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Resenha filme mente brilhante

Por:   •  16/3/2017  •  Resenha  •  1.188 Palavras (5 Páginas)  •  569 Visualizações

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

Psicologia 5º Período

FILME “UMA MENTE BRILHANTE”

[pic 2]

Betim

2011

FILME UMA MENTE BRILHANTE:

        

        O filme uma mente brilhante é uma história verídica de John Nash, matemático, professor e Prêmio Nobel de Economia no qual se tornou talento reconhecido pela instituição, pelos professores e, até mesmo, pelos seus colegas, apesar da competição e da inveja que reina entre alguns deles. Além de sua genialidade Nash também é notado pelo seu estranho comportamento social que provoca estranheza e dor.

         “Uma Mente Brilhante” atravessa as décadas de 1950, 1960 e 1970 e constitui uma boa introdução ao problema filosófico da natureza do conhecimento.

        É uma historia que relata na medida em que nem tudo o que John Nash conhece e acredita que faz é real. O conflito com a sua própria mente leva-o a descobrir e a aceitar que algumas das pessoas queridas que o acompanhavam há longo tempo eram apenas produto das suas alucinações, como por exemplo seu amigo  Charles que o estimulava constantemente, durante suas crises, nas quais parecia querer se esconder de tudo e de todos. O único que o compreendia nesses momentos era o bom e prestimoso Charles.

        

        O matemático é um rapaz tímido e introvertido, com dificuldades de socialização, no entanto é extremamente inteligente, que está sempre às voltas com a busca de sua idéia original. Gênio precoce, elaborou uma teoria revolucionária sobre economia e, com isso, conseguiu o reconhecimento e o trabalho que buscava assim durante o exercício de sua função, suas esquisitices são aceitas normalmente, devido ao meio ao qual pertence, que é tolerante com comportamentos extravagantes.

        Quando lecionava Nash conheceu a doce alicia na qual engatou um romance e  vieram  a  se casar e ter um filho. Logo depois  Nash se vê envolvido em conspirações e códigos que o envolve confidencialmente ao serviço secreto dos Estados Unidos. Este envolvimento trás perturbações, que o faz perder o controle sobre sua mente, evidenciando um mundo de paranóia e esquizofrenia. Durante essas alucinações, foi internado em uma clinica psiquiatra e diagnosticado como esquizofrênico, passando por vários tratamentos de insulina e choque.

        Como conseqüência desse tratamento Nash passou a ser medicado e perder habilidades de raciocínio. Com isso também perdeu habilidades para tarefas em casa, no trabalho tendo que sair da faculdade onde trabalhava e deixando seu casamento a desejar. Ao perceber esta regressão Nash passou a esconder os remédios e desistir do tratamento até que teve uma nova crise mais fortes do que as anteriores. Sua esposa alicia acionou o hospital novamente mas dessa vês  Nash não aceitou ser internado.

        Como era um grande gênio e descobria respostas pra tudo, Nash disse que dessa vez iria arruma uma solução sozinho sem precisar voltar para o hospital. Mesmo com todas as dificuldades sua esposa se manteve ao seu lado e com passar do tempo Nash conseguiu ignorar suas alucinações, voltar para faculdade onde dava aulas para realizar novos estudos e ate mesmo conseguiu voltar a dar aulas e controlar seu convívio com suas alucinações.

        

        Nash teve uma vida sofrida e nunca mais deixou de ver suas alucinações (chalés e a sobrinha, o agente do governo para qual trabalhava) mas conseguiu conviver com elas pelo resto de sua vida e se esforçar para o manter um contato com outras pessoas. Foi um caso estudado durante anos e indicado para o premio Nobel pela sua determinação e persistência.  

RELAÇÃO:

        O filme mostra grande parte das aulas de psicopatologia onde a professora Sandra comentava sobre doenças mentais, comportamentos e alucinações desses pacientes com este tipo de doença, mas a parte onde mais me identifiquei com filem e sala de aula foram quando uma vez em sala a professora disse que quando o paciente tiver tendo alucinações devemos tentar convencê-lo a tocar nela, a sentir e assim explicar que só é real quilo que podemos sentir.

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