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Resenha crítica sobre comunidades

Por:   •  28/6/2015  •  Resenha  •  747 Palavras (3 Páginas)  •  235 Visualizações

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Resenha Critica

O papel do profissional de psicologia em intervenções psicossociais

        O profissional de psicologia com o passar do tempo teve que rever os seus conceitos sobre o ser humano e criar novas formas de lidar com as pessoas para que a sua qualidade de vida melhorasse, ao invés de buscar formas de rotular, selecionar o indivíduo respeitando assim a sua forma de ser. Como nós diz o texto: psicologia e sua ideologia 40 anos de compromisso com as elites, o profissional teve que sair de sua zona de conforto e se inventar/recriar nas formas de se fazer psicologia, saindo da mesmice da clínica da classificação das elites da época, parando de fazer assistencialismo.

        A partir desse momento entramos num contexto de inclusão Perversa, sistema que ao mesmo tempo que inclui um ser na sociedade ela exclui por esse não ter todas as características necessárias para fazer parte daquela sociedade, inclusão essa que faz com que o indivíduo se sinta parte de algo, e logo após diz para ele que aquele não é o seu lugar de pertencimento. Ou seja, dá se o alimento mais não se dá o trabalho. E assim vemos essas situações a todo o tempo na nossa sociedade, uma relação entre poder e domínio, onde quem vence é sempre quem domina.

        Seguindo essa linha de raciocínio podemos falar que a exclusão social faz parte da vulnerabilidade social, pois essa se classifica por pessoas que não tem voz onde vivem, geralmente moram na rua e depende de favores dos outros, apresentando sinais de desnutrição, condições precárias de moradia e saneamento básico, não possui família, emprego, e esses fatores compõem o risco social, isto é cidadão mais que não possui os mesmos direitos e deveres dos outros. E isso faz com que a pessoa entre num sofrimento ético político, que abrange tanto o sofrimento físico como o da alma de diferentes formas é a dor que surge da situação social de ser tratado como inferior inútil, uma pessoa sem valor.

        É nesse contexto de vulnerabilidade social, sofrimento ético político, inclusão/exclusão e Assistencialismo que pensamos na intervenção psicossocial.

A intervenção psicossocial surge para auxiliar a lidar com a comunidade que tem a sua identidade própria, sem que precisem mudar a sua base e nem fazer assistencialismo. Nesse processo devemos conhecer o local analisar como as pessoas se relacionam e criar um projeto, no qual visa auxiliar as pessoas a amadurecerem suas relações e descobrirem novas formas de ser, novas alternativas para as suas dificuldades sem precisar fazer achismo, pois não tem como mudar posicionamento se não melhorar as relações.

        Essa a alternativa é vista como a mais coerente em se tratando de criação de projeto de intervenção, pois fornecesse ao profissional uma base ampla do seu trabalho, e a repercussão é mais solida e faz com que o profissional se arrisque a cada momento, saindo assim da base de conforto que durante muito tempo foi visto como a melhor opção de se fazer um projeto de intervenção, onde o profissional sem conhecer a demanda apenas implantava um projeto sem querer saber a opinião de ninguém e muito menos de se arriscar.

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