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Resumo Livro: Brasil de Fernando a Fernando: Neoliberalismo, Corrupção e Protesto

Por:   •  4/11/2017  •  Resenha  •  670 Palavras (3 Páginas)  •  257 Visualizações

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Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro[pic 1]

História Econômica, Política e Social do Brasil

ALUNO: Eriane Siqueira
PROF.: Rômulo Mattos
TURMA: Terça e Quinta | 7h 

RIO DE JANEIRO – RJ
Junho/2017

Resenha: Capítulo 2 – Do mito à razão


Livro:
Brasil de Fernando a Fernando: Neoliberalismo, Corrupção e Protesto.  - Alberto Tosi Rodrigues 

Alberto Tosi Rodrigues, nascido em 1965, em Ibitinga - São Paulo -, foi um pesquisador renomado no campo da Sociologia e da Ciência Política. Seus trabalhos tiveram como principais objetos os conflitos políticos, a democracia e a sociologia relacionada à educação. As temáticas desses objetos de pesquisa possibilitaram a criação de livros, como: “Sociologia da Educação” (2000); “Diretas já: O grito preso na garganta” (2003); e “Brasil, de Fernando a Fernando: Neoliberalismo, corrupção e protesto na política brasileira de 1988 a 1994” (2000).  

        Este último, no capítulo dois, apresenta a trajetória do primeiro presidente eleito por voto direto após o Regime Militar, Fernando Collor. Alberto Tosi, também tem como objetivos nesse capítulo, explorar a minimização do caráter autocrático do novo governo baseada na “emergência econômica” e o conflito entre a “necessidade” de uma política neoliberal e a “possibilidade” de uma democracia.

 O autor, já no início, aponta os fatores que levaram a rápida ascensão de um político desconhecido e integrante de um partido pequeno, são eles: “o vácuo do poder e o caos econômico. ” Com um discurso moralizante, “o caçador de marajás”, antes mesmo de tomar posse, com a sua equipe indicou medidas econômicas emergenciais que visavam preparar o terreno para as medidas que seriam implantadas após a posse. Nesse meio tempo, o futuro presidente usava algumas estratégias para não vincular sua imagem ao governo que estava prestes a sair. Também enquanto isso, Collor ganhava tempo para elaborar medidas para conter a inflação. Tosi, conclui que o grave momento econômico que o país passava favoreceu a aceitação das medidas “salvadoras” de Collor, que tinham um caráter neoliberal e tinham como objetivo a abertura comercial e a privatização.

        Com a vitória de Collor, há, então, um processo de racionalização e centralização do Estado brasileiro, ou seja, o novo presidente concentrou os poderes no executivo e excluiu os outros poderes e suas funções em nome da “emergência econômica”. Uma das características marcantes do novo governo foi a nomeação de Zélia Cardoso de Melo para o Ministério da Fazenda. Pois, essa atitude demostra a personalização da figura do presidente e a extrema autonomia que ele achava ser seu direito. Zélia recebeu do presidente plenos poderes para conduzir programas que estabelecessem a economia. É claramente visível que o novo presidente formou seu gabinete com ministros que não lhe trouxessem problemas políticos e pessoais.

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