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A Introdução a Moral

Por:   •  2/4/2019  •  Trabalho acadêmico  •  498 Palavras (2 Páginas)  •  13 Visualizações

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01 - A não-indiferença significa que é a essência do valor, porque ser indiferente é não ter interesse, não provocar sentimento, não ser atrativo, não sensibilizar, portanto, é algo sem valor. Então não-indiferente significa que atribuímos relações com os seres, objetos, que possui ou provoca sentimento, seja do amor à repulsa, que atribuímos valor.

02 – O que nos diferencia do animal, é que somos um ser social capazes de transmitir, cultura, valores e aprendizados e produzimos interdições no sentindo de que somos moralmente capazes de nos impor proibições, que tomamos como verdade e como um valor pessoal.

03 -  O caráter histórico social da moral consiste na capacidade de garantirmos a sobrevivência em sociedade.  A moral são um conjunto de regras que direciona o comportamento, que julga o que é moral ou imoral, os conjuntos de regras variam de acordo com o tempo e lugar. O caráter pessoal não se limita apenas nos valores que aprendemos, se expande na medida que crescemos, criamos liberdade e senso crítico. Nós somos capazes de produzir cultura a partir dos valores pessoais que constituímos e assim criamos nosso caráter diante das nossas ações que pode ou não ser de acordo com as regras estabelecidas.

04 – Podemos dizer que a verdadeira moral está na nossa consciência, no nosso juízo, para isso não existe regras, ou seja, podemos a qualquer momento zombar da moral com nossas ações e atitudes, das regras que a sociedade julga ser certo ou errado.

06 -  O julgamento do ato vai depender do próprio sujeito. Se o indivíduo introjetou uma determinada regra, livre e conscientemente caso ele descumpra a regra é um ato imoral e se ele a segue é um ato moral.

07 -  Um ato é amoral, quando o indivíduo acredita que aquela regra se aplica aooutro, mas não se aplica para ela. Não-moral é aquela ação que não é livre, não é voluntária, não é consciente, não se dirigi ao outro ou então não possui uma norma.

08 –  Para que um ato seja considerado ato moral é necessário um conjunto de elementos: motivo, fins, meios, resultados. Os elementos se inter-relacionam porque o motivo precisa ser consciente e voluntário. Para ser classificado como consciente e voluntário é necessário visar a consequência do fim e querer alcança-lo, logo é necessário visar como será o meio para ter o fim desejado.  

09 – Vale ressaltar que o desejo é algo que se impõe e não resulta de escolha. A vontade é a capacidade de parada diante do desejo. Assim, seguir o impulso do desejo sempre que ele se manifesta é a negação da moral e da possibilidade de vida em sociedade. Portanto, não há moral do desejo, e sim, apenas o ato voluntário, que é um ato de vontade que decide pela busca do fim proposto.

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