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Resenha documentário de Celso Furtado

Por:   •  24/5/2015  •  Resenha  •  861 Palavras (4 Páginas)  •  193 Visualizações

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

ANÁLISE DO DOCUMENTÁRIO: O LONGO AMANHECER, CELSO FURTADO

PATO BRANCO

2014

ANÁLISE DO DOCUMENTÁRIO: O LONGO AMANHECER, CELSO FURTADO

Trabalho a ser  apresentado à disciplina de Economia Brasileira, do curso superior em Administração da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Câmpus Pato Branco, como requisito parcial para avaliação.

Professora:

PATO BRANCO

2014

Análise do documentário “O longo amanhecer, Celso Furtado”.

        O documentário “Longo Amanhecer” traz depoimentos de Celso Furtado, e de importantes economistas como Francisco de Oliveira, Maria da Conceição Tavares e João Manuel, entre outros, se referindo da história econômica do Brasil, assim como relatando suas opiniões acerca do modo de pensar de Celso Furtado.

        Celso Furtado nasceu em Pombal em 26 de Julho de 1920, no sertão Paraibano e morreu em 20 de novembro de 2004.  Foi autor do modernismo e principal pensador do século 20 da economia no Brasil, possuía uma filosofia moral e vontade de superar o presente, mas ao mesmo tempo, via um futuro distante de ser alcançado. Achava ser possível transformar o Brasil através de reformas estruturais acompanhadas de uma política econômica responsável. Dizia que seu ponto forte era conseguir captar o essencial na realidade através da análise, foi então que decidiu entender o Brasil. Furtado foi uma referência e líder do pensamento desenvolvimentista de orientação nacionalista.

        Em 1944 foi convocado para integrar a Força Expedicionária Brasileira (FEB), servindo na Itália. Depois que participou da guerra veio o desejo de conhecer e entender o mundo, pois visualizou o pós-guerra como um laboratório, onde havia muitas oportunidades de crescimento para o Brasil. Foi então que em 1946 ingressou no doutorado em economia na Universidade Paris-Sobornne, retornando após a conclusão do doutorado ao Brasil. Momento em que integrou a CEPAL (Comissão Econômica da América-Latina), pois queria mostrar a realidade dos países subdesenvolvidos e os efeitos da dominação, assim como superar a dicotomia centro-periferia. Idealizou como o ciclo da pobreza poderia romper com a criação da indústria e o surgimento de empresas. Em 1950 presidiu o grupo misto CEPAL-BNDE, período em que escreveu o livro “economia brasileira” que mais tarde serviria como base para o plano de metas do governo de Juscelino Kubitschek. Sendo que mais tarde assumiu a diretoria do BNDE, e escreveu sua principal obra “Formação Econômica do Brasil”, livro de grande importância na historia do pensamento econômico no Brasil e no mundo, descrevendo os ciclos econômicos, escravatura, imigração e migração interna e o processo de industrialização no Brasil, como parte da manifestação do fenômeno do subdesenvolvimento. Furtado diz que a lógica do processo histórico Brasileiro é a concentração de renda, o subdesenvolvimento, e que é preciso uma teoria do subdesenvolvimento, isto é, das estruturas que são dominadas, para observar que a distribuição de renda está condicionada ao efeito de dominação.

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