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, Resenha crítica do artigo: Resíduos no Brasil: Um Grande Mercado Emergente

Por:   •  11/11/2019  •  Trabalho acadêmico  •  1.443 Palavras (6 Páginas)  •  113 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANEAMENTO BÁSICO

Resenha Crítica de Caso

SAYOMARA VIEIRA AGUIAR

Trabalho da disciplina: Tratamento e disposição de resíduos sólidos,

                                                                     Tutor: Prof. Maria Cecilia Trannin

Profª.: Karina Lucia Garcia

SÃO LUIS - MA

2019


Estudo de Caso, Resenha crítica do artigo: Resíduos no Brasil: Um Grande Mercado Emergente

Esse artigo tem os direitos autorais de Thunderbird, school of global management, publicado em 2010, esse documento é autorizado apenas para revisão do educador por Oscar Javier Celis Ariza, Universidade Estácio de Sá até março de 2016.

O artigo sobre “Resíduos no Brasil: Um Grande Mercado Emergente” escrito pelos autores John M. Zerio e Marco A. Conejero, publicado no ano de 2010. A partir do artigo apresentado pelos autores aponta o Brasil como um grande mercado emergente com perspectivas de crescimento na área de gestão de resíduos, que naturalmente origina-se do desenvolvimento urbano e aumento do consumo. O avanço da geração de resíduos sólidos resulta em efeitos degradantes nas áreas de serviços básicos para a humanidade e no meio ambiente. A gestão de resíduos sólidos no Brasil tornou-se uma prioridade maior na administração do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ovacionado como salvador pelas classes de renda baixa, o partido dos trabalhadores (PT) onde o Presidente Lula era filiado, manteve-se no poder por décadas no Brasil. Todavia foram capazes de alcançar a eficiência esperada, ficando marcado pela corrupção e baixos padrões éticos. Com o aumento da taxa de geração de resíduos sólidos e a pressão nas áreas demográficas urbanas brasileiras superou a capacidade de processamento, gerando grandes quantidades de lixos, que polui o solo, ar e a água. Quando um país depara com o crescimento, acaba enfrentando um problema, de cunho global, visto que a gestão de resíduos sólidos se encontra um contratempo nos investimentos em projetos de infraestrutura que resolva esse impasse com os resíduos provenientes dos centros urbanos, industrias, residências dentre outros. É um desafio crônico em países emergentes, onde ocorre a queima de resíduos em aterros abertos e em infraestrutura ineficiente. Os autores também definir e caracterização o efeito estufa, que é um processo natural e fundamental para a sobrevivência de diversas formas de vida na Terra, sendo responsável por reter o calor do sol. Graças a este fenômeno, a temperatura do planeta se mantém em uma média considerada ideal para o equilíbrio dos ecossistemas e sobrevivência das espécies. A ação humana, entretanto, tem afetado o funcionamento do efeito estufa, elevando a temperatura além do necessário. Atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, o emprego de certos fertilizantes, o desmatamento e o grande desperdício contemporâneo de alimentos, que têm entre seus resultados a elevação nos níveis atmosféricos de gases estufa, vêm intensificando de maneira importante o efeito estufa e desestabilizando o equilíbrio energético no planeta, produzindo um fenômeno conhecido como aquecimento global. Os pesquisadores do IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas), estabelecido pela Organização das Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial, que representam em seu conjunto a maior autoridade internacional sobre este tema, no seu Quinto Relatório, publicado em 2014, afirmam que estas emissões devem parar de crescer em cinco anos (até 2019), serem reduzidas em 70% até 2050 e reduzidas a zero até 2100, a fim de que os efeitos dessa intensificação não produzam consequências catastróficas para a preservação dos sistemas vitais do planeta, com repercussão direta sobre a sociedade humana. Nem todos os gases presentes na atmosfera produzem o efeito estufa. O nitrogênio e o oxigênio, que são largamente preponderantes, correspondendo respectivamente a 78% e 21% do ar seco, praticamente não têm ação neste mecanismo. Ele se deve à ação de outros, muito menos comuns e de moléculas mais complexas, que não obstante produzem reações em larga escala. Os principais gases produtores do efeito estufa (abreviadamente, gases estufa) são o vapor d'água (H2O) e o gás carbônico (dióxido de carbono ou CO2). O metano (CH4), o óxido nitroso (N2O), o ozônio (O3), os vários clorofluorcarbonetos e diversos outros, presentes em pequenas quantidades, também contribuem para a produção do efeito.

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