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RESENHA DE RAÍZES DO BRASIL - HERANÇA RURAL

Por:   •  30/6/2017  •  Resenha  •  987 Palavras (4 Páginas)  •  570 Visualizações

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Capítulo 3: Marcele Mesquita

Capítulo 4: Izabella Soares

RESUMO DO CAPÍTULO 3 DE RAÍZES DO BRASIL

HERANÇA RURAL

Os portugueses instauraram, sem dúvidas, uma civilização de raízes rurais. Houve um período de vitalidade nos anos seguintes logo depois do primeiro passo para a abolição da escravidão. A lei de Euzébio de Queirós golpeou os interesses mercantis com o tráfico e a fundação do Banco do Brasil em 1851 foi uma porta de oportunidades para todas as classes, visto as facilidades do crédito.  Foi um período de prosperidade que logo teve seu fim devido à realidade econômica do país ainda fadado à imaturidade do Brasil escravocrata. Foi um período demorado para as transformações (arificiais e superficiais) enquanto perduravam os padrões econômicos e sociais da era colonial. 

         A Lei Ferraz de 22 de agosto de 1850 reduziu as taxas de importação sobre as máquinas, ferramentas e ferragens. Esse foi o desfecho de uma situação insustentável da ambição de vestir um país ainda preso à economia escravocrata com os trajes de uma grande democracia burguesa. A situação  do país contínuo até mesmo depois da independência: domínios rurais e poder absoluto do proprietário. 

No Brasil, a família patriarcal fornece o grande modelo por onde se hão de calcar, na vida política, as relações entre governantes e governados. 

É interessante ressaltar que o Brasil não foi agrícola, mas sim rural. Nossos colonizadores não se preocuparam com a área urbana, portanto, a estrutura da nossa sociedade é rural e sem empreendedorismo latifundiário nas lavouras e na estrutura da economia colonial, com ausência nas demais atividades produtoras, oposto nas outras colônias, inclusive nas da América espanhola. Sempre houve uma busca pelo lucro fácil. Um exemplo disso foi a exploração nada inteligente sobre as terras do Brasil, que eram queimadas sem nenhum pensamento conservador e empreendedor. 

RESUMO DO CAPÍTULO 4 DE RAÍZES DO BRASIL

SEMEADOR E LADRILHADOR

A colonização e dominação portuguesa foi muito diferente da espanhola. Os portugueses no Brasil renunciaram o objetivo de implantar as normas e culturas, já que nunca quiseram morar aqui, mas sim, fazer do Brasil apenas um país de exploração comercial. Portugal nunca investiu uma base mais sólida aqui, embora o país sempre fosse repleto de riquezas naturais. Os portugueses então chegam ao Brasil e conseguem uma convivência mais “harmoniosa” com os nativos, a fim de usá-los, ao invés de destruir. Em contrapartida, os espanhóis tiveram maior dificuldade de convivência com os índios, pois chegaram de forma mais agressiva, tentando se impor culturalmente e transportar o modo de vida da metrópole para a colônia.

Outra grande diferença foi que os americanos fizeram uma exploração litorânea, que era onde havia mais facilidade para eles. Ademais, encontraram um povo que falava a mesma língua e isso facilitou o processo de colonização. É possível perceber que as grandes capitais do país se localizavam em cidades litorâneas, onde tinham portos que favoreceram o transporte de mercadorias. Enquanto isso, os espanhóis tentaram uma civilização pelo interior, visto que tinham um planejamento melhor que os portugueses. Como também havia um objetivo de construir uma civilização espanhola na América, eles planejavam mais a construção das cidades, que tinha início pela praça maior, pois servia de base para o traçado das ruas.  Ainda seguiam um determinado padrão em que as ruas mais largas deveriam ser construídas em lugares mais frios e as estreitas, em lugares mais quentes. Pode-se dizer então que as construções das cidades foram objetos de dominação pelos colonizadores.

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