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Desafio Profissional Anhanguera

Por:   •  25/2/2015  •  372 Palavras (2 Páginas)  •  1.500 Visualizações

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Universidade Católica de São Paulo-Barueri

Ciências Econômicas com ênfase em Comércio Internacional

Disciplina: Proteção Comercial

Professor: Patrick Andrade

Aluna: Thamires de Freitas Silva

RA00066058

1-Baseando-se prioritariamente sobre as considerações de Kupfer acerca da taxa de cambio e industria local, argumente:

a-Quais seriam os limites principais das teorias clássicas do comercio internacional?

R.A limitação das teorias clássicas é o fato de não considerarem a possibilidade de que os mercados sejam assimétricos e a existência de concorrência perfeita é um fato. Um modelo que pressupõe que todas as informações estão disponíveis de maneira simétrica e sem custos. Ao relacionar a hipótese principal da teoria (livre comercio) e seus principais limites com o texto do Kupfer detectamos um elemento subjetivo importante na discussão, o tempo, que é exposto através da defasagem temporal entre causa e efeito para caracterizar a relação entre cambio e a competitividade (histerese). A teoria clássica desconsidera que a variavel tempo possa influenciar no comportamento dos agentes, sendo que os ajustes são automáticos, simétricos, homogêneos e impessoais, bem como não considera que esses agentes possa agir em prol de interesses específicos sob influencia ou influenciando.

b-Qual a hipótese problemática dessa teoria?

R.A hipótese problemática gira em torno da concorrência perfeita, onde os agentes não tem a capacidade de influenciar os preços, logo cada agente age individualmente sem a necessidade de dar conta de suas decisões as outras, apenas baseia-se no mercado (livre comercio), já que possuem todas as informações acesso a toda informação e tecnologia necessária. Porem, essa hipótese não é satisfatória, pois o livre comercio( a não imposição da tarifa) não garante a eliminação dos custos de transação, a informação não esta disponível a todos, produzindo um problema de flutuação das variáveis (das informações), ela não se ajusta de um patamar a outro, mas flutua no tempo sem mostrar qual sua trajetória real.

c- Qual é uma das questões não-economicas por trás do argumento do kupfer?

R. A questão não-economica abordada diz respeito aos grupos de interesses que vão compartilhar de um mesmo objetivo independente de relações com entidades publicas, elas não são abordadas na teoria clássica, porem exercem pressões na tomada de dec

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