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2 INTERDISCIPLINARIDADE NOS PRIMEIROS ANOS DE APRENDIZADO

Por:   •  1/10/2015  •  Trabalho acadêmico  •  2.403 Palavras (10 Páginas)  •  392 Visualizações

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SUMÁRIO

1        INTRODUÇÃO        

2        INTERDISCIPLINARIDADE NOS PRIMEIROS ANOS DE APRENDIZADO        

3        A INTERDISPLINARIDADE NO COTIDIANO DO PROF. DOS ANOS INICIAIS        

4        PLANEJAMENTO INTERDISCIPLINAR        

5        CONCLUSÃO        

REFERÊNCIAS        



  1. INTRODUÇÃO

         O Planejamento pedagógico possibilita ao educador fazer escolhas, de forma que se possa refletir sobre a tarefa de transformar ideias em ação, entre o dizer e o fazer, entre as pretensões e o aplicar. O planejamento configura-se como uma atividade fundamental para o trabalho do docente, antecipando de forma organizada as etapas do trabalho, mas para planejar adequadamente tem se que levar em consideração o interesse, a curiosidade, visando o desenvolvimento dos discentes para a obtenção dos melhores resultados.

         Portanto o planejamento intervém na qualidade da ação pedagógica em sala de aula e fora dela, por que não se configura como um fazer burocrático e sim como um instrumento fundamental para o processo educativo, num todo unificado, integrando os recursos e direcionando toda a ação educativa. Assim como poderá ser demonstrado no decorrer desse trabalho, seguindo as diretrizes apresentas pelo portifólio apresentado para conclusão do primeiro semestre de 2015, segue:

         

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  1. Interdisciplinaridade nos primeiros anos de aprendizado

        Aulas interdisciplinares caracterizam-se principalmente por relacionarem-se com várias áreas do conhecimento, podendo envolver: desenho, escrita, dramatização, ilustração, cálculos, produção artesanal, conhecimentos de história, literatura, estudos do meio, ciências, experimentação, pesquisas etc. todos são responsáveis pelo desenvolvimento do trabalho e, principalmente, vislumbra a possibilidade de cada um expor sua singularidade e encontrar um lugar para sua participação na aprendizagem.

         Pela diversidade e grande quantidade de assuntos que muitas vezes são apontados pelos alunos e pelo professor, os educando podem encontrar dificuldades para escolherem o tópico a ser estudado. Alguns critérios poderão ser criados pelo professor para a escolha de um assunto a ser estudada num projeto, que poderão ser a aplicabilidade de um determinado tema à vida cotidiana da criança, a contribuição do tópico para equilibrar o currículo escolar, o valor que o assunto abordado terá para a vida do aluno, a disponibilidade de recursos, o apoio dos pais, dos funcionários e de outros professores e turmas.

        Quando houver diversos tópicos apontados, os alunos poderão ser distribuídos e organizados ao longo do ano. Não é preciso definir um mesmo tópico para todos realizarem ao mesmo tempo. Dependendo da capacidade de autonomia e possibilidades da turma, ela poderá ser dividida em vários grupos, tria ou dupla, que poderão desenvolver projetos de diferentes assuntos.

        De acordo com Santomé (1998), os projetos interdisciplinares podem durar, dias ou semanas, dependendo da idade dos participantes da natureza do assunto a ser estudada, a complexidade de planejamento e da realimentação do interesse dos alunos pelo assunto. Quando à idade, as crianças a partir dos quatro anos já podem envolver-se em aulas interdisciplinares, porque justamente a partir desta idade a criança possui competências para desenvolver as habilidades exigidas, adaptadas de acordo com suas possibilidades e capacidades.

         Durante o desenvolvimento das aulas, as crianças são levadas a fazer escolhas, aprendem a priorizar objetivos e focalizar assuntos. Um dos resultados mais significativos dessas ações tem sido a considerável mudança de comportamento dos educados no que ser refere ao convívio com os colegas. Verifica-se um aumento do clima positivo de interação, do diálogo argumentativo e da capacidade de aceitação dos posicionamentos alheios, fortalecendo a autonomia e o sentimento de grupo, unindo as crianças à identidade da escola sem perder a capacidade de julgamento, discernimento critico e escolha democrática.

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