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PLANEJAMENTO:CONTROLE FINANCEIRO

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Por:   •  8/11/2013  •  2.154 Palavras (9 Páginas)  •  575 Visualizações

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EMPREGABILIDADE A PARTIR DOS 40 ANOS: ESTUDO DE CASO NAS MÉDIAS EMPRESAS DE TURISMO E HOTELARIA EM MARINGÁ

Daiani Cristine Rodrigues Furtado1; Carmen Lúcia Cuenca Moraes2

RESUMO: Ao longo da história, ocorreram diversas mudanças no aspecto organizacional e trabalho, dentre elas especificamente no inicio da década de 90, a questão empregabilidade passou a receber lugar de destaque no que se refere aos contextos de trabalho. Esta pesquisa objetiva analisar a imagem que as médias empresas de turismo e hotelaria de Maringá, constroem sobre os seus colaboradores situados na “meia-idade”, tendo como objetivo principal identificar se os profissionais nesta faixa etária estão tendo dificuldades em manter seus atuais empregos e principalmente analisar se a visão da empresa perante estes profissionais modificou ao longo dos anos,vendo estes profissionais como uma pessoa qualificada e capacitada para a atividade independente da idade. A coleta de dados será através de questionário com vinte e uma questões sendo elas objetivas e abertas, onde serão aplicados aos colaboradores de qualquer função ou cargo na “meia idade” que trabalham nas médias empresas considera “mantenedoras” do Maringá Convention & Visitors Bureau localizados na cidade de Maringá – Paraná. Compreende-se que os profissionais com idade superior a 40 anos, que não estão empregados, o mercado esta possibilita várias oportunidades de ingressar no mercado competitivo e para aqueles que estão empregados os resultados comprovados a pesquisa ainda não fornece, por esta em fase de execução.

PALAVRAS-CHAVE: Comportamento humano; Cultura organizacional; Desenvolvimento humano; Desenvolvimento profissional; Empregabilidade.

1 INTRODUÇÃO

Conforme pesquisas realizadas pelo Governo do estado do Paraná em 2005, revelou-se que a principal característica de Maringá é ser uma cidade-pólo de negócios do Noroeste do Estado. Devido a isso a partir de 2003, Maringá foi beneficiado com o Maringá Convention & Visitors Bureau, no qual fornece informações aprofundadas, confiáveis e isentas sobre o destino turístico, visando aumentar a demanda turística e a conseqüente geração de negócios, tendo o principal papel, no que se refere a ter um efetivo suporte na promoção de turismo e eventos, com reflexos positivos para toda a economia local e regional, movimentando vários segmentos ligados direta ou indiretamente ao setor.

E como esta sendo muito estudado o termo empregabilidade tanto no meio acadêmico como em pesquisas externas, e devido a isso as organizações estão passando por um processo de reestruturação, no que tange cultura, visões. Essas mudanças constantes advêm da globalização, avanços na tecnologia, downsizing, dentre outros aspectos de transformações.

A qualificação está cada vez mais voltada para a flexibilidade, às organizações não querem mais especialistas necessitam de profissionais generalistas (que sabem de tudo um pouco) no qual vem agregar valores à empresa, e com isso busca encontrar nas pessoas na meia idade se enquadram nesse perfil, devido à bagagem de experiências, o nicho de mercado que o oferecem, a estabilidade familiar, são itens influenciam indiretamente. (SOUZA, 2006).

Devido aos itens propostos acima, surgiu o interesse de verificar a imagem que as médias empresas do segmento de turismo e hotelaria tem sobre os profissionais de meia idade. E como estão buscando o diferencial para manter no mercado competitivo, tendo uma empregabilidade sustentável.

Umas das definições no qual resume empregabilidade, a primeira é dita por CHIAVENATO (1997, p. 85), para ele “empregabilidade significa o conjunto de competências e habilidades necessárias para uma pessoa manter sua colocação dentro ou fora de sua empresa”. Significa a capacidade de conquistar e de manter um emprego de maneira sempre firme e valiosa. Já para Souza (2006) difere os termos trabalhabilidade com empregabilidade, sendo que a primeira é a capacidade de gerar seu próprio trabalho, prospectar oportunidades profissionais e encontrar alternativas de labor. E empresabilidade é o oposto, sendo a capacidade da empresa deve desenvolver para que se torne um bom lugar para trabalhar. Logo transformam as competências e o entusiasmo profissional são ferramentas sólidas para manter a empregabilidade. As duas definições vem de encontro ao que busca identificar a referida pesquisa, sobre o tema empregabilidade a partir dos 40 anos e também responder a questão problemática da pesquisa, Os profissionais com idade superior a 40 anos estão tendo dificuldades em manter seus atuais empregos nas médias empresas de turismo e hotelaria de Maringá?

“O termo empregabilidade surgiu no ano de 1996 como um grande alerta para o indivíduo, para o profissional de qualquer atividade e nível” (SAVIANI, 1997, p.29). A palavra vem do inglês Employability e significa o conjunto de conhecimentos, habilidades e comportamentos que tornam um profissional importante não apenas para sua organização, mas para toda e qualquer empresas são características que transcendem à organização, pois atendem às necessidades do mercado de profissionais como um todo. (CHIAVENATO, 2002).

Bitencourt (2004) acrescenta que empregabilidade em outras palavras, significa a pessoa ser capaz de oferecer seu trabalho ao mercado de trabalho da forma que o mesmo deseja receber, ou seja, não é ter simplesmente um emprego estável, trabalhar em uma única empresa ou ainda ter a carreira constituída nesta mesma empresa.

Dentro da mesma linha de raciocínio, Franco (2001, apud Bitencourt 2004), chama a atenção para a realidade, onde tem atividades mais valorizadas profissionalmente do que outras, em termos de reconhecimento, valores financeiros. Dentro desse aspecto os profissionais devem aumentar o grau de empregabilidade: desenvolvendo flexibilidade, estar predisposto a apreender no cotidiano para se tornar especial, desenvolver múltiplas atividades para desenvolver o próprio potencial criativo, aumentar os relacionamentos, conhecer de cada área um pouco, comunicar-se com eficiência, ter senso critico, ser honesto, ético, disciplinado e responsável, desenvolver a autonomia e solidariedade no ambiente de trabalho e por fim estar disposto a mudanças, sejam elas pessoais ou de localidade.

Ao que se refere à pesquisa teórica, será feito um apanhado geral da evolução do emprego, começando a partir da revolução industrial até os dias atuais, focando na evolução do homem

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