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Resenha Crítica Douglas Brown, Teaching by Principles – An Interactive Approach to Language Pedagogy

Por:   •  23/8/2017  •  Resenha  •  1.312 Palavras (6 Páginas)  •  1.045 Visualizações

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FACULDADE DE LETRAS: PORTUGUÊS – INGLÊS

RESENHA CRÍTICA

Aluna: Caroline Cruz Ferreira

Douglas Brown, Teaching by Principles – An Interactive Approach to Language Pedagogy

1. CREDENCIAIS DO AUTOR

        H. Douglas Brown é professor de Inglês na Universidade Estadual de São Francisco (SFSU), onde é diretor do American Language Institute. Anteriormente, ensinou na Universidade de Michigan e da Universidade de Illinois. Foi o presidente do TESOL em 1980 a 1981 e dentre os anos de 1970 a 1979 foi o editor da aprendizagem de línguas. Lecionou em todo os EUA e internacionalmente.

        Professor Borwn publicou muitos artigos e livros sobre aquisição de segunda língua e da pedagogia.

        Algumas de suas publicações incluem: Princípios de Aprendizagem e Ensino (Terceira Edição, 1994 Ensinar pelo Princípios: uma abordagem interativa para Pedagogia Language (1994); Leituras sobre aquisição de segunda língua (co-editado com Susan Gonzo, 1994); Quebrar a barreira da língua (1991); Um Guia Prático para a aprendizagem das línguas (1989); Estratégias para o Sucesso: Um Guia Prático - Um Guia estratégias para os alunos ES / FL (no prelo, 1999); Vistas - um nível múltiplas séries basal ESL (1992); Voyages - uma nova versão extensivamente modificado e adaptado da série acima (1998); Desafios - um livro sobre leitura acadêmica e escrita (co-autoria com Deboarah Cohen e Jennifer O'Day, 1991.

2. RESUMO DA OBRA

No livro de Douglas Brown, "Teaching by Principles – An Interactive Approach to Language Pedagogy" no capítulo 18 - "Teaching Reading", traz várias questões pertinentes no que se refere ao trabalho de leitura de uma segunda língua. Primeiramente, o autor trata logo no início do texto, referindo-se aos poucos estudos e pesquisas destinados a esse campo de ensino, sobre a importância da leitura de um segundo idioma em sala de aula, que são quase inexistentes e revê alguns dos pontos de sua pesquisa sobre o tema, o qual se iniciou apenas no ano de 1970. Desse modo, um dos intuitos do autor é o de apresentar um debate sobre o tema, mostrando as características da linguagem escrita, seus diferentes tipos, bem como dar sugestões e estratégias para não só ler, mas compreender o que está sendo lido em um segundo idioma. Assim, Brown, endossa a necessidade de que a leitura deve ser algo mais presente no processo de ensino-aprendizagem de uma segunda língua, uma vez que a atividade de leitura deve estar relacionada com as outras habilidades/capacidades (writing, speaking and listening). Dentre as características trazidas pelo autor de leitura interativa e estabelecendo uma relação com a realidade nas escolas, o que se nota é uma grande dificuldade de colocar tais teorias em prática. A leitura, com a escrita, são as competências que mais são deixadas de lado, uma vez que os alunos apresentam muita resistência, se sentem frustrados e logo desistem de tentar compreender o texto lido. Porém, isso não é regra, pois um plano de aula com objetivos bem claros, um trabalho atencioso do professor e, principalmente, a motivação dos alunos pode fazer toda a diferença no resultado final.

        Os métodos “Bottom-up e Top-down” são apresentados como metodologias de leitura. O bottom-up é um método de leitura centrado no texto que parte dos detalhes para chegar a uma interpretação, onde os leitores precisam ter um certo conhecimento sobre morfemas, léxico, sílabas, palavras e sobre a estrutura gramatical. Já o top-down é um método psicolinguístico. Essa abordagem representa o conhecimento do leitor aplicado na leitura. O leitor usa da sua própria experiência para compreender um texto. Também existe a forma chamada de leitura interativa, onde se pode pôr em prática os dois métodos, pois, ambos são de extrema importância ao fazer uma leitura.

        O autor também aborda as características da linguagem escrita e diz que o “inglês escrito” utiliza uma variedade maior de ítens lexicais do que “inglês falado”. Essas convenções formais da escrita podem apresentar obstáculos para os alunos, por não terem contato ainda com algumas dessas palavras. Concorda-se com as técnicas de leitura apresentadas pelo autor, principalmente na segunda (“Use techniques that are intrinsically motivating”), onde diz que o aluno pode criar seu próprio material de leitura. É observado na sala de aula que os alunos leem o que gostam e quando precisam fazer uma leitura obrigatória, eles a fazem por fazer, sem comprometimento. Para trabalhar com a leitura em inglês de uma forma prazerosa para os alunos, temos que deixá-los escolher o que querem ler, pois para eles parece ser mais difícil ler em inglês, ainda mais na frente dos colegas. Lendo algo que gostam e que já conhecem, compreenderão melhor sobre o assunto tratado do que ler algo totalmente desconhecido.

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