

É dada a oportunidade a um dos prisioneiros de ser libertado, depois de um certo receio o mesmo percorreu o caminho que o levaria para fora da caverna, em seu primeiro contato externo ele é ofuscado pelo brilho do sol, onde fica temporariamente impossibilitado de ver, e aos poucos sua visão vai se adaptando a claridade que lhe foi apresentada de forma tão brusca, em sua nova visão “verdadeira” o ex-prisioneiro fica perplexo com o novo mundo que lhe foi apresentado, tudo tão estranho e diferente, diante da contemplação da verdadeira realidade.

A impressão dada por Platão nos sugere é que a conquista do conhecimento impõe sacrifícios, mas é o único ato que representa a liberdade do individuo.

“A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original” (Albert Einstein).

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