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1. Introdução à economia; 2. Evolução do pensamento econômico: breve restrospecto; 3. Economia e Direito.

Por:   •  11/6/2015  •  Dissertação  •  2.105 Palavras (9 Páginas)  •  1.317 Visualizações

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Síntese do capítulo:

O Capítulo 1 aborda que economia é a ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem empregar recursos produtivos escassos na produção de bens e serviços, a fim de satisfazer as necessidades humanas que são ilimitadas e sempre se renovam, apresentando um sistema particular de organização da produção, distribuição e consumo dos bens e serviços que as pessoas utilizam a fim de atingir uma melhora no padrão de vida e bem-estar. Esse chamado sistema econômico seria a forma política, social e econômica pela qual está organizada uma sociedade utilizando-se de 3 elementos básicos: estoque de recursos produtivos, complexo de unidade de produção e conjunto de instituições políticas, jurídicas, econômicas e sociais além de poderem ser classificados em sistema capitalista ou sistema socialista.

E pelo fato de haver essa escassez de recursos associada às necessidades ilimitadas do homem como já citado, acaba por se originar os chamados problemas econômicos fundamentais que são o que e quanto produzir, como produzir e para quem produzir resolvidos pelo sistema capitalista predominantemente através do mercado de preços atuando por meio da oferta e da demanda e pelo sistema socialista por um órgão central de planejamento. Por existir essa escassez o autor afirma que são impostos limites à capacidade de produção de uma sociedade já que a produção total de um país tem um limite máximo, uma produção potencial ou um produto de pleno emprego mostrando isso através da curva de possibilidades de produção (CPP) que quando desloca-se para a direita significa que o país está crescendo, e acaba por fim aplicando nesta o chamado custo de oportunidade que seria o sacrifício de se deixar de produzir parte do bem A para se produzir mais do B, que leva sempre ao acréscimo de um e o decréscimo cada vez maior do outro o que justifica o formato côncavo da curva.

É também mencionado por este como funciona uma economia de mercado, ou seja, os fluxos reais e monetários. O fluxo real é aquele em que as famílias são proprietárias dos fatores de produção e através do mercado de fatores de produção oferecem os mesmos e os fornece às unidades de produção (empresas) conforme a sua demanda, enquanto essas unidades de produção (empresas) através da combinação dos fatores de produção produzem bens e serviços ofertando estes por meio do mercado de bens e serviços e os fornecendo às famílias conforme a sua demanda, no entanto é ressaltado que o fluxo real da economia só se torna possível com a presença da moeda, que é utilizada para remunerar os fatores de produção e para o pagamento dos bens e serviços de tal forma que paralelo ao fluxo real temos um fluxo monetário que é aquele em que as famílias pagam às unidades de produção (empresas) os bens e serviços prestados, enquanto às unidades de produção (empresas) remuneram as famílias pelos fatores de produção fornecidos. E unindo esses dois fluxos temos o chamado fluxo circular de renda, também chamado de fluxo básico, já que se estabelece entre famílias e empresas sendo completo aquele que incorpora também o setor público e o setor externo.

E já se encaminhando para o final do capítulo são apresentados argumentos positivos e argumentos normativos em relação à economia, os argumentos positivos não envolvem juízo de valor, fazendo com que a economia fique limitada a argumentos descritivos, ou medições cientificas, seria a análise do que é apenas o que causaria problemas, já que a economia trata do comportamento das pessoas e frequentemente os valores destas interferem na análise do fato econômico porém já os argumentos normativos é uma análise que contém um juízo de valor sobre alguma medida econômica, é uma análise do que deveria ser, que leva em consideração opiniões.

Por fim, o autor fala sobre a inter-relação da economia com as outras áreas do conhecimento como por exemplo, com a física e biologia onde o núcleo cientifico inicial da economia se deu a partir das chamadas concepções organicistas (biológicas) e mecanicistas (físicas), com a política onde é esta que fixa as instituições sobre as quais se desenvolverão as atividade econômicas, com a geografia que permite avaliar fatores muito uteis à análise econômica entre outras, e apresenta a divisão do estudo da economia que é feita através de quatro áreas de estudo: microeconomia ou teoria de formação dos preços, macroeconomia, economia internacional e desenvolvimento econômico.

O capítulo 2 traz os precursores da teoria econômica começando pela antiguidade onde aparece as primeiras referências conhecidas de Economia no trabalho de Aristóteles, indo para o mercantilismo que foi a primeiro escola econômica e apresentou alguns princípios de como fomentar o comercio exterior e entesourar riquezas, dando grande importância ao acúmulo de metais onde quanto maior fosse o estoque de metais preciosos mais forte seria o governo com isso o mercantilismo acabou estimulando guerras, exacerbando o nacionalismo e mantendo poderosa e constante presença do Estado em assuntos econômicos e chegando a fisiocracia que sustentava que a terra era a única fonte de riquezas e que havia uma ordem natural fazendo com que o universo fosse regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência Divina para a felicidade dos homens sendo está uma reação ao mercantilismo já que dizia ser desnecessária a regulamentação governamental, pois a lei da natureza era suprema.

É apresentada ainda a visão dos pensadores clássicos como sendo parte desses precursores, começando por Adam Smith que é considerado o precursor da moderna Teoria Econômica colocada como um conjunto cientifico sistematizado e com corpo teórico próprio, este acreditava que uma “mão invisível” levaria a sociedade a perfeição de forma que o papel do Estado seria apenas corresponder à proteção da sociedade sem intervir nas leis de mercado, o mercado é quem seria regulador das decisões econômicas de uma nação o que traria muitos benefícios a comunidade através do que é chamado princípio do liberalismo. Smith também argumenta que a causa da riqueza das nações é o trabalho humano e que todos os agentes em busca de lucrar o máximo acabam promovendo o bem-estar de toda a comunidade, sendo de total importância para o aumento da produção a divisão do trabalho.

E trazendo ainda mais 4 pensadores: Daviv Ricardo que trouxe a discussão de que a renda da terra seria determinada pela produtividade das terras mais pobres além de analisar por que as nações comerciavam entre si, se é melhor para eles comerciarem e quais produtos devem ser comerciados chegando à respostas que constituíram

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