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RESENHA ACADÊMICA CRÍTICA DE TEXTO DO CAPÍTULO TRÊS DO LIVRO: PSICOLOGIAS: UMA INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE PSICOLOGIA

Por:   •  22/3/2017  •  Resenha  •  1.618 Palavras (7 Páginas)  •  1.323 Visualizações

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CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE OSASCO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

PROFESSOR: ANTONIO CARLOS DO ANZOIS

VERÔNICA CRISTINA DE S. FRANÇA GONÇALVES                                        RA:3068181585

RESENHA ACADÊMICA CRÍTICA DE TEXTO DO CAPÍTULO TRÊS DO LIVRO: PSICOLOGIAS: UMA INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE PSICOLOGIA

Referência

BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. A Evolução da Ciência Psicológica. In: BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Editora Saraiva 1999. file:///C:/Users/lab1/Downloads/Psicologias.pdf https://pt.wikipedia.org/wiki/Behaviorismo http://portalcomportamental.com.br/?p=179 

Introdução

O livro “psicologias – uma introdução ao estudo de psicologia” começa por explicar o que é psicologia no entendimento do senso comum, as experiências pessoais que são passadas de geração a geração com o intuito de facilitar a vida com interpretações livres, e como este senso comum se mistura e se repele com a ciência ajudando da construção de uma psicologia popular. A ciência, no entanto, se baseia na realidade assistida, acompanhada e controlada abstraindo-se da realidade para compreende-la melhor.

O livro “Sobre o Behaviorismo” é indispensável na prateleira de todo analista do comportamento. O motivo? Simples! Skinner inicia o livro com 20 argumentos constantemente afirmados sobre o behaviorismo em geral. O objetivo do autor nesta obra é de justificar não somente, mas principalmente os pontos citados no início para melhor compreensão da filosofia que embasa as práticas de Análise do Comportamento.

Apresentando conhecimento teórico eficaz às outras abordagens, Skinner se apresenta radical em sua posição contrária ao mentalismo, apresentando justificativas comportamentais que sugerem a substituição dos termos.

Essa substituição não é mera “troca de palavras”, mas sim conceitos completamente diferentes, tendo como base as raízes behavioristas para a explicação do comportamento.

Estrutura

O termo Behaviorismo foi inaugurado pelo americano John B. Watson, em artigo publicado em 1913, que apresentava o título “Psicologia: como os behavioristas a veem”. O termo inglês behavior significa “comportamento”; por isso, para denominar essa tendência teórica, usamos Behaviorismo — e, também, Comportamentalismo, Teoria Comportamental, Análise Experimental do Comportamento, Análise do Comportamento. (p.57)

Watson, postulando o comportamento como objeto da Psicologia, dava a esta ciência a consistência que os psicólogos da época vinham buscando — um objeto observável, mensurável, cujos experimentos poderiam ser reproduzidos em diferentes condições e sujeitos. (p.57)

Apesar de colocar o “comportamento” como objeto da Psicologia, o Behaviorismo foi, desde Watson, modificando o sentido desse termo. (p.58)

A razão metodológica deve-se ao fato de que os analistas experimentais do comportamento tomaram, como modo preferencial de investigação, um método experimental e analítico. (p.58)

A razão histórica refere-se aos termos escolhidos e popularizados, que foram mantidos posteriormente por outros estudiosos do comportamento, devido ao seu uso generalizado. (p.58)

O mais importante dos behavioristas que sucedem Watson é B. F. Skinner (1904-1990). (p.59)

O mais importante dos behavioristas que sucedem Watson é B. F. Skinner (1904-1990). (p.59)

A base da corrente skinneriana está na formulação do comportamento operante. (p.59)

O comportamento reflexo ou respondente é o que usualmente chamamos de “não-voluntário” e inclui as respostas que são eliciadas (“produzidas”) por estímulos antecedentes do ambiente. (p.59)

Como exemplo, podemos citar a contração das pupilas quando uma luz forte incide sobre os olhos, a salivação provocada por uma gota de limão colocada na ponta da língua, o arrepio da pele quando um ar frio nos atinge, as famosas “lágrimas de cebola” etc. (p.59)

No início dos anos 30, na Universidade de Harvard (Estados Unidos), Skinner começou o estudo do comportamento justamente pelo comportamento respondente, que se tornara a unidade básica de análise, ou seja, o fundamento para a descrição das interações indivíduo ambiente. (p.60)

O comportamento operante abrange um leque amplo da atividade humana — dos comportamentos do bebê de balbuciar, de agarrar objetos e de olhar os enfeites do berço aos mais sofisticados, apresentados pelo adulto. Como nos diz Keller, o comportamento operante ““ inclui todos os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer que, em algum momento, têm efeito sobre ou fazem algo ao mundo em redor. O comportamento operante opera sobre o mundo, por assim dizer, quer direta, quer indiretamente “”. (p.61)

Neste caso de comportamento operante, o que propicia a aprendizagem dos comportamentos é a ação do organismo sobre o meio e o efeito dela resultante — a satisfação de alguma necessidade, ou seja, a aprendizagem está na relação entre uma ação e seu efeito. (p.62)

Esse estímulo reforçador é chamado de reforço. O termo “estímulo” foi mantido da relação R-S do comportamento respondente para designar-lhe a responsabilidade pela ação, apesar de ela ocorrer após a manifestação do comportamento. (p.63)

Chamamos de reforço a toda consequência que, seguindo uma resposta, altera a probabilidade futura de ocorrência dessa resposta. (p.63)

O reforço positivo é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz. (p.63)

O reforço negativo é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o remove ou atenua. (p.63)

No reforçamento negativo, dois processos importantes merecem destaque: a esquiva e a fuga. (p.64)

A esquiva é um processo no qual os estímulos aversivos condicionados e incondicionados estão separados por um intervalo de tempo apreciável, [...]. (p.64)

Outro processo semelhante é o de fuga. Neste caso, o comportamento reforçado é aquele que termina com um estímulo aversivo já em andamento. (p.65)

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