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A Fidelização de Clientes

Por:   •  9/10/2018  •  Trabalho acadêmico  •  697 Palavras (3 Páginas)  •  27 Visualizações

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ANÁLISE SOBRE O CONSUMO

Autores:

Adriana Vieira Cruvinel

Eduardo Teixeira dos Passos

Eliara Peres Arantes da Silva

Joelma Maria de Paula

Definir uma estratégia de consumo é tarefa quase impossível, já que os perfis dos consumidores é quase que uma “digital”, ou seja, cada um tem o seu.

Existe uma linha muito tênue entre consumo e consumismo, e também entre consumidor e consumista, dificultando ainda mais traçar um perfil único sobre o tema consumo.

Pessoas de diferentes classes sociais tem maneiras bastante peculiares de consumir. Alguns consumidores compram apenas para exibir seu poder aquisitivo, já outros compram para satisfazerem suas necessidades pessoais. Há os que primam pela qualidade do bem ou serviço a ser adquirido, em detrimento do preço a ser pago, enquanto outros levam em consideração o fator custo x benefício antes da decisão final por produto/serviço A ou B.

A visão que cada classe social tem em relação a outra é totalmente diferente do que a própria classe tem sobre si. Por exemplo, para a classe A os consumidores da classe C são pessoas que querem pagar barato por produtos de baixa qualidade com prestações a sumir de vista. Quando se pergunta a consumidores da classe C a resposta, em grande parte, é o oposto dessa visão da classe A. Os consumidores das classes mais baixas têm cada vez mais optado por produtos e/ou serviços de mais qualidade, podendo adquiri-los com valores mais acessíveis ou condições de pagamentos mais amplas.

Algo que tem favorecido o aumento do consumo em todas as classes sociais é a vasta gama de financiamentos, parcelamentos, cartões de crédito, etc, que são oferecidos a todo o momento em todos os lugares imagináveis. O que há tempos atrás era tido como luxo, tem se tornado em comum para todos os consumidores.

O marketing tem feito bem o seu papel, contribuindo de forma considerável para o aumento no consumo, com mensagens que imprimem sentimentos, emoções, características intrínsecas a determinados produtos e marcas, agregando valores que fazem valer cada centavo gasto, ou talvez, investido.

Luxo deixou de ser uma palavra exclusiva para consumidores das altas classes. O desejo pelo alto padrão, por marcas como Louis Vuitton, Gucci, Dior, Prada, Louboutin, dentre outras, está cada vez mais comum a todas as classes de consumidores. Existem inúmeros “brechós de luxo” espalhados por grandes cidades e até mesmo na internet, facilitando o acesso a essas grifes. Marcas importadas chegam às terras brasileiras e ganham espaço. Compras que antes eram feitas apenas no exterior, e eram sinônimo de riqueza, hoje foram desencorajadas principalmente pela facilidade de se adquirir as mesmas marcas no Brasil.

Outro fator muito relevante e que tem impulsionado o consumo são as franchisings, levando marcas conhecidas de vários produtos ou serviços aos mais diversos lugares, atingindo uma diversidade enorme de consumidores. Encabeçando essa lista das 50 maiores franquias do Brasil temos a marca O Boticário, que fechou o ano de 2017 com 3.672 unidades espalhadas pelo País, segundo dados da auditoria da ABF – Associação Brasileira de Franchising, divulgados em 02/01/2018.

Para atrair um público sempre mais seletivo, com mais informações e muito mais opções de compras, marcas brasileiras têm cada vez mais usado nomes que remetem aos grandes centros de consumo mundiais, como Europa e EUA. A exemplo disso temos H. Stern, John Jhon, Chilli Beans, Carmem Steffens, Colcci e outras.

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