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O Príncipe Maquiavel (resumo)

Por:   •  21/6/2017  •  Resenha  •  463 Palavras (2 Páginas)  •  189 Visualizações

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O PRÍNCIPE

O livro O PRÍNCIPE, escrito por Nicolau Maquiavel em 1512, que nasceu em Florença, foi secretário e segundo chanceler da república Florentina, foi excluído da vida pública após os Médicis retornarem a corte, é dirigido a um príncipe que esteja governando um Estado, e o aconselha sobre como manter seu governo da forma mais eficiente possível. Essa eficiência é a ciência política de Maquiavel. Destina-se a falar sobre o estado, não como deveria ser mais como ele é; ou como deve ser conquistado e mantido. É um comentário da vida política da época, com uma conclusão que discuti a libertação da Itália dos franceses e espanhóis, considerados bárbaros em suas intervenções políticas. Considerado como um manual para governadores tenta explicar como conquistar e manter o Estados, além de outros temas como alianças, negociações e acordos políticos, relações entre o Estado e o povo, política interna e externa, corrupção, nepotismo e favorecimento. Começa descrevendo os diferentes tipos de Estado e como cada tipo afeta a forma de governo do príncipe. Também ensina como um príncipe pode conquistar um Estado e manter o domínio sobre ele. Os Estados são classificados, pôr Maquiavel, como repúblicas ou principados, hereditários ou novos, que são conquistados ou recebidos; Ex: Principados hereditários por já estarem afeiçoados a família do príncipe é mais fácil de mantê-los. O difícil é manter os principados novos que na verdade não são novos, e sim mistos por terem sido incorporados a um Estado hereditário. Consideram-se inimigos do príncipe todas as pessoas que se sentiram ofendidas com a ocupação do principado. Maquiavel apresenta os problemas e as dificuldades, e isso tudo é demonstrado de uma forma que parece não haver solução. Porém, logo em seguida ele apresenta não só a solução para os problemas como também conselhos, os quais o governante deve seguir se quiser ser bem sucedido. Se um príncipe anexa um Estado a outro mais antigo, e sendo este da mesma província e da mesma língua, ele será facilmente conquistado. Porém, para mantê-lo deve-se extinguir o sangue do antigo governante e não alterar as leis nem os impostos. Agindo dessa forma, em pouco tempo está feita a união ao antigo Estado. Também numa província diferente por línguas, costumes e leis, faça-se o príncipe de chefe e defensor dos mais fracos, e trate de enfraquecer os poderosos da própria província, e de salvaguardar-se para que não entre um estrangeiro tão poderoso quanto ele. Maquiavel afirma que quando se utiliza as colônias, os únicos prejudicados serão aqueles que perderem suas terras, mas estes sendo minoria não poderão prejudicar o príncipe, ou seja, o meio utilizado para se fazer as colônias pode até não ser o mais correto, mas se o fim for bom, o meio foi justificado. Maquiavel fundamenta toda a sua teoria na história

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