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A Especialização em Docência de Enfermagem

Por:   •  8/1/2021  •  Trabalho acadêmico  •  1.127 Palavras (5 Páginas)  •  6 Visualizações

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UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

Pós Graduação Lato Sensu

Especialização em Docência de Enfermagem

Tahuana Alberto Brajatto Tomiati

Plano de Aula

Sonda Vesical de Demora

São Paulo

2009

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

Pós Graduação Lato Sensu

Especialização em Docência de Enfermagem

Tahuana Alberto Brajatto Tomiati

Plano de Aula

Sonda Vesical de Demora

Plano de aula apresentado à Universidade Cidade de São Paulo, Pós-Graduação Lato Sensu, Docência no Ensino Superior em Enfermagem, sob a orientação da Professora Patrícia Fera, como exigência parcial para aprovação na disciplina.

SÃO PAULO

2009

Planejamento de Aula

Tema: Prática de Sonda Vesical de Demora

Objetivo Geral: Reconhecer os materiais para o procedimento e Demonstração de passagem de soda vesical de demora.

Objetivo Específico: Conhecer sobre o tema sua definição, conceito de sondagem vesical de demora, reconhecer os materiais a ser utilizada para passagem de sonda, a técnica a ser realizada.

Recursos: materiais para sondagem vesical:

1. Luvas estéreis.

2. Sonda folley estéril descartável.

3. PVPI tópico.

4. Compressas de gaze estéril.

5. Lidocaína gel.

6. Coletor de urina de sistema fechado.

7. Bandeja de materiais estéreis para cateterismo (cuba rim, cúpula, pinça cheron).

8. Seringa de 20 ml.

9. Água destilada – ampola.

10. Campo fenestrado.

11. Lençol.

Descrição do Procedimento:

*Paciente do sexo feminino

  • Separar os materiais necessários e colocá-lo em uma bandeja.
  • Lavagem das mãos.
  • Dirigir-se ao quarto do cliente.
  • Dispor o material sobre a mesa de cabeceira.
  • Explicar ao cliente o que será feito.
  • Proteger o leito com biombo.
  • Posicionar a lâmpada auxiliar.
  • Forrar o leito.
  • Fixar o saco plástico para lixo em local de fácil acesso.
  • Abrir as ampolas de água destilada
  • Abrir o material de cateterismo.
  • Abrir o invólucro da seringa, colocando-a sobre o campo.
  • Abrir o invólucro da sonda vesical, colocando-a sobre o campo.
  • Abrir o pacote de gaze, colocando-a sobre o campo.
  • Abrir o invólucro da bolsa coletora de urina sistema fechado, deixando-a sobre o campo estéril.
  • Afrouxar a tampa do lubrificante.
  • Calçar a luva estéril na mão dominante.
  • Organizar o material sobre o campo estéril, com a mão enluvada.
  • Colocar o PVPI tópico com a mão não enluvada sobre as torundas de gaze, dentro da cuba redonda.
  • Colocar o lubrificante sobre uma folha de gaze.
  • Aspirar a água destilada na seringa.
  • Colocar o cliente em posição ginecológica, com as pernas afastadas, joelhos flexionados e os pés apoiados sobre a cama, protegendo-o com um lençol.
  • Calçar a luva estéril na mão não dominante.
  • Testar o balonete da sonda vesical, introduzindo aproximadamente 5ml da água destilada, aspirando-a após o teste.
  • Conectar a sonda vesical á bolsa coletora de urina sistema fechado, deixando-a pronta.
  • Lubrificar a ponta da sonda com a gaze contendo o lubrificante.
  • Com o auxílio da pinça cherron iniciar a anti-sepsia da região perineal, utilizando as torundas de gaze embebecida em PVPI tópico, através de fricção, seguindo sempre uma direção, isto é, da região pubiana para a anal, na seguinte seqüência: grandes lábios, pequenos lábios e então o meato urinário.
  • Colocar o campo fenestrado sobre a região perineal, de forma a permitir a visualização do meato urinário, através da fenestra.
  • Colocar a cuba-rim próxima às nádegas do cliente entre as pernas, para receber o fluxo de urina que drenará através da sonda vesical.
  • Separar os grandes e pequenos lábios com os dedos polegar e indicador, com auxílio de uma gaze.
  • Introduzir a sonda vesical na direção para cima e para trás até 2,5cm além do ponto em que a urina começa a fluir.
  • Insuflar o balonete com a quantidade de água destilada indicada na sonda, após certificar-se que há boa drenagem de urina através da sonda.
  • Fixar a sonda vesical com fita adesiva na face interna da coxa.
  • Retirar o campo fenestrado e as luvas.
  • Fixar na cama do cliente a bolsa coletora de urina, em nível inferior à bexiga.
  • Anotar na bolsa a data do procedimento.
  • Deixar a cliente confortável no leito e o ambiente em ordem.
  • Encaminhar o material utilizado ao expurgo.
  • Lavar as mãos.
  • Fazer os registros no prontuário.

