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Resumo Mundo na Década de 1780

Por:   •  23/5/2017  •  Resenha  •  1.188 Palavras (5 Páginas)  •  1.230 Visualizações

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O autor aborda o período das pré-revoluções (a industrial inglesa e a francesa) demonstrava o confronto entre dois tipos de sociedades; a de herança medieval e suas evoluções e adaptações como as monarquias absolutas nacionais e o despotismo esclarecido, contra a gênese de uma nova ideia de mundo regido pelos valores comerciais e mercantis europeus, que pregavam alguma forma de interação política diferente da lógica do nascimento, do sangue e da hereditariedade dos nobres.

Afim de entender melhor sobre a explanação de Hobsbawm, o resumo é divido em 7 partes.

Na primeira parte iniciasse no período de 1780 que foi onde se repercutiu sobre dimensões geográficas, cartográficas e demográficas sobre o mundo, observando que ele era menor e maior ao mesmo tempo. Os contornos cartográficos não eram detalhados como os de hoje, mesmo com as descobertas marítimas, pouco ainda havia sido explorado. A Europa pouco conhecia sobre como eram os seus rios e oceanos, navegavam somente na superfície.

Sua população mundial era pequena, o qual estavam espalhadas por todo globo sendo do ponto de vista cultural ou transporte, que ainda quase não tinham ligações entre si, com exceção de algumas regiões de agricultura intensa e alta concentração urbana. Os meios de locomoção estavam em fases de aperfeiçoamentos, demorava-se muito a chegar no destino por meio terrestre, o transporte por agua era mais barato, mais fácil e dependendo da condição do tempo, mais rápido também.

Em 1789 para a maioria dos habitantes, o mundo era muito grande, sendo assim residiam em suas paroquias até a morte ou até que acontecesse algo de ruim. Na época quase não haviam jornais, exceto alguns exemplares que circulavam da classe média e alta, mas que não tinha tanta importância já que poucos sabiam ler, as notícias chegavam por viajantes, estado ou igreja.

No segundo ponto, o mundo em 1789 era essencialmente rural, tiravam da terra seu meio de sobrevivência, dependiam da produção agrícola que era o comercio. A relação entre campo/cidade na formação de províncias chamou de cidades provincianas, pois o centro, comercio e o campo eram bem próximos, tinham menos de 20 mil habitantes. A cidade provinciana pertencia essencialmente a sociedade e economia do campo.
      Nestas pequenas regiões começou a surgir a diferença entre o homem do campo e o homem urbano, pois o camponês se limitava em suas atividades rurais e o negociante as atividades do comercio, assim, criaram uma diferença de ideias do qual o camponês será o “ignorante” e o comerciante o “erudito”, porém, essas cidades não conseguiam crescer por muito tempo, pois a restrição comercial de sua localidade que geralmente produzia o mesmo produto e uma mesma quantidade, não resistiu ao início de um comercio mais aberto e ágil, onde a circularidade da produção entre regiões poderiam arruinar sua atividade agrícola, do qual estas cidades se mantinham.

No terceiro ponto explana sobre a questão agraria, repercutindo a relação entre os que cultivavam e a propriedade sendo a terra até então a única fonte de renda e poder, por isso a primeira escola econômica, os fisiocratas, buscaram relações do campo o equilíbrio econômico para os europeus.

A mão de obra nas atividades agrícolas se utilizava de 3 segmentos que eram as colônias além-mar, o segundo as índias orientais e o terceiro o leste europeu. Nas colônias além mar, o lavrador típico era o índio que trabalhava a força ou era escravizado, nas índias orientais os lavradores eram obrigados a dar cotas de suas produções   e o leste europeu que era comparados com a escravidão africana, os mesmos sofriam com coerção política. Sendo assim o que se nota é que produziam grandes senhores de terras e donos de mão de obra. A propriedade representava nesse período todo controle sobre as massas passando para os que a tinha.

O quarto ponto expõe sobre como a estrutura social existente nesse período aos poucos foi se modificando ao ponto de incumbir em uma revolução (a francesa).

A propriedade era pertencente aos nobres e através da terra que os nobres mantinham seu status de dominadores, foi se transformando principalmente quando os custos da produção da propriedade em conjunto com os aumentos dos preços fizeram que a maioria dos nobres buscasse novas fontes de rendas, abrindo uma nova relação para o camponês e a terra. Assim, os senhores de terras começaram a alugar suas propriedades em trocas de rendas e os camponeses começaram a usufruir de sua própria produção e de sua própria terra com certa liberdade para comercializar sua produção ou alugar seu terreno, apesar de as obrigações ainda permanecerem, esta implicação possibilitou o desenvolvimento de uma agricultura fixada na renda, destruindo aos poucos as relações de trabalhos na Europa, já que no resto do globo, ainda não tinha chegado esse momento.

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