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Para onde vai o pensamento geografico?

Por:   •  16/4/2017  •  Trabalho acadêmico  •  1.939 Palavras (8 Páginas)  •  907 Visualizações

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                        Resenha

Aluno(a) Antônia Juliane do Nascimento Morais

Período: 3º período   

Professor: Luiz Antônio 

Tema: Para onde vai o pensamento geográfico? Por uma epistemologia crítica- O Homem estatístico-Ruy Moreira.

                                                Sobral ce 15 de Março de 2017                                                                                                                                                                            


Para onde vai o pensamento geográfico? Por uma epistemologia crítica- Ruy Moreira: O homem estatístico, Editora contexto 2008- São Paulo, 1º edição

             Em sua celebre obra, para onde vai o pensamento geográfico? Ruy Moreira, cita o homem estatístico um homem pela qual com o passar do tempo vai se modificando, tanto pela ação da natureza, que antes governava suas tarefas, e depois passa a ser a peça fundamental para o seu próprio desenvolvimento. Mas antes disso ele fala do modelo N-H-E, fazendo referência ao homem como segundo terço desse modelo.  

             O N-H-E (natureza, homem e economia), foi uma resposta a tais tipos de concepções que surgiu tempos atrás fundamentadas no neopositivismo, mesmo sendo uma resposta o N-H-E seguiu reproduzindo o modelo fragmentário, já que a natureza é maquina, o homem é estatistico, e a economia fragmentada, esse capitulo do livro é onde mostra uma interação do homem com a base física, onde o homem aprende a conviver e se relacionar, criando sua própria organização corológica na superfície terrestre, sendo que este capitulo nos mostra mais falando de população em geral do que do homem em si.

             O primeiro tópico do texto faz uma indagação sobre “o que concebemos por homem na geografia”, o homem estudado na geografia é o homem-demografia, que é o quantitativo em relação a população, é a ideia do homem excluído da natureza quando esta é reduzida a uma coisa física, um homem que não está situado na natureza e que também não está situado na sociedade, este tópico fala da evolução do homem e em certo momento comparando com o renascimento. O surgimento do homem estatístico, é voltado para um homem diferente, um homem pela qual é produtor e ao mesmo tempo transformador do que engloba o meio natural, ambos fazendo parte de uma só coisa.

             O segundo tópico refere se “o crescimento da população” onde aborda o problema da explosão populacional do globo na metade do século XX, onde a um enorme crescimento vegetativo, em relação  aos grandes índices de natalidade e os baixos índices de mortalidade, por que enquanto for maior os índices de nascidos e menor for os índices de mortos, maior vai ser o crescimento vegetativo, ocasionando problemas sociais em relação a esse crescimento.

             George em sua citação a respeito do espaço onde se vive, ou seja, do espaço de origem geográfica, percebe uma certa desigualdade entre os seres humanos, mesmo com todos recursos naturais presentes, ainda ah lutas de classes e entre poderes.

             Para Lacoste, á  uma clara ligação entre o conceito de subdesenvolvimento e a explosão demográfica, de resto um problema dos países subdesenvolvido, quanto maior for o crescimento demográfico maior vai ser o número de analfabetismo e de muitos outros problemas sociais, o problema em questão não é só a desigualdade mais sim o problemas sociais que pode se agravar com o alto crescimento populacional.

             Na revolução industrial, as taxas de natalidade permanecem altas, mas as taxas de mortalidade caem rapidamente, a iter relação a revolução industrial, um desenvolvimento desigual nas duas grandes partes do mundo que se convencionou de chamar de países desenvolvidos e subdesenvolvidos, com a urbanização com tudo, a taxa de natalidade começa a cair, aproximando da taxa de mortalidade já baixa, assim a taxa de crescimento vegetativo diminui, tornando  se pequena e volta no século XX, ao ritmo do crescimento demográfico de antes da revolução industrial.

             Nos países subdesenvolvidos, o processo histórico ocorre de maneira diferente, é quando o ritmo acelera nos países subdesenvolvidos, a causa é a propagação para estes países, dos recursos de higiene social produzidos nos países industrializados.

             Nos países industrializados a expansão demográfica é absorvida pelo próprio processo interno urbano de industrialização, o ritmo de crescimento populacional se espelha na estrutura etária.

             É inevitável a explosão demográfica então a migração do excedente populacional atua como mecanismo de atenuação e tensão local e assim de equilíbrio na relação entre necessidade e recursos.

             A estrutura da população, é representada por meio de uma pirâmide etária, na qual mostra o percentual de jovens e adultos e idosos, e também a estrutura por sexo que remete a distribuição da população  em homens e mulheres, essa pirâmide etária possui três patamares, a base larga da pirâmide corresponde a idade de jovens de 0 aos 19 anos de idade, representando 40% da população, nesse caso ouve um aumento da população jovem , o lado afunilado da pirâmide representa a população madura com a fachetaria de 20 aos 59 anos de idade, representando um pouco mais da metade da população existente, o ápice da pirâmide nos mostra pessoas com idade acima de 59 anos, ou seja pessoas consideradas idosas, correspondendo um número menor de velhos existentes, com um pequeno crescimento populacional, dar origem uma estrutura etária inversa.  

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