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Estrutura De Mercado Setor Supermercadista, RS

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Por:   •  5/11/2014  •  2.584 Palavras (11 Páginas)  •  1.911 Visualizações

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1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4

2.1 MICROECONOMIA E MACROECONOMIA 4

2.2 METODOS QUANTITATIVOS APLICADOS À GESTÃO EMPRESARIAL 6

2.3 ETICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 7

3 CONCLUSÃO 8

REFERÊNCIAS 9

1 INTRODUÇÃO

Nas últimas duas décadas, o comércio teve uma evolução significativa que foi proporcionada pelo desenvolvimento tecnológico, que propiciou a geração de técnicas de gestões mais eficientes, melhor conhecimento sobre o modo de circulação dos produtos e serviços, ganhos de eficiência e incorporação de novos modelos organizacionais mais intensivos em conhecimento. Estes fatores aliados ao processo de globalização e aberturas de mercados contribuíram na redução de espaços econômicos regionais ou locais privilegiados..Juntamente com as transformações que tem ocorrido na economia brasileira, o setor varejista, principalmente o supermercadista, também esta vivendo um momento de reestruturação, buscando eficiente operacionalização e competitividade. Assim torna-se imperativo que as empresas se ajustem a essa nova realidade, para tornarem-se mais eficientes, eficazes, enfim, mais competitivas.

A entrada de redes estrangeiras trouxe modificações profundas no market-share do setor supermercadista brasileiro, uma vez que as gigantes varejistas estrangeiras realizam macios investimentos no País, através de abertura de novas lojas, aquisições e fusões. O Estado do Rio Grande do Sul se constituiu num plano de atraso destes investimentos, que gerou modificações estruturais neste setor. Ressalta-se que somente a rede holandesa não atua no Estado do Rio Grande do Sul, as demais redes apresentam-se expressivamente atuantes no Estado.

Neste trabalho será abordada primeiramente a estrutura de mercado do setor supermercadista do Estado do Rio Grande Sul e apresentadas as principais estruturas de mercado. A segunda parte deste trabalho discorre sobre os métodos quantitativos e os conceitos estatísticos que frequentemente são aplicados na gestão empresarial, que auxilia os gestores nas tomadas de decisões dentro do ambiente organizacional. Na terceira e última parte deste trabalho analisaremos a tendência do capitalismo, em sua atual fase, de se tornar monopolista e quais são as implicações sociais desta tendência.

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 MICROECONOMIA E MACROECONOMIA

Estruturas de Mercado

As estruturas de mercado foram determinadas por estarem condicionadas as quatro variveis principais número de firmas produtoras no mercado, diferenciação do produto, elasticidade de demanda e economias da escala de produção e existência da barreira na entradas de novas empresas. Pelo fato do setor supermercadista esta incluso no mercado de bens e serviços, as formas de mercado que estão dentro destas caractersticas são concorrência perfeita, monopólio, concorrência monopolística (ou imperfeita) e oligopólio. A Concorrência Perfeita, Caracteriza-se pela existência de inúmeros compradores e vendedores, onde nenhuma empresa consegue ter influência sobre o preço de mercado. Os produtos elaborados são homogêneos, sendo substitutos perfeitos entre si, bem como existe completa informação e conhecimento sobre o preço do produto por parte dos produtores e dos consumidores. É o modelo ideal de mercado, pois a entrada e a saída de firmas no mercado são livre, ou seja, não há barreiras. Os empresários sempre maximizam lucro e os consumidores maximizam satisfação, e os consumidores e vendedores tem acesso a toda informação, sem custos. Alguns exemplos da concorrência perfeita são os produtores de hortaliças e os vendedores de picolé em uma área de lazer, uma característica deste mercado é que em longo prazo não existe lucros extras, mas apenas os chamados lucros normais, que apresentam a remuneração implícita do empresário. O Monopólio é um Caso extremo de estrutura básica clássica. Situação de um mercado em que não existe concorrência na oferta. O setor é constituído de uma única firma, porque existe um único produtor que realiza toda a produção, ou seja, situação em que uma empresa domina sozinha a produção ou o comercio de uma matéria-prima, produto ou serviço que, por isso, pode estabelecer o preço à vontade. Nessa estrutura de mercado existe concorrência entre os consumidores. A firma produz um produto para o qual não existe substituto próximo. Há presença de barreiras à entrada de novas firmas, ou seja, é necessário manter os concorrentes em potencial afastados. Estes osbstáculos podem ser administrados pelo monopolista através de controle sobre o fornecimento da matéria prima, barreiras legais como registro de patentes, licenças e concessões governamentais e outros.

É importante ressaltar que, em muitas circunstâncias, é a estrutura mais apropriada para a produção de certos bens e serviços como nos monopólios governamentais. A legislação da maioria do países proíbe o monopólio, com exceção dos exercícios pelo Estado, geralmente em produtos e serviços estratégicos. O monopólio “puro” é uma construção teórica, porque, na pratica, ele não existe. Uma categoria diferenciada de monopólio é o monopólio estatal ou institucional, protegido pela legislação, normalmente em setores estratégicos ou de infraestrutura. A Concorrência monopolista ou imperfeita, também chamada de competição monopolista, embora apresente, como na concorrência perfeita, uma estrutura de mercado em que existe um número elevado de empresas, a concorrência imperfeita caracteriza-se pelo fato de que as empresas produzem produtos diferenciados, embora substitutos próximos. Por exemplo, diferentes marcas de sabonete, refrigerante, sabão em pó, etc. Trata-se, assim, de umas estrutura mais próxima da realidade que a concorrência perfeita. A diferenciação de produtos pode dar-se por características físicas, pela embalagem, ou pelo esquema de promoção de vendas. Nesta estrutura, cada empresa tem certo poder sobre a fixação de preços, no entanto a existência de substitutos próximos permite aos consumidores alternativas para fugirem de aumento de preços. Da mesma forma que na concorrência perfeita, prevalece a suposição de que não existem barreiras para a entrada de novas firmas no mercado. E já o Oligopólio, é um tipo de estrutura que pode ser definido em duas formas: Pequeno número de empresas

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