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Economia criativa

Por:   •  23/11/2015  •  Projeto de pesquisa  •  2.299 Palavras (10 Páginas)  •  816 Visualizações

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA

CENTRO DE CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS

DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Nivea Helena M. F. Dantas – 11213140

ECONOMIA CRIATIVA: IMPACTO NO PIB DOS PAISES DE 2000 À 2010

Joao Pessoa, PB

2014

Nivea Helena M. F. Dantas – 11213140

ECONOMIA CRIATIVA: IMPACTO NO PIB DOS PAISES DE 2000 À 2010

Projeto de pesquisa apresentado ao curso de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba, como requisito para elaboração de pesquisa futura. Orientado pelo Professor Dr. Pedro Feliú, da disciplina de Metodologia do Trabalho Cientifico.

Joao Pessoa, PB

2014

Sumário

1.        Introdução        

2.        Hipóteses        

3.        Objetivos        

3.1        Geral        

3.2        Objetivos Específicos        

4.        Justificativa        

5.        Referencial Teórico        

6.        Metodologia        

7.        Viabilidade        

8.        Cronograma        

9.        Bibliografia        

  1. Introdução

O projeto de pesquisa proposto tem como foco a correlação entre Economia Criativa e o PIB dos países ao redor mundo, busca também analisar os fatos teóricos acerca deste tema para que seja futuros abjetos de pesquisas para outros. O termo Economia Criativa foi desenvolvido pelo autor inglês John Howkins, no qual ele cita que, “as diversas atividades que compõem essa economia tem uma coisa em comum: são os resultados de indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando o seu valor econômico.” A economia Criativa é uma vertente baseada na abundancia, ou seja, nela não se encontra escassez de recursos, por que o seu insumo principal parte da criatividade e do conhecimento humano. Também é tida como a economia do simbólico, e está diretamente associada as atividades culturais, que tem por isso, o seu maior valor. De certo modo, o autor Richard Florida, autor norte americano da universidade de Carnegie Mellon, adota este conceito discorrendo sobre aspectos educacionais e sócio culturais, que contribuem para atrair talentos relacionados a economia criativa. Ele abrange o seu conceito, afirmando que, essa modalidade não apenas se fundamenta através da cultura ou seus gêneros, mas todos os profissionais que oferecem serviços baseados no conhecimento. Ele Afirma:

“The key to economic growth lies not just in the ability to atract the creative class, but to traslate the underlying adventage into creative economic outcomes in the form of new ideias, new high-tec business and regianal growth.[...] The creativity index, is thus my baseline indicador os a region’s overall standing in the creative economy and offer it as a barometer os a regions longer run economic potential.”

        De certo modo, os países e organizações desenvolvem diferentes amplitudes no que se refere ao ramo criativo, e não se deve limitar a “Economia Criativa” apenas aos aspectos culturais como as Indústrias Criativas ou Industrias da Cultura, mas também a amplitude relacionados ao conhecimento e a capacidade intelectual. Por isso, neste âmbito, aplicam-se quaisquer segmentos da economia, como ideias, imaginação, criatividade e inovação, ou seja, qualquer atividade criativa.

        Sendo assim, nota-se que, de acordo com sua região, a amplitude da economia criativa muda, e suas atividades também; porém não se abstém de escassez, então, se de fato, países desenvolvidos conseguem aprimorá-la e desenvolve-la com sucesso, por que países subdesenvolvidos não adotam esse ramo para seu desenvolvimento econômico? Quais parâmetros eles devem se ater para isso? O que podemos comparar entre essas duas variáveis que possa servir para estudos futuros, e implantações da Economia Criativa nos países subdesenvolvidos? Há poucos estudos do caso que mostram o desenvolvimento de tal assunto no que abrange o desenvolvimento da economia criativa dos países, e como ela pode ser adotada por outros, para o seu desenvolvimento, cultural, social e econômico. Por isso, torna-se claro o por que se perguntar, qual o impacto da economia criativa no PIB dos países de 2000 à 2010? Fundamentando esta análise, poderemos explicar, o impacto sobre cada Estado e mostrar meios para que esta modalidade se desenvolva e se estabeleça nos demais países.

  1. Hipóteses

  • Aumentou o lucro das empresas privadas que detém deste comercio.
  • Houve desenvolvimento nos setores turístico e cultural relacionados a essas áreas.
  • Possibilitou aos países uma nova alternativa de investimento econômico.
  • Estimulou o interesse da população pelos ramos que ela abrange.
  1. Objetivos

  1. Geral

∙ O objetivo central é identificar a participação dos setores econômicos e produtivos classificados na categoria da economia criativa e, posteriormente, construir um mapa com dados específicos e históricos sobre a variação do percentual do PIB nos países que realizam investimentos nesse segmento da economia.

  1. Objetivos Específicos

  • Investigar os dados do PIB dos países acerca do tema;
  • Descrever o desenvolvimento dos setores que participam desta área durante o tempo proposto;
  • Comparar os dados colhidos nos dez anos propostos, para saber se houve aumento ou diminuição no desenvolvimento social e econômico acerca do tema;
  • Analisar o crescimento da participação educacional, político e econômica no que abrange a Economia Criativa.
  1. Justificativa

        O ramo da criatividade na atualidade cresce a cada dia seja em empreendimentos de entretenimento ou mesmo no cultural. A economia criativa está presente em muitos dos países desenvolvidos gerando emprego e renda para os setores a ela designados e consequentemente afetando o PIB nestes países. Analisando esta temática em âmbito internacional, há uma constatação do quanto esse ramo é viável para o desenvolvimento dos países. Por meio deste levantamento bibliográfico, os países em desenvolvimento podem ter mais uma alternativa de investimento econômico e de maior inserção na economia internacional.

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