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Resumo do Livro O Processo – Franz Kafka

Por:   •  10/6/2021  •  Resenha  •  1.857 Palavras (8 Páginas)  •  30 Visualizações

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Nome:  Juliana Guimarães Bernardelli     RA: 180004871          7º Sem N

Resumo do Livro

O Processo – Franz Kafka

O livro se inicia com o protagonista, Josef K., acordando em seu quarto na pensão em que vive, sendo preso sem saber o porquê de sua prisão. Ao estranhar o fato de seu café da manhã não ter sido levado ate seu quarto como de costume, tocou o sino e um homem que não conhecia entrou em seu quarto dizendo que não iria receber o café naquela manhã.

Do lado de fora do quarto, dois homens, o que negou o café e seu companheiro, notificam K. de que ele estaria preso. K. pergunta o por que de estar sendo preso e os homens dizem que não tem permissão para dizer o motivo, diz para que ele fique em seu quarto e aguarde o processo.

Os homens então dizem a K. que é costume de que quando alguém é preso, que o acusado lhes dê seus pertences, já que se não o fizer serão levados para um deposito e possivelmente roubados. K. se nega a entregar suas coisas. Entrega seus documentos de identidade e pede para que os policiais mostrem o mandado de prisão.

Os policiais informam que não sabem de nada e que sua única função é vigiar K. para repassar para aos policiais de alta patente informações sobre a pessoa que irão prender antes de emitirem o mandando. Segundo eles, essa é a lei e que não há nada de errado nisso.

K. diz que não conhece essa lei e acredita que tudo não passa de uma piada entre seus colegas do trabalho. Mais tarde, um supervisor aparece para conversar com K. O supervisor reforça o que foi dito pelos policiais sobre não saber o porquê Josef foi acusado, mas que ele estaria de fato preso. Após um tempo de conversa o supervisor informa que sua função ali era apenas avisá-lo de que estava sendo preso e libera Josef para ir para o trabalho (banco) escoltado por três de seus funcionários.

À noite, quando retorna do trabalho, vai conversar com a dona da pensão e há um desentendimento a respeito da senhorita que mora também na pensão. Após isso, vai até o quarto dessa senhorita e a mesma se oferece para ajudá-lo no processo.

Josef recebe uma ligação dizendo que haveria uma audiência no próximo domingo. Sem terem informado o horário, K. se dirige até o local. Um prédio comum no subúrbio da cidade, onde moram diversas pessoas e há crianças brincando entre os corredores. Após bater em diversas portas atras do lugar da audiência, encontra a sala em questão. Uma mulher atende a porta e a sala está cheia de homens. Em um pódio encontrava-se um juiz que conduziu o interrogatório. Josef faz um grande discurso sobre reconhecer que há um processo contra ele, mas que só o reconhece por pena, critica a organização que comanda o tribunal e recusa todas as futuras audiências.

No domingo seguinte volta até o local da audiência e o lugar está vazio. Josef fica conversando com a mulher que abrira a porta da outra vez e ela também se oferece para ajudá-lo.

Nesse momento chega um homem, que é denominado como aluno do juiz, que leva a mulher para o sótão, onde tem uma placa em uma folha de papel escrito “Entrada do Gabinete do Tribunal”. Logo chega o oficial de justiça que é marido da mulher acima citada.

O oficial de justiça se oferece para ajudar K. e mostra para ele como é o Gabinete. Lá ele observa que há algumas pessoas aguardando no corredor e pergunta o porquê. Descobre que essas pessoas vão ao gabinete para tentarem obter alguma atualização de seus processos quase que diariamente. Josef passa mal e sai as pressas do Gabinete.

A senhorita Bürstner, moradora da pensão em que K. mora, decide dividir seu quarto com uma colega, a senhorita Montag. Esta, solicita uma conversa em particular com K. para dizer que a senhorita Bürstner não irá mais ajuda-lo.

Alguns dias depois, K estava à noite em seu escritório e ouve um barulho vindo de uma sala que nunca tinha reparado. Ao abrir a porta, encontra os dois policiais que vigiaram seu quarto no dia em que havia sido preso prestes a serem espancados por um açoitador contratado, pois K havia feito uma reclamação sobre os dois naquela ocasião a respeito da tentativa dos policiais em levar seus pertences.

Os dois policiais pedem ajuda a K, que tenta conversar e subornar o açoitador para que não os batesse, mas foi em vão. Os dois apanharam. No dia seguinte, K volta até essa sala e encontra os três ainda lá e pede para que algum de seus funcionários limpe aquela sala.

Dias depois, o tio de K, Albert, chega para visitá-lo, pois fica sabendo sobre o processo de K. e diz que ele precisa fazer algo em relação a isso, pois não se trata só de Josef e sim do nome de sua família. Albert leva Josef até um advogado amigo dele, para que ele assuma o processo de K.

Chegando ao escritório do advogado, descobre-se que ele está doente e pegando apenas alguns casos de maior interesse. E por já ter ouvido falar sobre o processo de K. nas rodas de conversa no tribunal e por insistência do tio, acaba aceitando assumir o caso.

O advogado tem uma criada, Leni, que se encanta por K. e quer ajudar e se aproximar dele. Durante a conversa dos homens, ela quebra um prato na cozinha para chamar a atenção de K. para atraí-lo para outro cômodo. Depois de um tempo, K. sai às pressas desse cômodo e encontra seu tio esperando por ele do lado de fora da casa, na chuva e extremamente bravo por K. ter deixado a conversa que era muito importante.

Dias depois, K. volta a se encontrar com o advogado que lhe explica sobre o processo e o que deveria ser feito. Diz a K. que ele precisa preparar uma série de documentos para que o advogado pudesse entrega-los na etapa inicial do processo.

K. volta para seu escritório no banco e fica muito preocupado com esses documentos e começa a escrever. Nisso, chega um cliente e ele precisa atende-lo, pois já fazia horas que ele estava esperando por K.

O cliente era um homem que foi caracterizado como industrial. O homem pergunta á K. sobre seu processo e diz que conhece um pintor de quadros que faz retratos dos juízes do tribunal e que havia feito uma carta de recomendação para que K. entregasse ao pintor para que ele o ajudasse.

Josef vai até o pintor, que mora em um minúsculo estúdio mal ventilado. Lá, o pintor diz que tem contato com várias pessoas dentro do tribunal e sabe de muitos casos e como as coisas funcionam lá. Explica para K. que ele precisa saber influenciar os juízes, pois somente com os advogados seu processo não teria andamento ou então não seria resolvido.

O pintor explica sobre os três tipos de absolvição que ele conhece, a absoluta, a aparente e diferimento. Diz que nunca tinha visto de fato a primeira acontecer, que as que ouviu falar eram muito antigas e que viraram lenda. A segunda, segundo ele, seria possível se influenciasse os juízes a assinar o documento que alega a inocência do acusado. Mas que caso isso se realizasse seria apenas uma liberdade provisória, pois o processo ainda teria que passar por instâncias superiores e essas poderiam não reconhecer sua inocência.

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