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O Mundo De Sofia

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Por:   •  21/10/2013  •  648 Palavras (3 Páginas)  •  493 Visualizações

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O MUNDO DE SOFIA - Jostein Gaarder;

Hume: cresceu nas proximidades de Edimburgo, na Escócia e foi o segundo dos empíricos britânicos que defendiam a opinião de que nossa mente é totalmente vazia de conteúdo, enquanto não vivemos uma experiência sensorial. Mais do que qualquer outro, ele toma o mundo cotidiano como ponto de partida para sua reflexão. Querendo retornar a forma original pela qual o homem experimenta o mundo. Hume queria retornar ao modo como a criança experimenta o mundo, antes de o espaço de sua mente ser tomado por pensamentos e reflexões. Para ele, nenhuma filosofia que não aquela a que chegamos pela reflexão sobre o nosso cotidiano seria capaz de nos conduzir para alem dessas mesmas experiências cotidianas. A primeira coisa que constata é que o homem possui impressões, de um lado, e ideias de outro. Por impressão ele entende a percepção imediata da realidade exterior e pela ideia ele entende a lembrança de tal impressão. A diferença entre elas é que a impressão é mais forte e mais viva do que a lembrança que se tem dela mais tarde. Hume estão fica preocupado com o fato de que às vezes formamos ideias e noções complexas, para as quais não há correspondentes complexos na realidade material. Para Hume, porem, todo o material que usamos para compor nossas imagens oníricas chegou um dia à nossa consciência por meio de impressões simples. Nossa mente seria então uma espécie de teatro, no qual estes diferentes conteúdos se sucedem em suas entradas e saídas de cena, para ele o homem não possui uma base de personalidade, atrás ou abaixo da qual desenrola a cena de que não vemos que o filme se compõe de imagens isoladas. Resta acrescentar que a analise de Hume da consciência humana e a sua recusa em aceitar um núcleo constante e imutável para a personalidade já tinham sido defendidas por Buda. Também no âmbito da ética e da moral Hume se opôs ao pensamento racionalista que consideravam uma qualidade inata da razão humana o fato de ela poder distinguir entre certo ou errado, também chamada de direito natural. Mas Hume não acreditava que a razão determina o que dizemos e fazemos e sim nossos sentimentos.

Iluminismo: depois de Hume, o alemão Kant foi o próximo grande construtor de um sistema filosófico. Mas também a França teve muito pensadores importantes que se concentraram em sete pontos sobre as ideias do Iluminismo Frances, entre eles: a revolta contra as autoridades onde achavam que era muito importante permanecer céticos a todas as verdades herdadas e acreditavam que o próprio individuo deveria encontrar respostas às perguntas. A revolta contra o velho autoritarismo não tardou a se voltar também contra o poder da Igreja, do rei e da aristocracia. O segundo ponto seria o racionalismo que leva a semelhança dos humanistas da antiguidade, como Sócrates e os estoicos a uma crença inacabável da razão humana evidente no período do iluminismo francês. E isto levou ao pensamento do iluminismo dizendo a então que era chegado o momento de iluminar as amplas camadas da população, ou seja, de esclarecê-las. De volta a natureza esta era a palavra de ordem da critica à civilização. Só que para os filósofos do iluminismo a natureza era quase a mesma coisa que a razão. Isto porque, para eles, a razão era uma dádiva da natureza ao homem. Entre isso muitos lutaram por aquilo que podemos chamar de cristianismo

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