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Passo 3: Uma Das Estratégias Mais Adotadas Para A Conservação Dos Ecossistemas são As áreas Protegidas. No Brasil, Existem Diferentes Tipos De áreas Protegidas, Como, Por Exemplo, Os Parques Nacionais. Conheça O Programa "Turismo Nos Parques"

Por:   •  19/8/2013  •  1.068 Palavras (5 Páginas)  •  593 Visualizações

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A cada dois dias um homossexual é assassinado no Brasil. Só no ano passado foram registrados 160 casos graves de violação dos diretos humanos e a morte de 130 gays, lésbicas, travestis e transexuais, todos vítimas da homofobia. São números que dão ao País o título de campeão mundial de assassinatos contra homossexuais, segundo Luiz Mott, professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB).

O parlamento de Uganda pode aprovar uma lei brutal que implicaria na pena de morte para a homossexualidade. Se eles fizerem isso, milhares de ugandenses poderiam ser executados, apenas por serem gays.

Ser gay em Uganda já é perigoso e aterrorizante. LGBTs em Uganda são frequentemente assediados e espancados, e no ano passado o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da comunidade LGBT estão ainda mais ameaçados por essa lei draconiana que pode impor prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "criminosos graves". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei feita de ódio.

A ideologia nazi sustentava que a homossexualidade era incompatível com o Nacional Socialismo, já que não permitia a reprodução, necessária para perpetuar a raça superior. Da mesma forma, a masturbação era considerada perniciosa pelo Reich.

Ernst Röhm, líder da Sturmabteilung (SA), a primeira milícia do Partido Nazi, um dos homens de confiança de Hitler que o ajudou a ascender ao poder, era homossexual e foi assassinado em 1934 na Noite das Facas Longas. O mesmo se passava com outros líderes, como Edmund Heines.

A juíza substituta da 2ª Vara Federal, Maria da Penha Gomes Fontenele, manteve os efeitos da resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que proíbe gays e homens bissexuais de doarem sangue.

[...]

Os “[h]omens que fazem sexo com homens são 19 vezes mais propensos a contraírem o vírus HIV do que a população em geral”.

O Brasil, conhecido internacionalmente como "exportador" de travestis para a França e Itália, é um país extremamente contraditório no que se refere aos homossexuais: em seu lado cor de rosa temos por exemplo a consagração da transexual Roberta Close, capa das principais revistas nacionais, eleita “modelo de beleza da mulher brasileira” ; do lado sombrio, há provas de que neste mesmo Brasil, a cada três dias, um homossexual é barbaramente assassinado, vítima da homofobia. [1]

Nosso país - que ostenta a fama internacional de ser uma das partes do mundo onde os gays e lésbicas são mais visíveis e socialmente aceitos - esconde uma desconcertante realidade: é o campeão mundial em assassinatos de homossexuais. Nos Estados Unidos, com cem milhões de habitantes a mais que nosso país, entre 1992-1994, foram registrados 151 assassinatos de homossexuais, enquanto no Brasil, no mesmo período, foram 180 os gays e lésbicas vítimas de crimes de ódio. Tal número deve ser ainda muito maior, dada a precariedade de nossas estatísticas criminais.[2]

Pesquisas de opinião pública confirmam que, de todas as minorias sociais, os homossexuais são as principais vítimas do preconceito, mais rejeitados que os negros, judeus e mulheres [6]. 79% dos brasileiros inquiridos pelo Ibope/Veja disseram que ficariam tristes se tivessem um filho ou filha homossexual; 56% mudariam sua conduta com o colega se soubessem que é gay; 56% não concordam que um candidato homossexual seja eleito Presidente da República; 47% mudariam seu voto caso fosse revelado que seu candidato a uma eleição é homossexual; 45% trocariam de médico e dentista se descobrissem que ele é gay; 36% deixariam de contratar um homossexual para um cargo em sua empresa mesmo que fosse o mais qualificado[7].

Ao lado do Irã, Turquia e Zimbábue, o Brasil é apontado como um dos países que mais persegue e discrimina os homossexuais, de acordo com o Relatório da Anistia Internacional. Diz o Relatório: “no Brasil centenas de membros

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