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Psicologia Organizacional

Por:   •  3/6/2013  •  3.289 Palavras (14 Páginas)  •  819 Visualizações

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Motivação no Trabalho.

RESUMO

No presente artigo, pretendemos, alguns conceitos referente à motivação no trabalho, principalmente no contexto organizacional. Assim explicitamos algumas teorias da motivação, que parecem mais pertinentes para o entendimento desse tema, entre os quais: Teoria das necessidades de Maslow, Teoria de dois fatores de Herzberg e Teoria de X e Y de MacGregor.Pelo fato de não existir uma estratégia de motivação no trabalho universal se faz necessário o estudo das teorias existes para promover a satisfação e o bem estar do trabalhador nas organizações. .

Palavras-Chave: Motivação, Trabalho, Satisfação.

ABSTRACT

Motivation at Work.

In this paper, we intend to, some concepts related to motivation at work, especially in the organizational context. So we make explicit some theories of motivation, which seem more relevant to the understanding of this topic, including: Theory of needs Maslow, Theory and Herzberg's two factor theory of X and Y of MacGregor.Because there is a motivation strategy in universal work is needed to study the theories exist to promote the satisfaction and well-being of workers in organizations..

Keywords: Motivation, Work, Satisfaction

1. INTRODUÇÃO

A década de 50 foi um período frutífero no desenvolvimento de conceitos sobre motivação. Robbins (2004, p.152) aponta três teorias específicas que foram formuladas, que embora sejam hoje muito questionadas em termos de sua validade, são ainda provavelmente as explicações mais conhecidas sobre a motivação dos trabalhadores: as teorias são a Hierarquia das Necessidades, as Teorias X e Y e a Teoria dos Dois Fatores.

As organizações vêm desde a década de 50 procurando alternativas de manter seus colaboradores nos seus postos de trabalho, sempre acompanhando e baseando-se em teorias pesquisadas durante o século passado, que têm sido de grande relevância para o engrandecimento das organizações e de grande importância acrescentando maiores conhecimentos à natureza humana.

Tendo em vista o despertar das empresas para os seus ativos humanos, observa-se a cada dia o maior interesse das organizações em promover a motivação em favor dos resultados, seja ela feita através de treinamentos, dinâmicas, palestras, enfim de eventos isolados que momentaneamente podem até atender algumas das necessidades, porém em longo prazo tendem a cair no esquecimento dos funcionários (BRAZ, 2003).

Acredita-se que a motivação deve ser integrada na cultura organizacional, ou seja, um estímulo praticado quotidianamente nas relações com as pessoas envolvidas no processo. Em outros casos, observa-se empresas que defendem a motivação atrelada, exclusivamente, à oferta de benefícios financeiros ou materiais. Todavia, esta estratégia deve ser cautelosa, pois se mal empregada pode promover o desempenho em curto prazo em detrimento ao alcance dos resultados em longo prazo, além de favorecer a extinção das equipes de cooperação, alimentando a rivalidade entre colaboradores e, ainda, permitindo que o ambiente de trabalho torne-se um local de competições pessoais, sem considerar os objetivos que norteiam a organização (BRAZ, 2003).

2. MOTIVAÇÃO : HISTÓRIA.

Por volta de 1800, Robert Owen foi um dos primeiros autores a se preocupar com o pro-blema das necessidades dos trabalhadores. Em experiências na fábrica de New Lanark, aplicou sis-temas de avaliação de desempenho e reduziu a jornada de trabalho dos operários. Precursor do sindicalismo e do cooperativismo propôs que as fábricas fossem administradas pelos sindicatos (PARK, 1997). Esforços isolados na direção de dar uma maior relevância ao fator humano nesta época, não conseguiram alcançar um reconhecimento da importância dos trabalhadores em relação à sua produção. Somente no início do século passado é que se pôde notar um novo esforço no sen-tido de olhar para o homem como um fator importante na indústria (DAVIS, NEWSTROOM, 1992).

O interesse com relação às pessoas no trabalho foi despertado por Taylor, nos Estados Unidos, no começo de 1900. Taylor (1990) considerava a participação do homem como fundamental para a eficiência da produção, e apontava que o mesmo observava o trabalho apenas como meio para busca da satisfação de suas necessidades econômicas. Sua preocupação estava totalmente di-recionada para a produção e sua consideração ao fator humano prendia-se apenas à questão

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