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O APL Com Instrumento De Desenvolvimento Local

Por:   •  30/10/2013  •  790 Palavras (4 Páginas)  •  279 Visualizações

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1 INTRODUÇÃO

Cada vez mais o movimento associativo ganha expansão, sendo considerada uma mais valia no desenvolvimento da sociedade. Este reflete o comportamento social dominante nas próprias comunidades. E é visto como uma forma de juntar interesses comuns, defendendo pontos de vista de forma global. O associativismo tem diversas maneiras de ajudar pequenas empresas a se firmarem no mercado e a produzirem muito mais com pouco. Dentre elas estão as cooperativas e APL – arranjos produtivos locais, os dois com suas características não muito distintas uma das outras, mais que ajudam e muito no processo de produção de uma determinada região ou território, ajudando não só na produção mais também no desenvolvimento socioeconômico da região.

2 O SISTEMA DE ASSOCIATIVISMO – APL E COOPERATIVAS

Para alguns autores o associativismo é uma expressão e exercício de liberdade e exemplo de vida democrática. É uma escola de vida coletiva, de cooperação, de solidariedade, de generosidade, de independência de humanismo e cidadania. Conciliando valores coletivos e individuais. Pelo que, defender reforçar, apoiar e promover o desenvolvimento do movimento associativo é defender e reforçar a democracia e a participação dos cidadãos na vida social. O associativismo é uma forma de união de povos e comunidades que procuram, de forma económica desinteressada, alcançar um objetivo, com uma personalidade jurídica própria, conferida. Dentre alguns tipos de associativismo estão o APL e as Cooperativas.

2.1 Cooperativa

Primeiramente, uma das diferenças entre a Cooperativa e o Arranjo Produtivo Local, é que as cooperativas são reconhecidas como pessoas jurídicas, ou seja, possuem um cnpj, enquanto o APL é um negocio totalmente informal. Uma cooperativa é formada pela associação voluntária de no mínimo 20 pessoas unidas em torno de objetivos comuns de caráter econômico. Para isso, constituem uma empresa de propriedade e controle coletivo organizando a produção e comercialização de bens e serviços produzidos, dividindo benefícios materiais e sociais ocorridos das atividades e gerando renda e oportunidades de trabalho entre os cooperados.

O Cooperativismo já faz parte das instituições nacionais em todo o mundo. Trata-se de um movimento universal dos cidadãos em busca de um modelo mais justo, que permita a convivência equilibrada entre o econômico e o social dos moradores da região. Um dos desafios para o brasileiro é mostrar à sociedade que, por ser um movimento solidário, é capaz de implantar um modelo com fortes bases calcadas no conceito de sustentabilidade, ou seja, promover o desenvolvimento econômico, respeitando o meio ambiente e inserindo o ser humano na repartição das riquezas geradas no processo seja ele qual for. Dentro do cooperativismo existem sete princípios básicos, que são: 1 – Adesão voluntaria e Livre; 2 – Gestão democrática e Livre; 3 – participação econômica dos membros; 4 – Autonomia e independência; 5 – Educação, formação e informação; 6 – Intercooperação; 7 – Interesse pela comunidade.

2.2 APL – Arranjo Produtivo Local.

Como dito no iten 2.1, o arranjo produtivo local é um negocio totalmente informal, ou seja, sem cnpj. É um conjunto de

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