*Paciente do sexo masculino

  • Reunir o material necessário.
  • Colocar o material em uma bandeja.
  • Lavar as mãos.
  • Dirigir-se ao quarto do cliente.
  • Dispor o material sobre a mesa de cabeceira.
  • Explicar ao cliente o que será feito.
  • Proteger o leito com biombo.
  • Posicionar a lâmpada auxiliar.
  • Forrar o leito.
  • Fixar o saco plástico para lixo em local de fácil acesso.
  • Abrir as ampolas de água destilada.
  • Abrir o material de cateterismo.
  • Abrir o invólucro da seringa, colocando-a sobre o campo.
  • Abrir o invólucro da sonda vesical, colocando-a sobre o campo.
  • Abrir o pacote de gaze, colocando-a sobre o campo.
  • Abrir o invólucro da bolsa coletora de urina sistema fechado, deixando-a sobre o campo estéril.
  • Afrouxar a tampa do lubrificante.
  • Calçar a luva estéril na mão dominante.
  • Organizar o material sobre o campo estéril, com a mão enluvada.
  • Colocar o PVPI tópico com a mão não enluvada sobre as torundas de gaze, dentro da cuba redonda.
  • Lubrificar bem a sonda com lubrificante ou anestésico tópico prescrito.
  • Testar o balonete da sonda vesical, introduzindo aproximadamente 5ml da água destilada, aspirando-a após o teste.
  • Conectar a sonda vesical á bolsa coletora de urina sistema fechado, deixando-a pronta.
  • Aspirar a água destilada na seringa.
  • Colocar o cliente em decúbito dorsal, com as pernas estendidas.
  • Afastar o prepúcio com auxílio de uma gaze, e proceder a anti-sepsia no sentido do meato ao corpo do pênis, com movimentos circulares.
  • Colocar o campo fenestrado sobre a região perineal, de forma a expor a região peniana.
  • Colocar a cuba rim próxima a região peniana, para receber o fluxo de urina que drenará através da sonda vesical
  • Lubrificar a ponta da sonda
  • Segurar o corpo do pênis com a mão não dominante, tracionar o prepúcio elevando-o a uma posição quase vertical
  • Introduzir a sonda, sem forçar, até a bifurcação mesmo após refluir a urina
  • Insuflar o balonete com a quantidade de água destilada indicada na sonda, após certificar-se de que há boa drenagem de urina através da sonda
  • Fixar a sonda vesical com fita adesiva na parte anterior da coxa ou na parte inferior do abdome
  • Retirar o campo e as luvas
  • Fixar na cama do cliente a bolsa coletora de urina, em nível inferior à bexiga
  • Anotar na bolsa a data do procedimento
  • Deixar a cliente confortável no leito e o ambiente em ordem
  • Encaminhar o material utilizado ao expurgo
  • Lavar as mãos
  • Fazer os registros no prontuário

Estratégia: Orientar e ensinar os alunos a passar a sonda vesical de demora.

Avaliação: Permitir que os alunos reconheçam os materiais necessários para sondagem vesical e ensiná-los quanto à técnica a ser executada.

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