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A TOXOPLASMOSE

Por:   •  9/3/2016  •  Trabalho acadêmico  •  2.495 Palavras (10 Páginas)  •  5 Visualizações

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UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

TOXOPLASMOSE

Mogi das Cruzes

2015

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

TOXOPLASMOSE

Trabalho realizado com o intuito de descrever a infecção parasitária causada pelo protozoário Toxoplasma gondii sob orientação do Professor, para compor nota parcial do 2 semestre do curso de Nutrição da Universidade de Mogi das Cruzes

Mogi das Cruzes

2015


Sumário

Capítulo 1 INTRODUÇÃO        

Capítulo 2 AGENTE ETIOLÓGICO        

2.1 taxonomia        

2.2 Características biologicas        

2.3 Morfologia        

2.4 Ciclo evolutivo        

Capítulo 3 DESCRIÇÃO DA DOENÇA        

3.1 Toxoplasmose febril aguda        

3.2 Linfanite toxoplásmica        

3.3 Toxoplasmose ocular        

3.4 Toxoplasmose no paciente imunodeprimido        

Capítulo 4 TOXOPLASMOSE CONGÊNITA        

4.2 Toxoplasmose neonatal        

Capítulo 5 MODO DE TRANSMISSÃO        

Capítulo 6 SINTOMAS        

Capítulo 7 DIAGNOSTICO        

Capítulo 8 TRATAMENTO        

Capítulo 9 CONCLUSÃO        

Capítulo 10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS        


  1. INTRODUÇÃO

        A toxoplasmose, conhecida popularmente como doença de gato, é uma infecção causada por um protozoário chamado Toxoplasma gongii. A doença é transmitida pela ingestão de alimentos contaminados ou pela transmissão mãe-filho, quando mulheres grávidas estão infectadas e não fazem o tratamento da doença.

        A doença não provoca sintomas na maior parte das pessoas, entre 80% a 90% dos casos e pode passar despercebida naqueles pacientes cuja imunidade é normal, porém pode ter consequências graves como cegueira, convulsões e morte, quando a pessoa apresenta diminuição nas defesas imunológicas, por qualquer razão (Aids, câncer, ou até mesmo após uma doença muito debilitante), os sintomas podem se manifestar. No entanto, essa doença tem cura e seu tratamento é feito através do uso de antibióticos.

O hospedeiro definitivo da toxoplasmose é o gato doméstico e outros felinos; humanos e outros mamíferos são hospedeiros intermediários. A infecção em humanos inicia com a ingestão de cistos presentes em carne malpassada ou pelo contato com as fezes de gatos. No intestino delgado, a ruptura dos cistos libera formas que invadem a parede do intestino, onde eles são ingeridos pelos macrófagos e diferenciam-se em trofozoítos com multiplicação rápida (taquizoítos), os quais matam as células e infectam outras células. A imunidade mediada por células geralmente limita a dispersão dos taquizoítos e os parasitas entram nas células dos hospedeiros no encéfalo, no músculo e em outros tecidos, onde eles se desenvolvem em cistos em que o parasita multiplica-se lentamente.

  1. AGENTE ETIOLÓGICO

  1. 2.1 Taxonomia

O Toxoplasma gondii está classificado segundo Levine et. al., (1980) da seguinte forma:

REINO Protista

SUBREINO Protozoa

FILO Apicomplexa

CLASSE Sporozoea

SUBCLASSE Coccidia

ORDEM Eucoccidiida

SUBORDEM Eimeriina

FAMÍLIA Sarcocystidae

SUB-FAMÍLIAToxoplasmatinae

GÊNERO Toxoplasma

ESPÉCIE Toxoplasma gondii

  1. 2.2 Características biológicas - O toxoplasma gondii é um parasito intrace-  lular obrigatório de baixa especificidade, com a maior parte dos apicomplexas, pois te a capacidade de infectar quaisquer animais homeotérmicos. Os protozoários que pertencem a este Filo possuem como principal característica, o complexo apical, permitindo-o invadir células nucleadas, vários tecidos e líquidos orgânicos. É prevalente na maioria das áreas do mundo e tem uma significativa importância médica e veterinária, por causar aborto ou doença congênita em seus hospedeiros intermediários.

Em algumas circunstâncias a toxoplasmose pode ocorrer em graus variáveis de morbidade que podem ocasionar sequelas graves e fatais como acontece com cepas de maior virulência, uma carga infectante maior, uma via de penetração mais favorável e um hospedeiro com suas defesas orgânicas deficitárias. Os grupos de indivíduos mais susceptíveis incluem receptores de órgãos transplantados, pacientes com certos tipos de câncer e pacientes portadores da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Segundo Dubey (1987), a idade do animal, o gênero e a espécie também influenciam na susceptibilidade a T. gondii.

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