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A FALTA DE COMPONENTES CURRICULARES QUE DIRECIONEM O ENSINO DE QUÍMICA PARA CEGOS NO CURSO DE LINCENCIATURA EM QUÍMICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA.

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Por:   •  16/10/2014  •  506 Palavras (3 Páginas)  •  363 Visualizações

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A LDB de 96 tem três princípios básicos para a educação, sendo eles: o pelo pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e capacitação para o trabalho, regido no segundo parágrafo da mesma. Ela sugere que a inclusão de alunos com algum tipo de deficiência nas turmas regulares. Diante disso cabe aos cursos de licenciatura apresentar componentes curriculares que apresentem o direcionamento a desenvolver métodos de caráter didático pedagógico que auxiliem a compreensão de alunos com a deficiência visual, por exemplo. A partir de uma revisão literária de artigos especializados na área de inclusão ao ambiente escolar de cegos, pretende – se trazer ao curriculo do curso de licenciatura plena em química da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) novas disciplinas que dêem prioridades ao desenvolvimento metodos de ensino que possam preparar os novos doscentes para lidar e integrar alunos com cegueira parcial ou total aulas de química. Na UEPB os cursos de licenciatura dentre eles, o de química não oferece esse tipo de capacitação. Sabendo que o cego tem uma própria linguagem, o Braile, muitos licenciados não estão capacitados para apresentar uma aula em que haja o livro didático e o livro em braile para o ensino de química na sua sala de aula. Muitos nem sabe que existe um livro nessa linguagem desenvolvido por Pereira e seus colaboradores (2011). Um grande desafio dessa inclusão enfrentado pelos educadores é o fato do ensino de química ser trabalhado na sua formação voltada apenas pelo sentido da visão. Assim quando o mesmo é deparado com um aluno cego o mesmo não sabe como ira desenvolver a sua aula de forma que aquele aluno aprenda junto com os demais. De acordo com Nunes e seus colaboradores (2010), a aplicação de práticas que ajudem jovens cegos a entender melhor os conteúdos de química não é um trabalho difícil de ser realizado, e da propria resolução adotada em 1996 pela UEPB, a formação dos docentes deve proporconar a adaptação do proficional também aos portadores de necessidades especias. A carga horária voltada para disciplinas pedagógicas se resume em apenas 462 horas – aula de 2976 horas de curso estabelecidos, porém existe a necessidade de incluir mais algumas disciplinas que possam garantir ao futuro professor a capacidade de lidar e ensinar de maneira uniforme seus conteudos tambem para os alunos cegos das redes de ensino. Analizando as poucas pesquisas na área, viu – se que a adoção de metodos que direionem os outros sentidos dos alunos são muito efetivos, dentro da química existem meios de se desenvolver tato, paladar, ofato e a audição dos alunos por meio de experimentos simples. Conclui – se que disciplinas que proporcionem o aprendizado da linguagem Braille por exemplo e que proporcionem um raciocínio lúdico, junto com as demais disciplinas pedagógicas adotadas pela UEPB, podem facilitar o domínio de uma aula integradora aos portadores de cegueira, e mesmo lidando com as estruturas e dificuldades na formação, ampliar a grade curricular do curso pode sim ajudar incluir alunos cegos as aulas de química.

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