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ESTUDO SOBRE O FILME OS COBAIAS: ATÉ ONDE A COLETIVIDADE MASCARA A INDIVIDUALIDADE?

Artigo: ESTUDO SOBRE O FILME OS COBAIAS: ATÉ ONDE A COLETIVIDADE MASCARA A INDIVIDUALIDADE?. Pesquise 787.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  25/5/2013  •  627 Palavras (3 Páginas)  •  873 Visualizações

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FACULDADE DA ALDEIA DE CARAPICUÍBA- FALC

CURSO: PÓS – GRADUAÇÃO “LATO SENSU” EM SAÚDE PÚBLICA DICIPLINA: ETICA E BIOETICA EM SAUDE PUBLICA

ESTUDO SOBRE O FILME OS COBAIAS: ATÉ ONDE A COLETIVIDADE MASCARA A INDIVIDUALIDADE?

SENADOR POMPEU

ABRIL/2013

O filme mostra o depoimento de uma enfermeira diante da comissão do senado. A qual tinha trabalhado em um programa de saúde pública em 1932. Uma epidemia de sífilis em uma região onde a vida era muito difícil e a população afetada era negra e havia incidência de doença e alta mortalidade. Isso para os americanos era prova de que eles eram “biologicamente” inferiores aos brancos. Era tanto preconceito que se dizia que os médicos e os enfermeiros negros eram menos capazes que os brancos, os próprios negros perguntavam o médico é branco ou é de cor?

O governo temendo que a doença dos negros passasse para os brancos decidiu criar vários programas para negros, onde eram feito testes para descobrir se tinham a doença só que eles não eram informados que doença era essa, chamavam “sangue ruim”. A enfermeira diz que foi anti profissional por arranjar um livro a um dos homens no qual ele descobre que teve sífilis e ela afirma que ele ainda tem, e muitos outros e ele alega que os outros também têm o direito de saber.

Eram muitas doenças para o tratamento que existia a fundação que financiava teria perdido quase tudo na quebra, ou seja, seria interrompido um programa que a idéia era acabar com a sífilis.

O médico tenta continuar o tratamento com o pouco recurso que tem, dispensa funcionários para comprar remédios com o recurso que o pagaria.

Chega uma equipe do governo federal com um projeto de estudo sobre sífilis, na verdade eles não estavam preocupados em salvar a vida das pessoas que estavam afetadas e sim interessadas em estudar a doença e crescer cientificamente, coletando dados para a ciência.

Espelhava-se em estudos que havia sido feito e que não houve tratamento. Pensando na chance de manter o projeto do tratamento vivo foi executado o estudo, eram usados outros medicamentos que não eram para sífilis interrompendo desta forma o tratamento sem que as pessoas soubessem que não estavam sendo tratadas mais uma vez sem informação e enganadas.

O sonho era que com seis meses de estudo o governo federal financiaria o tratamento, só que o tempo passou e nunca apareceu recurso para isso, muitos morreram.

Quanto aos profissionais médicos e enfermeiros eram fiel ao juramento profissional, fizeram tudo que podiam só que dependiam de um recurso, e o qual eles não tinham. BASEADO NO CASO TUSKEGEE DE 1932 No sul dos Estados Unidos, em 1932, a sífilis havia se tornado uma epidemia entre as comunidades afro-americanas. Preocupados com a rapidez em que a doença se espalhava pela região, o Governo decidiu criar um programa de tratamento

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