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ESCOLA E DIVERSIDADE CULTURAL

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Por:   •  2/5/2013  •  1.162 Palavras (5 Páginas)  •  1.852 Visualizações

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INTRODUÇÃO

Discutir a escola e a diversidade cultural significa compreendê-la na ótica da cultura, sob um olhar mais denso, que leva em conta a proporção do dinamismo, do fazer-se cotidiano, levado a efeito por homens e mulheres, trabalhadores; negros e brancos, adultos e adolescentes, enfim, alunos e professores, seres humanos concretos, sujeitos sociais e históricos, presentes na história, atores na história. Pensar a escola na sua dimensão sócio cultural implica, assim, resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui, enquanto instituição. Aborda a questão da diversidade cultural, buscando problematizar o modelo homogeneizante da instituição escolar, discutindo o significado e as implicações em pensar o aluno como sujeito sociocultural. Em seguida, faz uma discussão em torno das dimensões educativas da escola, evidenciando as suas possibilidades como espaço de formação humana.

A escola é vista como uma instituição única, com os mesmos sentidos e objetivos, tendo como função garantir a todos o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente acumulados pela sociedade. Tais conhecimentos, porém, são reduzidos a produtos, resultados e conclusões, sem se levar em conta o valor determinante dos processos. Materializado nos programas e livros didáticos, o conhecimento escolar se torna "objeto", "coisa" a ser transmitida. Ensinar se torna transmitir esse conhecimento acumulado e aprender se torna assimilá-lo. Como a ênfase é centrada nos resultados da aprendizagem, o que é valorizado são as provas e as notas e a finalidade da escola se reduz ao "passar de ano". Nessa lógica, não faz sentido estabelecer relações entre o vivenciado pelos alunos e o conhecimento escolar, entre o escolar e o extraescolar, justificando-se a desarticulação existente entre o cotidiano escolar, o conhecimento e a vida dos alunos.

O que cada um deles é, ao chegar à escola, é fruto de um conjunto de experiências sociais vivenciadas nos mais diferentes espaços sociais. Assim, para compreendê-los, temos de levar em conta a dimensão da "experiência vivida", apreendendo o cotidiano como espaço e tempo significativos.

DESENVOLVIMENTO

Sob o discurso da democratização da escola, da educação para a cidadania ou mesmo da escola única, essa perspectiva homogeneizante expressa um determinado construto, socialmente produzido, ligado à ideia do Estado-Nação. Na escola, se traduz numa forma de conceber a educação, o ser humano e seus processos formativos, ou seja, traduz um projeto político pedagógico- a escola como espaço privilegiado de formação do "futuro" cidadão que vai informar o conjunto das ações educativas, que ocorrem no seu interior.

Esse modelo e seus pressupostos vêm sendo colocados em questão. De um lado, as rápidas transformações que vêm ocorrendo na sociedade brasileira, com ênfase na globalização da economia e na generalização das inovações tecnológicas, vêm demandando um novo perfil de ser humano, com potencialidades e habilidades que o velho modelo escolar não tem conseguido atender. Por outro lado, a ação dos movimentos sociais vem evidenciando os limites e fragilidades do projeto político de cidadania, através das lutas e denúncias das desigualdades e exclusões sócio-políticas. Vamos conhecer algumas sugestões para o bom desenvolvimento da teoria educacional voltada para a diversidade cultural na escola

 Como a escola deveria trabalhar (na sala de aula, nas diferentes disciplinas em atividades extras sala e etc.) as questões referentes à diversidade existentes na sociedade?

A princípio a escola deve implantar projetos de resgate das origens dos alunos. A primeira das atividades deve ser resgatar a memória dos alunos e de suas famílias, a fim de saber a história de cada um, suas origens, sua infância, onde viveram, quais eram seus hábitos. Uma das formas de trazer à tona as histórias de vida é a escola trabalhar com objetos pessoais dos estudantes e dos próprios professores. Os educadores também devem participar dos resgates, já que eles também formam o ambiente escolar. Outro aspecto bastante importante para ser trabalhado são as religiões do aluno. Saber qual é sua religião, se ele possui uma? “Pedir que os alunos realizem pesquisas sobre o assunto é uma ótima forma de fazer com que eles conheçam e respeitem outras culturas”. Após conhecer os alunos presentes na escola, o próximo passo seria conhecer a história da escola:

 Porque ela tem esse nome?

 E essa arquitetura?

 Quando foi construída?

 Qual é sua história?

Esses são aspectos importantes para que o aluno reconheça o espaço no qual estuda.

 Como o professor pode trabalhar para a formação do sujeito cultural em nossa sociedade?

Desenvolver no interior do educando uma cultura de participação, de decisões coletivas, de convivência com as diferenças.

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