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Por:   •  28/5/2013  •  1.224 Palavras (5 Páginas)  •  661 Visualizações

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

CURSO DE PEDAGOGIA

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

Gisele Bressani Ferreira RA: 393581

Rosângela de Barros Pasquoto RA: 393624

Savana Santos Antelmi RA: 400155

Atividade Prática Supervisionada (ATPS) entregue como requisito para conclusão da disciplina “Língua Brasileira de Sinais”, sob orientação do professor-tutor a distância Camila Melo Andriotti.

Araçoiaba da Serra

2012

Relatório 1: Analisamos a temática da surdez no primeiro momento sobre o aspecto médico. Vimos que o surdo era considerado por muitos como um deficiente mental. Na própria história da humanidade notamos que os surdos eram tidos como incompetentes, achavam que não desenvolviam o pensamento. Há também a classificação da igreja católica na idade média, que acreditava que a alma de um surdo não era imortal por não poder falar os sacramentos.

Podemos classificar a história dos surdos em três fases:

1. Revelação Cultural onde a maioria dos indivíduos surdos dominavam a arte da escrita, e há evidências de que antes do congresso de Milão haviam muitos escritores surdos, artistas, professores e outros bem sucedidos.

2. Isolamento Cultural que ficam isolados após o Congresso de Milão de 1.880, que proíbe o uso de sinais na educação dos surdos. E nesta fase as comunidades surdas resistem à imposição da língua oral.

3. Despertar Cultural que a partir de 1.960 começou uma nova fase com aceitação da língua de sinais e a cultura surda. Nas décadas de 80 e 90 o bilinguismo ganha força em todo o mundo. No Brasil o bilinguismo torna mais evidente mesmo à partir da virada do século. No ano de 2.002 foi sancionada a lei 10.436 de 24 de abril de 2.002, reconhecendo a Libras como meio legal de expressão. Utilizando o bilinguismo como regra, o surdo tem duas línguas, a língua L1 que é a língua de sinais como a língua materna e L2 que é a língua oral do país em que vive.

A identidade surda

A sociedade considera o surdo como um sujeito diferente linguisticamente, compreendendo como um indivíduo que lê o mundo numa experiência de cultura visual, não isolada, mas multi cultural. Ela não depende só do desenvolvimento da linguagem, não só da audição, mas dá oportunidade desse sujeito comunicar-se de forma adequada.

É possível que uma criança surda tenha o mesmo aprendizado que uma criança ouvinte, desde que tenha contato com libras. A linhagem de sinais é um passaporte para o universo social entre seus semelhantes.

As identidades surdas podem ser classificadas em:

• Identidades Surdas Flutuantes: são os que não se aceitam como surdos. Buscam a oralidade e utilizam a tecnologia da reabilitação;

• Identidades Surdas Embaçados: são os que não usam a língua de sinais e não conseguem compreender a fala. São tidas como deficientes.

• Identidades Surdas de Transição: são os que não conviveram com outros surdos. Estão se adaptando da comunicação visual/oral para visual/sinalizada.

• Identidades Surdas Diáspora: São os que vivem em constante mudança. De um grupo surdo para outro. Ex.: estado, país.

• Identidades Surdas Intermediárias: são os que têm entre o grau leve e o moderado. Utilizam aparelho auditivo e usam a oralidade. Se identificam com os ouvintes e não com os surdos.

Relatório 2:

Com as pesquisas dos filmes sugeridos, ficou claro que no conceito da surdez, esses indivíduos encontram muitas dificuldades, desde a correta avaliação dos médicos com respeito à deficiência da surdez e como se deve ser a educação da criança até a aceitação da família, em enfrentar a realidade e decidir o melhor método de ensino da linguagem. Vimos que a criança surda deve, desde cedo, ter contato com outras pessoas surdas para que não se sinta só e que possa desenvolver a linguagem de sinais. Fez com que abríssemos os olhos para o preconceito, pois ele existe. O fato é que não devemos fazer com que eles se adaptem ao oralismo e sim que a maioria se adapte a eles, dando condições para que

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